Minha Alma tem o Peso
É Surreal o poder que o falar tem frente a verdade dos fatos, a retração do mercado não mente. Dizer o que se quer ouvir é fácil, é manipulativa mesmo, agir no emocional de pessoas já fragilizadas é extremamente simples, pessoas humildes, sem esperanças é ainda mais.
O Brasil que queremos é livre de hipocrisias, abusos, à benefícios de poucos, isso é Democracia!
As palavras tem poder!
Do contrário não precisaria da instrução:
"observe a ação e não o que falam".
Só que a verdade é que o Poder está no que eu quero ouvir, portanto, basta falar o que se quer ouvir para convencer absurdamente.
O falar tem muito mais poder do que a ação de fato. Só é preciso dizer o que querem ouvir sem nada ou pouco fazer. A língua tem poder de convencimento e manipulação sem precisar do esforço da ação.
Haters comentários maldosos que tem por objetivo descredibilizar sem ao menos conhecer, só pelo prazer narcísico em estragar.
O nosso melhor pode ser pouco para alguns, cultive e valorize aos que nem sempre tem algo a oferecer.
Ainda assim, a vida tem seus mistérios suaves.
Cinco dias foram suficientes para que uma presença tocasse algo em mim, como um vento discreto que muda o rumo sem anunciar. Depois veio o silêncio — denso, mas verdadeiro. E, mesmo assim, o simples “bom dia” que um dia recebi ainda brilha na memória como um sol que aquece devagar.
O Silêncio da Harmonia
Agora, neste instante, você tem diante de si a chave para se tornar inteiro.
Deixe a vida fluir sem pressa, sem resistir ao seu curso,
pois é nesse espaço de entrega que a verdadeira harmonia nasce.
A felicidade, que por tanto tempo você procurou,
não é algo a ser alcançado, mas uma presença silenciosa
que se instala dentro de você e se espalha como um perfume leve,
tocando tudo ao seu redor.
E então, o mundo se torna mais calmo, mais verdadeiro.
A serenidade que você busca lá fora já existe dentro de você,
esperando apenas ser reconhecida.
Porque a paz, meu amigo, não está em algum lugar distante,
mas no profundo silêncio de quem se permite ser,
aqui e agora.
Nos primórdios do antigo Egito, ao que se tem registro, a música era reservada aos sacerdotes, não a toa. A música era tida como sagrada, um instrumento de aperfeiçoamento humano, utilizada para a expansão da consciência, contemplação e estudo esotérico. Quando consideramos os conceitos da física, lembramos que tudo é energia... E quando falamos em som, falamos da geração e propagação de uma energia que se dispersa, as ondas sonoras irradiam essa energia até nós. Daí se entende porque a música altera o aspecto dos ambientes, o estado de espírito, faz chorar ou sorrir, conduz certas reflexões, transporta o pensamento a momentos passados ou projeções futuras, traduz idéias e sentimentos que textos não mensuram. Toda religião tem seus hinos, mantras ou cânticos que aproximam o humano ao Divino. De tempos pra cá fala-se em 'musicoterapia'. Até mesmo a natureza age diferente dependendo do som que se produz, experimenta colocar um Heavy Metal da pesada em alto volume próximo a uma casa de abelhas, brother... Ou então observa a diferença nas imagens que as moléculas de água formam ao som do mesmo Heavy Metal e depois ao som de música clássica, por exemplo. É impressionante.
Sem falar nas campanhas publicitárias, já observou que todas têm um fundo musical sugestivo? Especialmente as de maior repercussão, aquelas que querem ganhar seu coração despertando os melhores sentimentos... A coca-cola é campeã no assunto.
Há que se falar em respeito pelo que cada um curte ouvir, somos livres, agora mesmo to aqui escrevendo ao som de U2. Mas quando (ou se) o ser humano despertar pra conhecer mais a própria essência e o que lhe constitui em termos de energia fluente e condensada, imagino que teremos pessoas com um gosto mais apurado. Tudo que se transmite, se atrai. Toda atenção que se dá, é uma abertura. Toda energia que a gente compartilha, também fica de alguma forma.
Abraço tem que ter pegada, jeito, curva. Aperto suave, que pode virar colo. Alento tenso, que pode virar despedida. Abraço é confissão.
Abraço não pode ser rápido senão é empurrão. Requer cruzamento dos braços e uma demora do rosto no linho. Abraço é para atravessar o nosso corpo, sinal de respeito.....abraço alivia as dores de quem precisa de afeto, com o abraço nos sentimos mais protegido e amados. De que me vale tudo na vida se não tenho a quem abraçar, se não tenho quem me abrace. Abraço é também ofertar o ombro a um amigo para chorar, para sorrir, é fraternidade e remédio para o coração. Neste Natal ao invés de dar apenas um aperto de mão para seus familiares, aos seus amigos; dê um abraço, não há coisa melhor do que um abraço forte e carinhoso em quem amamos. Mais vale um abraço verdadeiro do que presentes sem sentido, o natal é a época de comemorarmos o nascimento de Cristo, esse papo de Noel é coisa sem graça, merchandising de quem visa lucro, seria valido se Noel aos invés de presentes nos trouxesse a verdadeira razão do dia 25, que é a conscientização do nascimento de nosso salvador, e nós ao invés de trocarmos presentes, trocássemos abraços e amor verdadeiro com cumplicidade, amor e paz....
nene policia
Errar é humano.
Mas errar sem concluir o ato… tem perdão?
Hoje sou responsável pela angústia que carrego no peito.
É uma dor que nasce da culpa — culpa de um erro cometido no impulso, capaz de colocar tudo a perder.
Deus não tem nada a ver com isso.
O erro foi único e exclusivamente meu.
Tento, às vezes, criar desculpas para um erro idiota que cometi.
Digo a mim mesmo que não cheguei a concluir, que fui vigiado, que nada aconteceu de fato.
Mas e daí?
Nada disso diminui a minha culpa, nem alivia a minha dor.
Hoje vivo no calabouço que eu mesmo construí.
Uma prisão feita de culpa, aperto no peito e solidão.
Carrego o medo do amanhã, o medo da espera, o medo do silêncio.
Já pedi perdão.
Já me desculpei.
Já prometi que não voltaria a errar.
Nada adiantou.
Chega um momento em que insistir deixa de ser amor e passa a ser negação.
E eu entendo: há coisas que não têm mais volta.
Sinto-me prisioneiro do que fiz.
Talvez, se o fim tivesse vindo apenas pelas incompatibilidades —
pela parte financeira,
pelo passado,
pela idade,
pela negativa de filhos —
a superação fosse mais fácil.
Mas não foi assim.
O que me resta agora é seguir a vida.
Mudar os hábitos que me levaram a esse erro.
Aprender com a dor.
Assumir o que fiz sem me definir por isso.
E, com humildade,
esperar que o futuro me encontre melhor do que fui.
