Minha Alma tem o Peso
Mesmo quando ninguém acredita em mim, eu sigo firme, porque minha fé e minha determinação são inabaláveis.
Minha mente é um imã para riquezas ilimitadas. Com sabedoria divina, eu crio, prospero e multiplico. O poder de Deus guia meus passos, e minha riqueza serve para impactar e transformar vidas.
Minha mente gera riqueza antes mesmo que minhas mãos a toquem. O invisível já está se tornando visível.
Meu destino é a grandeza, minha missão é a prosperidade. Caminho para ser trilionário e levo comigo todos que acreditam no poder da abundância!
Se minha mentalidade fosse a única coisa entre mim e meu primeiro trilhão, eu já estaria lá ou ainda estaria me sabotando?
Se eu não mudar nada na minha vida a partir de hoje, será que um dia alcançarei meu trilhão? O que preciso fazer diferente agora?
O que minha versão trilionária faria hoje que eu ainda não faço? E se eu começasse agora, sem esperar mais?
"Eu inspiro, elevo e prospero, porque meu propósito é maior que eu mesmo e minha riqueza serve para transformar vidas."
Jesus, limpa minha boca e meu coração. Que eu pare de falar o que não edifica e passe a espalhar palavras que curam e constroem.
Nesta Páscoa, quero renascer contigo, Jesus. Que minha vida seja um reflexo do Teu amor, da Tua paz e da Tua verdade.
Pai Celestial, eu Te peço que guarde meus pensamentos. Que tudo o que ocupar minha mente seja puro, verdadeiro e agradável a Ti. Quebra os grilhões que me ligam à imoralidade, e me dá domínio próprio pelo Teu Espírito. Que a Tua Palavra seja minha espada, minha força e meu escudo. Em nome de Jesus, eu declaro: sou livre, sou santo, sou Teu. Amém!
"Minha realidade ainda não reflete tudo que eu sou por dentro. Mas a riqueza que carrego está moldando meu futuro."
Verbos afáveis salvam meu repertório
e tornam possível minha tênue,
mas consistente,
expressão do ser.
A vida,
tal qual dança caudalosa de ciclos,
expande memórias,
e reverencia minha ancestralidade,
num resgate semiótico,
de cada história.
Esperei por vezes,
gratas surpresas,
agasalhadas em celofane
e trançadas em horizontes.
Já abreviei caminhos,
já estilhacei apreços,
por acreditar na proximidade,
de milagres e recomeços.
Eu não estive só,
mas bebi,
rouca e inerte,
no cálice da solidão.
Sigo, por vezes, calada,
adornada de loquaz verniz.
Alternando períodos,
Simples ou compostos,
Vibrando, sempre,
a emoção de uma aprendiz.
A vida,
tal qual dança caudalosa de ciclos,
expande memórias,
e reverencia minha ancestralidade,
num resgate semiótico,
de cada história.
