Minha Alma tem o Peso
No hoje a minha emissão é a propaganda do ápice
Sem previsão da etiqueta concebida que em boas
Maneiras substituiu a vírgula por reticências;
Aliás... Escrito ou falado, não haja um ponto final;
O verso declamado é o meu espontaneísmo...
Inspira-me ao ritmo que juntamente
A poesia se dá sentido à vida;
De certo um sentimento aleatório feito uma queda
D’água sem exagero em uma modernidade tardia...
Beira um coração que dá reticências no que queira falar;
A matemática confunde a minha cabeça, mas eu sei que preciso dela!
Pois precisarei fazer o calculo dos amantes para ser feliz;
A minha força? Ah... Minha força está no amor
Ou nas palavras que encantam no intimo
Ou descaradamente, insinuante...
Para então se declarar;
Não tenho medo do “Não”! Nem de palavras soltas ao vento
Pois me faço entendedor quando não me veem atento;
Sempre acreditei em destinos ou que minha história já estaria pronta...
Mas descobri que nós mesmo que fazemos a nossa própria história;
Tanto errei em minha vida,
Que me reinventei para aprender
A me amar e acertar...
Com coragem vou além
Do que os meus passos
Poderia ir ou alcançar...
Perco o chão, mas não a chance...
De amar com o meu coração
Para enfim me encontrar;
Tuas atitudes me enlouquecem de alguma forma...
Teus trejeitos são minha perdição
Quanto mais te permito mais ensandecido fico;
Tua beleza é tão reluzente que as estrelas caem diante de você
As tuas imagens sensivelmente me conduz
E as tuas ameaças me encantam;
Hoje o sol não nasceu e me sinto tão submissa ao meu prazer
Que minha inocência se perdeu por entre os desejos de mulher...
Mas não há lamentações, mas sim vontade de viver...
Me cubra com o teu melhor olhar
Para curar-me da minha loucura
Que não há cura alguma...
Venha me decifrar
Ou me compactar
Para que minha restauração
Seja concluída;
Verifique o meu sistema
E entenda o código do meu coração...
Minhas necessidades requerem mais
Memória para amar...
Essas tuas carícias que tanto me enlouquecem e desatinam a minha razão...
Me perco dentre esse pecado e me encontro por entre essa indecência
Que meus desejos querem sentir
Sinto uma vontade desesperada
De lhe sentir, te amar e te tocar;
Tuas mãos me fazem perder todo juízo
Que ainda me resta...
Atenuado estou esperando
Que faça comigo o que bem entendes
Domine-me ou me guarde
Para desvendar todos os detalhes de meu corpo;
Tenha-me sem me prender
Dê-me asas para voar
E logo voltar com boas novas;
Perfeição não é o meu lema, pois não almejo! Mas sim busco a evolução para conquistar a minha felicidade;
Minha pequenina se encaixe em meus braços com uma intensidade
Ardente e te faça sentir tamanho prazer com o calor sentido...
Venha me sentir... Com beijos vorazes apertos indecentes
E se permitir com um momento selvagem...
Nas montanhas da loucura
Espero a minha princesa árabe
Mas não quero que
A loucura roube a minha vida...
Pule a minha janela para me surpreender de forma singela
Porém indecentemente, no qual me faça desatinar a minha razão...
Se entregue a mim, sem algemas e nem prisões por que a ti...
Somente o melhor;
Feche os seus olhos e me tenha em seus pensamentos
Pois que em cada palavra minha escrevo um pouco de nós dois;
Permita-me admirar a tua nudez de forma prazerosa;
Venha sonhar junto a mim
E escrevermos juntos a nossa
História com altos e baixos
Que a vida tem a nos oferecer
Quero viver você
E ter uma história de prazer!
Ergo a minha flâmula com esperança de amar
Assim como o canto em seu belo dia... De quem vai gostar;
Sem saber que sabia... A minha sabedoria
Soube saber o sabido... Por onde voa o sabiá;
E em minha constante confusão
Não entendo o meu próprio coração
Faço ideia do meu dia em uma breve inspiração;
