Minha Alma tem o Peso
Não quero um testemunho que faça as pessoas admirarem a minha superação; quero um testemunho que faça as pessoas adorarem o meu Deus.
Que a minha vida seja uma seta apontando para Cristo: que ninguém pare em mim quando Deus for o destino.
Se um dia me virem de pé, não celebrem apenas a minha resistência. Celebrem a graça que me impediu de cair para sempre.
Se minha vida é dEle, meus dons são dEle, minhas conquistas são dEle e meu futuro é dEle, então a glória também é somente dEle.
Quanto mais Deus me revela, mais percebo o quanto ainda existe nEle que ultrapassa minha compreensão.
Quanto mais profunda for a minha compreensão de Deus, mais humilde deve ser a minha postura diante dEle.
Quanto mais conheço a Deus, mais percebo que minha resposta não é orgulho pelo que sei, mas reverência diante de quem Ele é.
Minha história não é um monumento para o meu nome; é uma seta apontando para o Nome acima de todo nome.
Se tudo é por Ele e para Ele, então minha vida não pode terminar em mim. Ela precisa apontar para Ele.
Não atribuo à minha força aquilo que somente a graça de Cristo poderia realizar. Se ainda estou de pé, toda a glória pertence a Ele.
Aquilo que esperavam que me destruísse não conseguiu, não pela minha força, mas porque a graça de Cristo me sustentou.
Se minha permanência incomoda, olhem para Cristo, não para mim. Eu sou apenas testemunho daquilo que a graça pode fazer.
Minha salvação não é um troféu que me torna superior; é uma prova de que a misericórdia de Deus é maior que a miséria humana.
Se a minha permanência incomoda, não é porque eu seja forte demais; é porque a graça de Deus foi maior do que aquilo que esperavam que me destruísse.
Minha permanência não é uma provocação. É um testemunho: aquilo que tentaram transformar em fim, Deus transformou em testemunho da Sua graça.
