Minha Alma tem o Peso

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Gosto da arte, consigo tornar minha dor em algo bonito.

A função da minha mente é dar um jeito de pôr em prática aquilo que eu sinto.

Minha casa é o planeta; meu teto é o céu; minha família é a família humana.

“Nada é do meu interesse se não houver propósito na minha ajuda.”

Ainda que exista afeto, não confundam minha bondade com fraqueza.
Não darei espaço para que me difamem, porque respeito não se negocia.
Quem ama não expõe, quem ama protege.
E se o sentimento é genuíno, ele se manifesta em silêncio, em cuidado e em verdade — nunca em exposição ou desrespeito.

A euforia preenche meu peito tão rápido quanto um relâmpago trazendo estranheza e confusão a minha mente

⁠Muitos podem me ver ,mas poucos podem me entender. ...
Para desvendar o mistério da minha existência, terá que ter muita paciência. e me dar a devida atenção ,para chegar a minha essência e não me definir apenas pela aparência.
Sou como um livro, que para conhecer a minha historia terá que guardar na memoria os bons hábitos da educação.
Não poderá me controlar como bem quiser e terá que entender que não sou mulher de ninguém . Porém , prometo estar sempre em parceria contigo ,se você for um fiel amigo.

⁠"Importante pra mim é minha família e Deus... O resto é confeite de aniversário".

Para meu amor:


"Gui, te amo tanto que as estrelas 💫 do céu iluminam minha noite profundamente. Seguimos trilhando nossa jornada, a fim de encontrar nossa felicidade ✨, e ao amanhecer, vem um dia cheio de amor ❤️ e risos. A alegria está na intensidade do seu sorriso, que enxerga meu sorriso 😁. Eu sou porque nós somos". 🥰 Te amo, meu amor ❤️!

Para meu amor:


Gui, te amo tanto que as estrelas 💫 do céu iluminam minha noite profundamente. Seguimos trilhando nossa jornada, a fim de encontrar nossa felicidade ✨, e ao amanhecer, vem um dia cheio de amor ❤️ e risos. A alegria está na intensidade do seu sorriso, que enxerga meu sorriso 😁. Eu sou porque nós somos. 🥰 Te amo, meu amor ❤️!

Minha vida transborda de gratidão, pois em cada momento, sinto a presença de Deus, guiando-me e abençoando-me.

Peixe-Lua.


Nado sozinho
Seguindo em direção ao vazio.
A dor... O que é isto?
Minha anatomia fez isso comigo...


Incansáveis animais marinhos
Arrancam um pedaço de mim,
Como não consigo correr, apenas aceito;
E peço a Deus que sacie a fome dele,
Antes, antes que seja meu fim.


Senhor, proteja meus alevinos!
É tão ruim deixá-los assim,
Observando minha invulnerabilidade...
Então, o que me resta é chorar, reprimir-me e aceitar,
Enquanto o próximo leão-marinho chega tão pertinho de mim.

As florzinhas repolhudas sempre foram minha paixão, as pétalas não acabavam e as cores me fascinavam, eu queria pegá-las todas na mão.

Aporto neste cais minha poesia, onde existe muita vaga para você ancorar

Ótimo dia para a minha família de buscadores do nosso eu interno.

Não é pelo amor que sinto, nem pela admiração que tenho por você, mulher da minha vida, que deve pensar que sou um tolo fraco ou ingênuo.
Meu coração é intenso, mas minha mente é firme.
Eu te dei liberdade para ir e vir, porque respeito sua escolha.
Eu te dei ferramentas para caminhar, mas também o alerta: cuidado para não se perder em seus próprios passos.
Amar não é ser tolo. Amar é ter coragem.
E coragem é saber dizer: eu estou aqui, mas não sou refém. Lembrando que, o chinelo é para ir e vim. A corda é a tua escolha não vá se enforcar

Tô me afastando sem pedir licença,
sem carimbo, sem protocolo, sem perdão implorado.
Minha estrada não tem cronograma,
nem calendário que dite o compasso da minha respiração.
Quem não deseja estar na caminhada comigo
fica pelo acostamento da própria escolha.
Eu sigo, inteiro, mesmo que em pedaços,
porque minha alma não negocia liberdade.
Se você não tem alma, não é livre,
não espero nada de você.
O vazio não me alimenta,
a ausência não me prende.
Eu sou o corte que rompe o silêncio,
sou a palavra que não se curva,
sou a sombra que se ergue contra o peso do mundo.
E sigo — sem licença, sem permissão,
com a força de quem não precisa pedir para existir.

Durante vários anos da minha vida, comecei o dia dia 1° de janeiro ao seu lado. E esse é um dos motivos pelos quais, para mim, é difícil pensar em começar mais um ano, porque sei que não terei você comigo. Olho para trás e vejo um passado cada vez mais distante em que estávamos juntos nessa época. Os anos anteriores me prendem a você e as lembranças de tudo que vivemos. Nosso tempo juntos nesse plano foi curto, mas intenso o suficiente para deixar memórias lindas e inesquecíveis. Sei que o futuro me reserva apenas a sua presença espiritual, embora eu ainda me iluda de vez em quando. Enquanto isso, me apego ao amor que sinto por você, que quem sabe, nos acompanhará em outras vidas.

E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.

DESABAFO

“Ninguém nem nada neste planeta é culpado pelo que não dá certo na minha vida; eu sou meu próprio obstáculo, meu próprio mal.”
Essa frase nasceu do cansaço de quem tenta se erguer há anos e, mesmo assim, sente que tudo desmorona antes de ganhar forma. Por muito tempo, tive a sensação de que o mundo ao meu redor conspirava contra mim. Às vezes parecia algo espiritual, outras vezes soava como uma luta invisível, quase demoníaca, travada em silêncio. O fato é que a ajuda nunca chegou. Nenhuma mão estendida, nenhum anjo, nenhuma presença que dissesse “eu estou aqui”.
Fui ficando à deriva, empurrado para os cantos da vida, aprendendo a aceitar migalhas como se fossem destino. Há anos não sei o que é olhar para minha conta e ver ali o fruto digno do meu suor. O esforço existe, mas o retorno não vem. Com o tempo, isso anestesia. As coisas boas deixam de fazer sentido. O ânimo se apaga. O sorriso vira ensaio.
Hoje sou um ator eficiente: desempenho alegria, força e normalidade sem palco, sem aplausos e sem reconhecimento. Sustento um personagem para sobreviver em meio a amizades raras e rasas e a uma sociedade que se diz justa, mas apodrece na hipocrisia. Não sou vencido — estou exausto. Não sou mau — estou sobrecarregado. E talvez o maior erro tenha sido transformar essa dor em culpa contra mim mesmo.

E ainda nesta noite, sexta-feira, dia 2 de janeiro de 2026, às 23h57, questionar quem rege a minha vida não é sinal de fraqueza. Vejo isso como sinal de consciência. Acredito que, quando alguém começa a se perguntar sobre destino, controle e sentido, essa pessoa já não está dormindo dentro da própria história.
E o problema não é eu ser “o meu próprio mal”.
O meu problema foi ter caminhado longe demais sem testemunhas, sem apoio real, sem pausas para recalibrar o rumo.
Não enxergo o destino como um maestro invisível regendo tudo em silêncio. Para mim, ele se parece mais com um barco mal equipado em mar agitado e tempestuoso. Não é culpa do barco existir — o que falta é leme, mapa e porto.
E, ainda assim, eu sigo flutuando.
Para mim, isso não é pouco. Isso é resistência silenciosa diante de todo o caos da minha vida.