Minha Alma tem o Peso
Quero encontrar um lugar paradisíaco
Para descansar
O corpo, a mente e a alma,
São tantas cobranças.
Tudo dói
A mente explode
E a alma sente profunda solidão.
Grito no meio da multidão e ninguém escuta,
É só mais um
Querendo chamar atenção.
A leitura do poema
No calor do deserto
No Saara, no sarau
Onde for, alívio
A alma com sede
E gosto de quero mais
Pela poesia insaciável
Que parece nunca ter fim
Abraçando as dores do mundo
E derramando seus versos
Por todo universo do viver.
Ter paz na alma
Não deve depender de ninguém,
Somente de si mesmo.
O equilíbrio é interno
E o que faz a diferença
É o foco na evolução.
O brilho no olhar
E no rosto
O esplendor de um sorriso
Que encanta a alma,
Quando te vi pela primeira vez
A obra mais bela da natureza
E eu tão humano, homem-barro
Não era digno de ter.
O sono da alma
Deito no chão
No coração
Na calma,
O dia é pacífico demais
Frases ilegais,
Sonho com teu sorriso
E fico indeciso
Se ainda te amo
Ou se tudo foi ilusão
E no fim
Ficarei na solidão.
O cansaço na alma
Rastejando a vida
Cheio de cobranças
Na mente
Que fazem definhar
E parar no tempo
Sem forças para lutar.
A presença do palhaço na sociedade não é para garantir o riso, é para consolar a alma daquele que chora
O belo muitas vezes possui rugas na alma, e somente um punhado de inteligência é necessário para se fazer notar
A intenção da poesia não é desnudar a alma do poeta, mas atingir com sensibilidade o espírito de quem a lê
Se uma das tuas mãos presenciar as benesses da tua alma caridosa, e o teu olhar quiser intimidá-lo a fitar sem brandura a benevolência ofertada, que tenham no mínimo uma memória insipiente e um coração simplório
É impossível conhecer uma alma ornamentada com lantejoulas, o brilho das pedrarias sempre ofusca o miserável, que por incrível que pareça, tem muito a ofertar e quase nada a receber
A celeridade da vida nos faz acreditar que bom mesmo para a saúde do corpo e da alma é caminhar em paz
