Minha Alma tem o Peso
Sou alma pedida em teus lábios,
O vasto sentimento que vangloria...
Sobre olhares dos deuses sois minha alma...
Tão vivida, tão clara nas planices de minha alma...
O último suspiro é simplicidade o abraço da eternidade...
Calida alma rebelde floresce.
Sempre haverá um pássaro que voa.
No relento de nossas vidas
Somos a madrugada serena...
No céu tudo tem a liberdade...
E percebemos que a terra ainda azul água do mar parece verde,
Ventos uivando palavras jogadas na imensidão...
Relatos de um amor perfeito e iluminado por toda vida da terra...
Então a chuva aparece com lágrimas de uma paixão surge em labaredas de fogo no trovão. Um grito que silencia nossos olhos mortos pelo ardor do luar.
Memórias sãos perdidas mais os fatos históricos marcam o profundo da alma...
(...) Sinopses dos mortos somos culpado pelo fato de sermos alienação e enganado, o custo foi nossos parentes, pais e mães . Serem mais uma vez omissos... e alienação intelectual sera uma nova apologia do nosso mundo contemporâneo...
Não tenho espírito nem alma...
Sou apenas olhares no vazio,
Distante de tudo caminho sempre haverá um amanhã.
O que é alma de um ser crítico?
Sua essência é simplicidade compreensão do todo para o todo sempre tendo senso crítico e moral dentro da ética da filosofia.
A alma rebelde floresce em conflitos de alienação intelectual e social.
Enquanto o ser do senso comum vive no sistema caótico alienado.
Podemos contemplar cubismo político e seus efeitos na sociedade moderna.
Aonde o feudalismo digital e domínio astronômico digital mesmo deepweb...e na darkweb feudalismo cria raízes.
O Frio das Correntes
O frio das correntes é o frio da alma.
O frio da liberdade tardia, no contraste cruel da fome.
O frio do aço, que range e se move a cada movimento do corpo.
O frio de cada corte, pois o metal rasga a carne nas suas amarras.
O castigo imposto... porque a sua cor te define.
Mas esse mesmo frio alimenta a indignação.
A liberdade tem preço, tem credo, tem luta.
E o frio continua nos castigos modernos,
Ditados pelos novos senhores da terra,
Os mesmos senhores que ainda conduzem o povo.
Nos calamos diante da autoridade?
Devemos engolir tudo em silêncio...?
Somos prisioneiros apenas por sermos afrodescendentes?
Ou será que nos tornamos frios, distantes daquele mundo espiritual
Onde somos uma única raça, uma única existência?
Aqui, o credo e a cor ainda servem para definir o opressor.O Frio das Correntes
O frio das correntes é o frio da alma.
O frio da liberdade tardia, no contraste cruel da fome.
O frio do aço, que range e se move a cada movimento do corpo.
O frio de cada corte, pois o metal rasga a carne nas suas amarras.
O castigo imposto... porque a sua cor te define.
Mas esse mesmo frio alimenta a indignação.
A liberdade tem preço, tem credo, tem luta.
E o frio continua nos castigos modernos,
Ditados pelos novos senhores da terra,
Os mesmos senhores que ainda conduzem o povo.
Nos calamos diante da autoridade?
Devemos engolir tudo em silêncio...?
Somos prisioneiros apenas por sermos afrodescendentes?
Ou será que nos tornamos frios, distantes daquele mundo espiritual
Onde somos uma única raça, uma única existência?
Aqui, o credo e a cor ainda servem para definir o opressor.
A poesia calma e a alma permuta no profundo algoz.
Por Celso Roberto Nadilo
A voz no silêncio de nossa consciência mesma que grita bom dia acordei.
A Balança da Existência: A Métrica da Alma
Dizer que o valor da alma é o mesmo valor da existência é reconhecer uma simetria perfeita. Espírito e matéria, observador e cosmos, pesando exatamente o mesmo no tecido do espaço-tempo. Um não existe sem o outro; são duas faces da mesma moeda quântica.
No entanto, essa equivalência é apenas um estado de repouso temporário. O verdadeiro teste ocorre quando o universo ativa a sua própria balança — a métrica definitiva onde a ilusão se desfaz e o valor real da existência é pesado contra o absoluto.
É no prato dessa balança (seja a gravidade das estrelas, a medição quântica ou o julgamento ancestral nas câmaras ocultas) que descobrimos se somos apenas reações químicas passageiras ou a própria consciência que dá peso e significado ao infinito. A existência só se torna real quando compreende o seu próprio peso.
Beira da Alma
Por Celso Roberto Nadilo
As fontes das lágrimas são expostas
pelo simples ato de existir, bem na beira da alma.
A dor existencial, a dor da tristeza,
a dor emocional, a dor da perspectiva.
Na alma, o sonho permanece rebelde,
pois o espírito do intelecto está intacto.
Na imensidão, olhamos mais fundo e achamos um sentido contemporâneo;
o desejo profundo se torna o tempero mais forte,
como pimenta no caldeirão.
Esmorece o fogo primordial dos sentimentos
que invadem o coração,
quase parando ante a resiliência da alma.
A vertente que banaliza os afetos invade o peito num deserto atroz.
Mas há o brilho da luz que invade a madrugada.
A sintonia sutil, no exato momento
em que criamos fantasias.
A afasia da alma, aprisionada no continuum cósmico, projeta-se no espelho do espaço profundo. Diante de nós, a horda de asteroides errantes avança como um conjunto de seres vivos; suas trajetórias solitárias nos ensinam a contemplar a escuridão com novos olhos.
Na nossa linha de visão, aglomerados urbanos espaciais misturam-se a fenômenos astrais e nuvens densas de energia primordial. A luz rebate, e a lua renasce do vazio. No horizonte que hoje desenhamos, Marte e Netuno já se estabelecem como as bases do nosso futuro, enquanto os pássaros da imensidão planam sobre as areias do tempo.
No fim, tudo o que deriva da luz revela-se uma sutil manipulação da nossa própria imaginação — uma fuga criativa diante do fato mais intrigante: as eternas amarras da condição humana.
Por Celso Roberto Nadilo
Sementes
Nos segredos desta vida, no germinar da semente,
a alma se enlaça em suave poesia crescente.
Envolvida em véus de ternura e dor contida,
transforma a tormenta em serenidade fluida.
Sussurros tristes do vento acariciam o ser,
revelando histórias que só o silêncio pode entender.
Cada lágrima é gota que rega o coração,
fazendo brotar a mais doce e terna canção.
Nem sempre o chão da alma é seguro,
às vezes afunda, se quebra, se perde no escuro.
Nem sempre o tempo cura qualquer dor,
há feridas que insistem em viver no interior.
O sabor a fim do mar, que vem do escuro,
é o eco das dores, um sabor tão puro.
É o que resta do calor que um dia brilhou,
é o suspiro quieto de um amor que acabou.
No silêncio profundo, onde a alma se esconde,
há uma espera longa, onde a esperança responde.
Nem tudo se apaga, nem tudo se vence,
mas há na dor tristeza que também nos convence.
Que mesmo o chão incerto, por mais que balance,
carrega a vida, a luta e a esperança.
E no sabor amargo que deixa o fim do mar,
floresce a coragem para recomeçar.
O céu da alma
Nuvens carregadas cruzam o céu da alma,
pesadas de dor, tecem véus de tristeza.
No horizonte, o deserto sussurra em silêncio,
sedento e vazio, busca a esperança perdida.
Poeira, pó... fino manto cobre o que restou,
enterra sonhos sob o peso do desamparo.
Cada grão, um suspiro de abandono,
cada vento, um lamento perdido no espaço.
Mas mesmo na sombra densa do sofrimento,
há um brilho tênue, escondido nas fissuras.
Pois até as nuvens mais negras se desfazem,
e a vida insiste — renascendo na ternura.
