Minha Alma tem o Peso
O equilíbrio da vida
O verão chega com seu calor suave,
acaricia a pele e renova a alma,
o mar canta em ondas calmas e leves,
trazendo paz que faz tudo ficar calmo.
Viajar é abrir portas ao novo,
respirar o ar puro da natureza,
sentir a terra, o sol e o vento,
é o caminho perfeito para a beleza.
Tudo se encontra em equilíbrio:
corpo forte, mente leve, coração são —
saúde é colher o que a vida oferece,
em cada pôr do sol, em cada estação.
DEFESA CIVIL: ALMA E CORAÇÃO
No sertão e na cidade,
Na montanha e no baixão,
Existe uma grande força
Feita de união e ação.
Tem alma de solidariedade,
Tem coragem no coração,
É a Defesa Civil viva,
Servindo a população.
Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.
Muita gente ainda pensa
Que é apenas repartição,
Mas quem conhece sua essência
Sabe bem sua missão.
Não é somente um órgão,
Nem vive só na gestão,
É sistema que integra
Toda a Federação.
Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.
União, Estados e Municípios,
Cada qual com sua função,
Somam forças com o povo
Em perfeita integração.
Bombeiros, escolas, igrejas,
Empresas e associação,
Todos formam essa rede
De proteção e prevenção.
Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.
Quando o risco é identificado,
Começa a preparação,
Mapeando as ameaças
Com estudo e observação.
Planejando cada passo,
Fortalecendo a região,
Para evitar que o desastre
Cause dor e destruição.
Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.
A prevenção é o caminho
Mais seguro e eficaz,
Pois evita sofrimento
E protege muito mais.
Obras, alertas e campanhas,
Conhecimento que satisfaz,
Construindo comunidades
Mais seguras e capazes.
Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.
Mas se a força da natureza
Chega sem pedir permissão,
Vem a resposta imediata
Com coragem e prontidão.
Socorrendo os atingidos,
Levando apoio e atenção,
Para salvar vidas humanas
Na mais dura situação.
Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.
Depois da tempestade forte,
Da enchente ou vendaval,
Chega a fase da recuperação
Do cenário ambiental.
Reconstruindo esperanças,
Com esforço coletivo e leal,
Para que a vida retorne
Ao seu curso natural.
Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.
Assim gira o grande ciclo
Da gestão do desastre então:
Prevenção e preparação,
Resposta e recuperação.
Um trabalho permanente,
Movido por dedicação,
Protegendo cada cidadão
Com amor e vocação.
Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.
Que essa mensagem alcance
Toda a nossa população,
Mostrando que a segurança
Nasce da participação.
Pois quando o povo se une
Em espírito de cooperação,
A Defesa Civil revela
Sua alma e coração.
Com Deus no Comando e juntos numa só voz:
Defesa Civil somos todos nós.
“Nem todo silêncio é ausência de resposta; às vezes é apenas o espaço onde a alma ainda está tentando se compreender.”
— Juliana Hoffmann Liska
A dor do abandono
é quase insuportável
dói a alma, dói por dentro..
Ela é quase incurável
A dor do abandono
é uma dor que não se vai
nos perturba, nos aflige
E não há como ter paz
A dor do abandono
faz o peito chegar a arder
você chora perde o sono
Pensa até que vai morrer
A dor do abandono
é uma dor que agoniza
falta ar você pede a morte
E nunca sabe se termina..
A dor do abandono
é uma dor martirizante
nos deprime, nos afunda
Não há como seguir a diante
Eu sou dessas que amam sem economizar. Leonina de alma quente, de coração que se entrega inteiro, de mãos estendidas e olhos cheios de promessas. Quando amo, faço do outro um reino e, dentro de mim, acendo fogueiras que não sabem arder pela metade.
E então…
Você surgiu, trazendo esperança. Não a esperança ingênua de quem sonha sozinha, mas aquela que nasce quando um homem olha uma mulher nos olhos e a faz acreditar que vale a pena permanecer, tentar e florescer.
Você me deu a coragem de imaginar um amanhã. E eu, sendo quem sou, transformei pequenos gestos em constelações, palavras em abrigo e possibilidades em eternidade.
Porque eu amo assim: intensa. Não sei amar em doses pequenas. Meu coração não conhece o raso. Sou tempestade e sol, coragem e entrega. Sou leonina. Carrego a mania bonita de acreditar, de proteger, de oferecer o melhor de mim.
E é justamente por isso que a esperança que um homem desperta em mim se torna tão poderosa. Ela não encontra apenas uma mulher; encontra um universo inteiro, pronto para amar, cuidar e fazer do sentimento uma obra grandiosa.
Sou feita de intensidade. E quando me dão esperança, eu a transformo em amor — daquele amor que ilumina, aquece e se oferece por inteiro, sem medo de ser imenso.
Eu acredito no amor de verdade, no amor que dura pra sempre, em alma gêmea. A gente só fala de coisas bobas e divertidas, então você nem imagina isso.
Mas eu acredito sim. Sempre penso que pode dar certo, que dessa vez é diferente. Talvez por isso eu me decepcionei tanto.
"Olha que legal: fui atrás do amor e ele já estava aqui. Fui tentar ser feliz e já fiquei feliz sem saber."
Felicidade Coisa de Gente...
Alexandre Sefardi
Céu cor de Abóbora!
O Alívio que a Alma sente quando chega no céu.
— É o mesmo que você ouvir sua música preferida.
— Jovens por toda eternidade cantam no vento ouve os pássaros cantando e formam orquestra em baixo da videira.
Uma das piores dores que eu já experimentei tinha gosto de fel.
Degustei na alma a indiferença das pessoas que eu mais amava.
_Van Escher_
Não é se esconder, é blindar a alma.
Não quero ficar às escondidas.
Eu sei exatamente o que eu quero.
E quero mostrar pro mundo.
Só não quero que o mundo roube minha felicidade.
Não quero que opinião alheia vire dona do meu riso.
Não quero que inveja se sirva do meu prato.
Então eu mostro.
Mas não entrego.
Brilho.
Mas não deixo tocar.
Vivo alto.
Mas com a raiz bem fincada onde ninguém vê.
Minha felicidade não é segredo.
Só não é pública.
— Van Escher
Boletim de ocorrência da alma.
É denúncia contra uma geração que prometeu presença e entregou ausência.
Que prometeu futuro e entregou SERASA.
Acusado: gente oca com boca de ouro.
Pena: viver devendo o que nunca vai poder pagar -
a paz que roubou do outro.
Van Escher
