Minha Alma tem o Peso
A ciência sem consciência.
Apenas uma decadência da alma.
Ciências sem consciência
Só tristeza e lágrimas.
Poeta vs Inteligência Artificial
Nós escrevemos com a alma... Com o olhar, com mãos calejadas...
Tu, escreves com comandos, fazes buscas rápidas, tens métricas e informações.... Fazes buscas em milésimos de segundos, e constrói e entrega o que foi pedido.
Pode parecer perfeito, mas, falta algo. Que não tens, e nunca terá, a alma poética.
Uma história pode ser escrita, narrada ou mesmo a ti solicitada e corrigida até se chegar ao perto de um poeta humano. Mas, o poeta tem sentimentos, amor, dor, ilusão, sofrimento, decepção...
Poetas não escrevem, declamam... Dizem por linhas o que se diria olhando aos olhos...
E nesse olhar mora a verdade que nenhuma máquina alcançará.
Cada verso carregado de vida, cada pausa marcada pelo coração, cada lágrima silenciosa que inspira uma linha...
Não há algoritmo que reproduza o tremor da emoção, o arrepio do encontro com a própria alma.
Enquanto tu replicas, o poeta se desnuda, se entrega, se transforma.
E é nesse espaço vulnerável, entre o sentir e o dizer, que nasce a poesia verdadeira.
Autores: Paulo Poeta Reis e Stephany Freitas
Eu poderia ter te colocado em meu coração,
Mas,
Por muito tempo
Te escondi no fundo da minh'alma,
Até que tive que arrancar-te dela e
Colocar-te na sola dos pés.
Eu mereço mais que você.
"Eu sou a Mentora Emocional que usa as Dores da sua Alma, como antídoto para ressignificar a sua vida!"
"Acolho suas Dores da Alma, te ensino ferramentas de transformação e te mostro que é possível renascer mais forte!"
Cultive o otimismo como a melodia que embala a alma, e a cada despertar, celebre o milagre da vida. Encontre a beleza nas pequenas coisas, a força nos desafios e a alegria em simplesmente existir. Valorize cada sopro, cada sorriso, pois são eles que tecem os fios da nossa preciosa jornada.
O Rio Interior
Quando a alma se encontra, em silêncio e paz,
Com a essência, que sempre nos traz
A verdade mais pura, o brilho do ser,
Então a vida, enfim, começa a florescer.
Por muito tempo, em busca de um lugar,
Corremos em círculos, sem nos encontrar.
Mas quando o olhar se volta para dentro, com fé,
Descobrimos a fonte, o que realmente é.
O interior, que antes estava oculto,
Agora deságua, sem medo, sem vulto.
Um doce fluir, Levam embora o peso, ensinam a sorrir.
Não há mais barreiras, nem falsos disfarces,
A melodia da vida, em seus próprios compassos.
Cada passo é leve, cada escolha é clara,
Porque a voz da verdade, em nós, se declara.
O Canto da Alma em Solitude
No vasto palco da existência, um véu,
Solidão, não vazio, mas um céu
De pensamentos, onde a alma se refaz,
Em silêncio, encontra a própria paz.
Não a dor do isolamento, o frio chão,
Mas a escolha de um doce reclusão.
Onde o eu se encontra, sem disfarce ou pressa,
E a voz interior, enfim, se expressa.
“Investir em você é se permitir momentos que iluminam a alma: provar o que sempre quis e experimentar a vida, enquanto há tempo.”
Sempre
Sempre quiseram brilhar,
Artur e Lian, no mesmo lugar,
irmãos de alma, mas tão dispostos
a tudo vender pra se destacar.
Sempre juraram crescer,
sem nunca parar pra entender,
que o ouro cansa, o poder corrói,
e o tempo ensina a perder.
Sempre tentaram subir,
rindo de quem veio a cair,
achando que a glória viria
sem nunca ter de dividir.
Sempre buscaram o valor,
no brilho do metal e no suor,
mas o brilho apagou cedo,
e a ganância virou dor.
Sempre, um dia, veio o quebrar,
Artur caiu, Lian quis ajudar,
mas o peso do orgulho antigo
não deixou o perdão falar.
Sempre, no fim, veio o chorar,
os tronos ruíram, o ouro secar,
e só restou a memória fria
de quem quis tudo e ficou sem lar.
Sempre, então, compreenderam,
que o poder é vento a passar,
e quem governa o coração
tem mais do que pode contar.
Sempre, no fim, vão lembrar,
que nada há pra se levar,
que quem vive só pra possuir,
acaba por nada ser e só ficar.
Entre paredes e silêncios
Encosto a alma no concreto,
como quem pede licença ao dia.
O copo pesa menos que o pensamento,
mas mais que a ausência que me visita.
Fecho os olhos, não por cansaço,
mas por querer ver o que não se mostra.
Há um mundo atrás das pálpebras,
onde o tempo não exige resposta.
A camisa branca guarda segredos,
como se o tecido soubesse demais.
E os muros, cúmplices mudos,
não perguntam, apenas me deixam ficar.
Não é tristeza, tampouco paz.
É esse meio-termo que me veste,
feito sombra que não quer ser noite,
mas também não se atreve a ser luz.
Que a letra da lei floresça em justiça, ao nome reflete a alma e a esperança. O nome é o grito do direito de ser, de pertencer, de existir, sob o sol, sob o céu, sob o luar. A existência ao amar!
Na água cristalina, um mergulho sereno,
Enquanto chapadamos, no infinito terreno.
A alma se renova, leve e inteira,
Ao contemplar a natureza verdadeira.
(Chapada dos Veadeiros-Go)
Conectar-se com a própria alma,
Abraçar o presente sem medo,
Viajar pelos caminhos do mundo
E colorir cada instante com coragem.
