Minha Alma tem o Peso

Cerca de 247078 frases e pensamentos: Minha Alma tem o Peso

O mundo sempre deu voltas;
Mas ultimamente ele tem pego atalhos.

Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

Tem gente que com simples olhar, busca o meu melhor sentimento;
Tem gente que mesmo sem saber, me acalma e por um instante me concede o melhor momento;
Tem gente que não sabe, mas abre minha alma e meu melhor querer.

Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

Um dia a vida te ensinará que tudo tem um porque; e vai entender o porquê não fora do jeito que você desejava.
Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

Segunda-feira tem cara de primeira;
E não é pela dianteira de outro dia que deixa de ser a entrada verdadeira.
A segunda-feira encontra a tal inércia, para sua ampla energia;
Tudo tem pressa, tudo caminha, e apronta para o novo dia;
Segunda-feira, não é por leseira, e sim por ser vista como preguiceira, que se torna nostalgia;
Mas, pra quem quer ser o primeiro, tem que ser certeiro e fazer valer primeiro a sua meta e sua ousadia.
Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

Todas as pessoas que você faz amizade, tem um sentido em sua vida.
Há uma troca de informações e influência.
Você perde e ganha em diversos aspectos.
Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

Enalteça a quem lhe tem apreço;
Seja de fato “valor”, isso não tem preço.

Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

Cada novo dia, tem sua propriedade; e as vezes não tem a luz que se espera; mas, não desista e faça seu dia brilhar.

Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

A mudança quase sempre assusta!
Mas, é preciso entender, que tudo na vida tem seu ciclo.
O que hoje lhe causa medo, pode ser a sua maior realização.
Busque conhecimento e tenha foco.
Realize-se.

Inserida por NaraNubia

Tem gente que não aceita e rejeita o que você é, e o que tens de bom e bonito.
Tem gente que a alma é pesada, enclausura, amarga, e nem por nada consegue apreciar um puro sorriso.
Tem gente que vive de mal humor, não reconhece, nem fornece gratidão e louvor que a vida oferece.
É tão bom ser de “boa”! ter positividade, humanidade, solidariedade, bons pensamentos, e tudo que entoa;
simpatia, alegria, amor, agradecimento, amizade e rir a toa.

Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

Busque sua felicidade;
Fale a quem você deseja, o que tem vontade e está guardado em seu coração.
Ame verdadeiramente; se entregue; perdoe.
Tudo passa, o tempo viaja em velocidade máxima.
Não permita que os outros denotem a sua sentença.
A sua vida pertence a você, desate o nó que lhe impede de ser único e ser feliz.
Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

A gente sempre espera que as pessoas mudem conosco. Mas, a mudança tem que vir de nós.

Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

⁠Saiba filtrar, quem realmente torce por você. Tem gente que não consegue aceitar que você esteja bem e feliz! E essa gente dá sinais da sua rejeição e resistência. Pra começar te observa sem ser visto; critica suas ações, no entanto é nítido que seu propósito é ser alguém como você…geralmente é uma pessoa covarde frustada.
Fique atento aos sinais.
Nara Nubia Alencar Queiroz

Inserida por NaraNubia

Sonhe e busque, contemple a natureza enquanto ainda tem o que contemplar.

Inserida por bimquintino

No caminho do calvário,seja o seu ou de outrem, carregue a cruz, pois chicoteadores já tem aos montes.

Inserida por bimquintino

"Quanto menos se sabe, mais certeza se tem."

Inserida por LiuBittencourt

"Todo tempo do mundo é nada, para quem não tem."

Inserida por LiuBittencourt

⁠"Tem gente que faz de tudo para não fazer nada."

Inserida por LiuBittencourt

⁠"O amor verdadeiro não tem explicação, apenas presença."

Inserida por LiuBittencourt

O lenhador

Um lenhadô derribava
as árve, sem percisão,
e sempe a vó li dizia:
meu fio: tem dó das árve,
que as árve tem coração.


O lenhadô, num muchocho,
e rindo, cumo um sarvage,
dizia que os seus conseio
não passava de bobage.


Às vez, meu branco, o marvado,
acordano munto cedo,
pegava nu seu machado,
e levava o dia intero,
iscangaiano o arvoredo.


E a vó, supricano im vão,
sempe, sempe li dizia:
meu fio: tem dó das árve,
que as árve tem coração.


Numa minhã, o mardito,
inda mais bruto que os bruto,
sem fazê caso dos grito
da sua vó, que já tinha
mais de setenta janero,
botô nu chão um ingazero,
carregadinho de fruto.


Doutra feita o arrenegado
inda fez munto pió:
disgaiô a laranjera
da pobrezinha da vó,
uma véia laranjera,
donde ela tirô as frô
prá levá no seu vistido,
quando, virge, si casô,
há mais de cincuenta ano,
cum o difunto, o falicido.


E a vó, supricano im vão,
sempe, sempe li dizia:
meu fio: tem dó das árve,
que as árve tem coração.


Do lado do capinzá,
adonde pastava o gado,
tava um grande e véio ipê,
que o avô tinha prantado.


Despois de levá na roça
cuma inxada a iscavacá,
debaxo daquela sombra,
nas hora quente do dia,
vinha o véio discansá.


Se era noite de luá,
ali, num banco de pedra,
cuma viola cunversano,
o véio, já caducano,
rasgava o peito a cantá.


Apois, meu branco, o tinhoso,
o bruto, o mau, o tirano,
a fera disnaturada,
um dia jogô no chão
aquela árve sagrada,
que tinha mais de cem ano.


Mas porém, quando o mardito
isgaiava o grande ipê,
viu uns burbuio de sangue
do tronco véio corrê!
Sacudiu fora o machado,
e deu de perna a valê!


E foi correno...correno!


Cada tronco que ia vendo
das árve, que ele torô,
era um braço alevantado
dum home, meio interrado,
a gritá: Vai-te, marvado!
Assassino! Matadô!


E foi correno! correno!


Cada vez curria mais!


Mas porém, quando já longe,
uma vez oiô para atrás,
vendo o ipê alevantado,
cumo um home insanguentado,
cum os braço todo torado...
cada vez curria mais!


Na barranca do caminho,
abandonado, um ranchinho,
entre os mato entonce viu!
Que vê si apara e discansa,
e o ranchinho por vingança,
im riba dele caiui!


E foi correno, e gritano!
e as árve, que ia topano,
o que má pudia vê,
cumo se fosse arrancada
cum toda a raiz da terra,
numa grande disparada
ia atrás dele a corrê!


Na boca da incruziada,
veno uma gruta fechada
de verde capuangá,
o home introu pulo mato,
que logo que viu o ingrato,
de mato manso e macio,
ficô sendo um ispinhá!


E foi outra vez correno,
cansado, pulos caminho!


Toda a pranta que incontrava,
o capim que ele pisava,
tava crivado de ispinho...


Curria e não aparava!


Ia correno sem tino,
cumo o marvado, o assassino,
que um inocente matô!


Mas porém, na sua frente,
o que ele viu, de repente,
que, de repente, impacô?


Era um rio que passava,
ali, naquele lugá!
O rio tinha uma ponte:
o home foi atravessá!


Pôs o pé.. Ia passano.
E a ponte rangeu quebrano,
e toca o bicho a nadá!


O bruto tava afogano,
mas porém, sempre gritano:
socorro, meu Deus, socorro
socorro, que eu vô morrê!


Eu juro a Deus, supricano,
nunca mais na minha vida
uma só árve ofendê!
Entonce, um verde ingazero
que tava im riba das agua,
isticou um braço verde,
dando ao home a sarvação!


O home garrô no gaio,
no gaio cum os dente aferra,
foi assubino, assubino...
e quando firmô im terra,
chorava cumo um jobão!


Bejano o gaio e chorano,
dizia: Munto obrigado!
Deus te faça abençoado,
todo ano tê verdô!
Vô rebentá meu machado!
Não serei mais lenhadô!


Depois desta jura santa,
pra tê de todas as pranta
a graça, o perdão intero
dos crime de home ruím,
foi se fazê jardinero,
e não fazia outra coisa
sinão tratá do jardim.


A vó, que já carregava
mais de setenta janero,
dizia que neste mundo
nunca viu um jardinero
que fosse tão bom assim!


Drumia todas as noite,
dexano a jinela aberta,
pra iscutá todo o rumô,
e às vez, inté artas hora,
ficava, ali, na jinela,
uvindo o sonho das frô!


De minhã, de minhã cedo,
lá ia sabê das rosa,
dos cravo, das sempreviva,
das maguinólia cherosa,
se tinha durmido bem!


Tinha cuidado cum as rosa
que munta vó carinhosa
cum os seus netinho não tem!
Dizia a uma frô: Bom dia!
Como tá hoje vremêia!
Dizia a outra: Coitda!
Perdeu seu mé! Foi robada!
Já sei quem foi! Foi a abêia!


Despois, cum pena das rosa,
que parece que chorava,
batia leve no gaio,
e as rosa disavexava
daqueles pingo de orvaio!


Ia panhano do chão
as frô que no chão cai!


Despois, cum as costa da mão,
alimpano os pingo dágua,
que vinha do coração,
batia im riba do peito,
cumo quem faz confissão.


Quando no sino da ingreja
tocava as Ave Maria,
no jardim, ajueiado,
pidia a Deus pulas arma
das frô, que naquele dia
no jardim tinha interrado!


E agora, quando passava
junto das árve, cantano,
chei dágua carregano
o seu véio regadô,
as árve, filiz, contente,
que o lenhadô perduava,
no jardinero atirava
as suas parma de frô!

Inserida por Pequenosol

⁠Tudo o que um ser humano precisa é de respeito e de alguém que confie nele. Tem que fazer por onde, tudo o mais nasce desse plantio

Inserida por rozzibrasil