Migalhas de Amor
Conquistar o amor,Lutar pelo amor, Insistir, aceitar migalhas...
Não é romântico é falta de dignidade. Pra você amar uma pessoa, é preciso dispor-se a cuidar desta pessoa, ser suporte, ser companheira de todos os momentos, e quando você implora carinho e luta para que alguém te olhe mais profundamente e encontre um motivo para te amar, isso fala muito sobre você, que não se ama e não dá para si o que espera que outro dê.
A autoestima ausente ou deficiente faz com que busquemos fora o que não conseguimos cultivar por dentro.
Tragicamente, o ser humano se habituou a viver migalhas do amor, porque na sociedade capitalista há uma regra infalível: quem ama não fica rico.
Moça, não chore mais, não sofra tanto assim... Chega de mendigar migalhas de amor de quem não sabe o que é amar... Mas moça veja bem, #Amor não se pede, não se implora e não se mendiga... Se não for dado livremente não vale a pena quebrar o orgulho e se humilhar correndo atrás de quem só te tratou como lixo!
Eu desisti do amor quando eu o conheci e ele desistiu de mim. Não corro atrás de suas migalhas nem dos rastros que ele deixou. Eu sigo em frente sem ele me alcançar. Já Superei não tê-lo, não faz diferença agora.
Se valorize...
Não aceite viver de migalhas de amor, de carinho, de atenção. Se dê amor... você merece ser feliz!
o que posso esperar de você?nada
o que posso esperar de amor seu?migalhas
o que posso esperar da sua presença?minutos
o que posso esperar da sua presença?obrigação
o que poso esperar dos seus sentimentos?a busca do prazer
o que posso esperar do seu pensamento?mal lembra que existo
o que posso esperar?somente esperar,é só que faço,constatemente espero por tudo,tenho que esperar e você ainda me pergunta quando,sou fria e formal com você.
As vezes cansamos de viver assim,a base de migalhas de atenção ou como um objeto de prazer que tira do seu stress quando precisa.
O amor não pode ser alicerçado em migalhas,
Você não pode mendigar amor.
Amor é vastidão
É reciprocidade
Amor é abrigo
Colo...
Amor é vida!
O caminho para o amor próprio nunca foi marcado pelas migalhas que te ofereceram, mas já estava sendo desenhado com as pétalas de autoestima que você deixou cair quando bem se quis.
Traumas não dialogados,
amor não vivido;
Coração partido
Esse sou eu.
Vivendo de migalhas do passado,
Paixões que me transformaram
Em cinzas, em pó em nada.
Quem dera fosse ser uma fênix,
E ressurgir das cinza,
Todas as vezes que fui redimido a pó,
Por uma paixão não correspondida e mal resolvida.
Pó, poeira, matéria-prima das estrelas,
Que brilham e queimam;
Sou eu um ser
mais morto do que brilhante.
E não mereço ser comparado a uma estrela.
Foi o que tu me falaste,
Mas na verdade,a pessoa indigna
És tu!
Indigna do meu amor,
E de outros milhares que tu iludiste,
Mensagens visualizadas e não respondidas
Atormentou o sono, e em noites mau dormidas
Em claro e pensando
Será realmente que ela me ama?
Peões em teu jogo de xadrez,
Era assim que tu nos via.
Enquanto tu me usava como uma simples peça
Me sentia o rei do teu tabuleiro.
Mas na verdade era teu adversário,
E quando acordei dessa tua ilusão já era tarde
Por fim você me disse
Xeque-mate !
Não implore amor de ninguém, porque pode receber migalhas ao invés de obter o que é natural, verdadeiro e real...
Amei-te sem pedir as migalhas do teu amor enfurecido.
Amei-te sem máscaras, entregando-me nas horas em que eras apenas tristeza vazia.
Amei-te sem esperar nada em troca, apenas por te amar.
Já aceitei migalhas pensando ser amor
Me calei em noites frias com sabor de dor
Mas algo em mim começou a despertar
A voz que um dia se perdeu quer recomeçar - Frase da música O Que Eu Mereço do dj gato amarelo
Platão tratou o amor como um banquete
Você me mostrou ele como migalhas
Ao te oferecer presentes, mostrou que tem preço.
Ao te oferecer palavras de afirmação, seu ego entrou em ação.
Ao te oferecer tempo de qualidade, mostrou que só se importa de verdade com coisas que enaltecem sua vaidade.
Ao te oferecer toque físico, optou pelo distanciamento.
Ao te oferecer atos de serviço, quis ser auto suficiente.
Existem pessoas que se acostumam a viver de migalhas de amor. Acorda! Amor de verdade não enfraquece, não suga, não destrói a resistência de ninguém. O amor verdadeiro acolhe, fortalece e transborda, sem diminuir o outro.
Pensando em você.
Escrevi "te amo" nas migalhas de pão.
Será que é amor?
Desses que arrebata, invade, e completa?
Sim, não tem mais como negar.
Agora, você mora em mim.
Por toda a vida.
E além dela.
A CORAGEM DO AMOR QUE ACEITOU O CÁLICE.
Capítulo: XVIII
Livro: Migalhas Da Grande Mesa.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Quando contemplamos a oração de Jesus no Getsêmani, percebemos uma das mais profundas demonstrações de grandeza moral registradas pela História. Aquele instante não representa a fraqueza de um Espírito diante da dor, mas a fortaleza incomparável de quem conhecia plenamente as consequências da missão que viera cumprir e, ainda assim, escolheu permanecer fiel ao Bem.
Muitas vezes, a leitura apressada dessa passagem conduz à ideia de que Jesus teria pedido apenas para ser poupado do sofrimento físico. Entretanto, uma análise psicológica, filosófica e moral permite enxergar um horizonte muito mais vasto. O cálice simboliza, igualmente, o peso da incompreensão humana, da violência moral, da ingratidão, do orgulho e da recusa deliberada da verdade por parte daqueles que preferiram silenciar o amor em vez de ouvi-lo.
É admirável a coragem do amor de Jesus. Observemos que Ele não abandona sua missão, tampouco se revolta contra a vontade do Pai. Ao contrário, submete-se integralmente à Lei Divina, demonstrando que a verdadeira liberdade espiritual consiste em harmonizar a própria vontade com a vontade de Deus.
Sob uma perspectiva filosófica, é possível compreender que a súplica de Jesus não revela o desejo de escapar ao dever. Antes, convida-nos a refletir sobre a gravidade moral dos atos humanos. A consumação daquela injustiça representaria um comprometimento ainda maior daqueles que, movidos pela inconsequência, pelo fanatismo, pela vaidade e pelo orgulho, escolheriam condenar justamente aquele que lhes oferecia apenas amor, esperança e renovação.
A tragédia maior não residia na cruz, mas na consciência daqueles que, podendo acolher a luz, preferiram as sombras. O sofrimento físico terminaria em poucas horas; entretanto, as consequências morais das escolhas permaneceriam gravadas na intimidade dos Espíritos, reclamando, ao longo das existências sucessivas, o aprendizado que somente a experiência e o arrependimento sincero poderiam proporcionar.
Sob o aspecto psicológico, o Getsêmani revela uma das maiores lições sobre a natureza humana. O orgulho possui extraordinária capacidade de cegar a inteligência. A vaidade convence o indivíduo de que está sempre certo. A ausência de empatia transforma pessoas em instrumentos da própria violência. Quando essas imperfeições se unem, o ser humano passa a justificar o injustificável, convencendo-se de que pratica o bem enquanto produz sofrimento.
Essa realidade permanece profundamente atual. Mudaram-se os séculos, modificaram-se as vestimentas, evoluíram as tecnologias, mas os conflitos íntimos continuam essencialmente os mesmos. Ainda hoje, quantos julgamentos precipitados destroem reputações? Quantas palavras ferem mais profundamente do que qualquer espada? Quantas vezes o orgulho impede o perdão, e a vaidade impede o reconhecimento do próprio erro?
Continuamos, muitas vezes, repetindo os mesmos equívocos daqueles dias. Ainda existem consciências que preferem a aparência à verdade, o interesse pessoal à justiça, a intolerância ao diálogo e a condenação à compreensão. A cruz, em muitos momentos, deixou de ser feita de madeira para ser construída com a calúnia, a indiferença, a humilhação pública e a ausência de fraternidade.
Jesus, porém, permanece como o exemplo absoluto da maturidade espiritual. Não responde ao ódio com ódio. Não combate a violência com violência. Não permite que a maldade alheia altere a pureza de seus sentimentos. Sua maior vitória não consistiu em evitar o sofrimento, mas em impedir que o sofrimento modificasse a excelência de seu caráter.
Essa é uma das maiores lições morais do Evangelho. O verdadeiro homem de bem não é aquele que jamais enfrenta dificuldades, mas aquele que conserva a serenidade, a dignidade e o amor mesmo quando cercado pela incompreensão.
À luz da Doutrina Espírita, compreendemos que Deus não deseja o sofrimento de seus filhos, mas permite que cada Espírito colha as consequências naturais de suas escolhas, encontrando nelas os instrumentos de sua própria educação moral. O cálice de Jesus, portanto, transforma-se em um convite silencioso para examinarmos o nosso próprio coração.
Antes de condenarmos os personagens daquela época, convém perguntar: quantas vezes também recusamos o amor por orgulho? Quantas oportunidades de reconciliação deixamos escapar por vaidade? Quantas vezes permanecemos indiferentes diante da dor do próximo porque estávamos excessivamente ocupados conosco mesmos?
O Evangelho não foi escrito para julgarmos os homens do passado, mas para reconhecermos, em nós mesmos, aquilo que ainda necessita ser transformado. O Getsêmani continua existindo dentro da consciência humana, sempre que somos chamados a escolher entre o egoísmo e a caridade, entre o orgulho e a humildade, entre a intolerância e o amor.
Fontes:• Bíblia Sagrada - Mateus 26:39.• O Evangelho Segundo o Espiritismo.• O Livro dos Espíritos, especialmente as questões relativas ao progresso moral e à Lei Divina.• A Gênese.
Frase:
" Que o exemplo de Jesus nos inspire a vencer o orgulho pela humildade, a vaidade pela simplicidade e a indiferença pela caridade, pois toda consciência que aprende a amar aproxima-se, um pouco mais, da verdadeira paz. "
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