Meu Sonho e te Conhecer

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Ó minha grande estrelinha, amor sem igual,
Desvendo meu coração nesse poema, apenas um sublime sinal.
A saudade me assola, profunda e visceral,
Crescendo sem fim, como tortura, punição infernal.


Ah, estrela minha, fulgor divino e resplandecente,
Em minha existência, perenes e envolventes.
No coração, suspiros ardentes, paixão incessante,
Em ti encontro paz, fazemos da noite incandescente.


Nossa história é uma narrativa perdida no tecer do tempo,
Laço profundo, raridade em cada momento.
Nada é mais relevante que este sentimento,
Que nos guíava e envolvía, linha em arrebento.


Corroído pela distância, meu coração sofre a dor,
Saudade que anseia ser preenchida com fervor.
Porém, na alma, a esperança do destino compartilhado,
Trilhamos juntas o caminho, sem medo, jamais separado.


Estrela minha, abrigo seguro e refúgio de paz,
Em teu amor encontro plenitude, solaz. Caminhos entrelaçados, enredo audaz, Romance sem fim escrito com fulgor voraz.


Que nossa jornada seja permeada de encanto e magia,
Laço indissolúvel, estrofe e melodia em sintonia.
Inspiração, alegria, minha estrela, em harmonia,
Na sinfonia do amor, dançaremos em sincronia.


Imerso em pensamentos, mergulho no oceano das lembranças,
Alimento minha alma, sinto tua presença em exaltação e danças.


Tu, estrela minha, nutres meu ser em profusão, Inspiras meu crescimento, florescimento, paixão que se encanta.


Que o tempo nos una novamente, sem hesitar, em abraço eterno,
Dançando em sincronia, num ritmo divino e superno.
Nosso destino traçado com amor e encanto, A cada respirar, te amarei intensamente, eternamente, em pranto.


Estrela minha, perfeito ser, sabor inebriante,
Cada verso deste poema manifesta meu amor constante, instigante.


(Te amo pra sempre, minha Estrela.)

Em carta, meu último suspiro


Em carta, meu último suspiro,
Expresso o tormento que me assola. Um amor tão puro, porém maldito,
A dor que me consome, indescritível e imola.


Oh, amada estrela, minha doce paçoca, Tu és a razão de minha desventura. Meu coração se desfaz em mil pedaços,
Na angústia profunda de uma paixão que perdura.


Os céus testemunharam nosso afeto ardente,
Uma chama que queima, que não se apaga.
Mas a vida cruel nos separou, infelizmente,
E agora, na solidão, minha alma se afoga.


Em cada palavra que escrevo com lágrimas,
Transborda a intensidade desse amor que me corrói.
A dor, inescapável, como brasas a me queimar,
Numa aflição profunda que me consome e dói.


Me despeço, meu amor, com o coração partido,
Na esperança de que encontres a felicidade.
Mesmo na dor, meu sentimento é infinito,
E carregarei nosso amor com gratidão e saudade.


Que a vida te seja gentil e suave,
Que encontres alguém que te ame com fervor.
Eu parto, deixando um vazio insubstituível,
Mas meu amor por ti será eterno, meu amor.


Adeus, minha estrela brilhante,
Levo-te comigo em cada batida do peito.
A dor é insuportável, mas sigo adiante, Sabendo que em tua lembrança meu amor é completo.


Que a vida siga seu curso, implacável,
E que um dia, possamos nos encontrar além do véu.
Me despeço com dor, mas também com gratidão,
Pois nosso amor, mesmo não correspondido, foi real e cruel.


Adeus, meu amor inigualável,
Adeus, minha estrela, minha sina. Seguirei adiante, em busca de paz,
Mas jamais esquecerei a paixão que me domina.


IL

Para meu amado Kayo Filadelfo,




Muito provavelmente você nunca lerá isso, mas talvez algumas despedidas precisem existir mesmo sem destino, porque o coração não suporta carregar certas palavras em silêncio para sempre.


Demorei para entender que algumas pessoas não vão embora de uma vez. Primeiro, elas vão desistindo aos poucos. Em silêncio. Em pequenas feridas que fingimos não perceber.


E eu fui isso para você.


Uma tempestade em cima de alguém que só queria ficar.


Hoje eu entendo que o amor não acabou quando eu parecia fria. Ele só ficou perdido dentro de mim, soterrado por traumas, orgulho e medos que eu nunca soube explicar. Eu te amava, Kayo… mas amava como alguém que aprendeu a se defender antes mesmo de ser ferida.


Então eu implicava.
Me afastava.
Endurecia o olhar.
Transformava carinho em irritação.
E fazia você pagar por guerras que nunca começaram em você.


Passei tanto tempo tentando parecer forte, tentando não demonstrar o quanto você me atingia, que acabei destruindo a única coisa que eu queria proteger: nós.


E Deus… como eu me arrependo.


Me arrependo das respostas frias.
Das vezes em que fiz você se sentir insuficiente.
Das vezes em que você só queria amor e recebeu meu caos.


Você tentou ficar, Kayo.
Você tentou tantas vezes.


E talvez eu tenha percebido tarde demais que algumas pessoas não vão embora de repente, elas apenas cansam de lutar sozinhas.


O mais cruel é perceber que, enquanto você tentava cuidar de nós, eu destruía tudo sem perceber. Como alguém que coloca fogo na própria casa porque não acredita merecer abrigo.


Passei meses dizendo a mim mesma que não me importava.
Passei meses fingindo que sua falta não ecoava dentro de mim.
Mas algumas saudades não gritam de imediato, elas amadurecem devagar dentro do peito até virar ausência em tudo.


E hoje eu sei:
eu te amei.


Amei de uma forma torta.
Defensiva.
Assustada.
Mas amei.


Talvez tarde demais para você.
Talvez cedo demais para mim mesma.


Às vezes eu queria te ligar só para dizer que sinto muito. Dizer que por trás do meu orgulho existia uma garota que te amava profundamente e não sabia demonstrar. Uma garota que sentia sua falta mesmo enquanto fingia indiferença.


Hoje, quando penso em você, não penso apenas no homem que partiu. Penso em todas as vezes que você tentou me amar enquanto eu lutava contra mim mesma.


E eu queria voltar.
Voltar para cada momento em que escolhi o orgulho ao invés do afeto.
Voltar para cada instante em que endureci o coração só para não admitir o quanto você era importante para mim.


Mas algumas perdas não voltam.
Elas apenas permanecem dentro da gente como um eco.


Talvez essa seja minha forma de te amar pela última vez:
sendo honesta.


Eu sinto muito, Kayo.
Sinto muito pelas feridas.
Pela confusão.
Pela frieza.
Por ter te feito sentir sozinho enquanto segurava minha mão.


E mesmo que hoje você já pertença a uma vida onde eu não existo mais…
uma parte minha ainda sussurra seu nome com a mesma ternura de antes.


Adeus, meu amor.


Espero que a vida te abrace da forma que eu não consegui.

Kayo, quando você disse que o amor havia acabado, eu senti meu coração chegar atrasado para uma dor que já estava acontecendo há muito tempo.


Porque enquanto você cansava, eu ainda fingia não precisar de você.
Enquanto você se despedia aos poucos, eu continuava escondendo meus sentimentos atrás da minha frieza.


E então você disse aquelas palavras.


Simples.
Definitivas.
Cruéis sem querer ser.


“Eu não amo mais você.”


E foi naquele instante que tudo dentro de mim silenciou.


Não houve raiva.
Não houve orgulho.
Só aquela sensação sufocante de perceber que eu tinha perdido alguém que tentou ficar mesmo depois de tantas feridas.


A verdade é que eu achei que teria mais tempo.
Mais uma conversa.
Mais uma chance.
Mais um retorno depois das brigas.


Mas algumas pessoas cansam antes de ir embora.
E eu não percebi você cansando.


Agora carrego essa saudade estranha de alguém que eu mesma empurrei para longe.
Como quem quebra algo precioso nas próprias mãos e só entende o valor quando já não consegue consertar.


E desde aquele dia, uma parte minha continua presa naquela forma como sua mensagem soou em meu coração ao admitir que o amor tinha acabado.


Porque o seu amor acabando…
acabou um pouco comigo também.

⁠Nas sombras do meu exílio voluntário, eu teço as teias do destino alheio, onde cada sussurro é uma lâmina e cada sorriso, o prelúdio da ruína.

No dia do meu nascimento, eu não apago velas — eu acendo fogueiras sob os pés dos tolos, enquanto meus aliados juram lealdade eterna. Parabéns a mim, o arquiteto do caos calculado.

Isabela.

Dizem que o significado do meu nome é: protegida por Deus. Deve ser verdade, pois tenho uma família amada, amigos fieis e uma vontade grande de ser melhor. Sempre melhor!

⁠O que sobra de nós dois, meu camarada?
Um punhado de incertezas na caminhada.

"Antes de qualquer ex, meu pai já tinha me mostrado que nem todo 'eu te amo' é de verdade."

Um dia, lá pelo meu centenário, vou sorrir chorando: ah, meus oitenta anos!

Quando não houver mais nada a dizer, eu ofereço o meu doce silêncio.

Não quero saber como a vida funciona, não quero estragar a mágica com o meu conhecimento, não quero perder a minha inocência. Quero viver apenas.

Bastaria um esbarrão com o iluminado que inventou esse VAR para comprometer meu réu primário.

Meu Primeiro Amor...


Se tem uma fase da vida que é complicada, é a adolescência, e tudo se complica ainda mais quando experimentamos a experiência de amar de forma amorosa alguém pela primeira vez. É tudo muito confuso, muito estranho, muito mágico.
Tipo, geralmente quando amamos alguém pela primeira vez, estamos na escola. E é meio brega dizer isso, mas... quando temos nosso primeiro amor, nosso dia se resume a aquela pessoa. Acordamos feliz por ver ela, vemos ela na escola e nosso coração acelera, vem um frio na barriga, o mundo para quando a vemos, e pensamos “Meu Deus, como alguém pode ser tão maravilhoso(a)?”. Depois da escola ficamos feliz de tê-la visto, mas e a preocupação que bate quando a pessoa falta, ficamos pensando se ela só quis faltar ou se está passando mal. E o ciclo se reinicia.
E comigo, isso não foi diferente. Mas o meu problema é que sinto tudo, mas calma aí, sei que você também sente tudo, mas eu sinto demais, tipo sinto tudo de uma forma muito intensa. (Não citarei nomes) Então tudo o que ele fazia, eu ficava UMA SEMANA, sim, 7 DIAS, pensando no quão incrível foi. Fazia cartas de amor, falava deles por hora para minhas amigas, falava dele pros professores tinha foto dele no celular e tudo. Mas e o evento canônico do primeiro olhar?! Escrevendo isso agora, até parece patético. E se você se perguntou, sim, eu não só escrevia, mas também as mandava. A resposta dele? Ele fingia não ter recebido. Mas bem, foi uma fase boa da vida, pois o sentimento que ele me fazia sentir, me deixava feliz. O que me fazia mal era a insistência que eu tinha e a burrice que eu tive ao não perceber que ele não sentia o mesmo – mesmo depois dele deixando isso claro. Eu achava que ele precisava de alguém para curar as feridas que outros tinham deixado nele, e achava que eu tinha que ser essa pessoa, achava que ele ia perceber o quão carinhosa era e o quão especial eu era. Mas como dizem hoje em dia, o “tipo” dele não eram pessoas intensas.
Mas bem foi uma fase, que vou me lembrar, vou pensar nisso quando for adulta e rir, me sentir com vergonha e contar disso pros meu filho quando crescer. Até porque ele me ensinou a amadurecer, me ensinou coisas que talvez eu não tivesse aprendido de outra forma, e principalmente, me apresentou ao que é o tão conhecido: amor.

Foi enfrentando meus medos e atravessando meus desertos que cheguei ao meu oásis.

⁠Trovadorismo para o Vale Europeu Catarinense

Nas linhas do meu caderno
antigo encontrei um poema
que estava em completo
que resultou numa cantiga
nesta tarde na minha Rodeio,
e enquanto eu escrevia
entrou uma borboleta
pela janela do meu quarto,
Que inspirou a escrever um belo
Trovadorismo para o nosso
Vale Europeu Catarinense
que cerca de inspiração
a vida da nossa gente,
Gratidão é para poucos
que orgulhosamente
tem um coração que pulsa e sente.

⁠Você é Mestre-Sala
do meu peito,
Eu a Porta-Bandeira
do meu jeito,
O Samba é o
mestre de nós dois,
A Bandeira é o amor
que não se deixa
nenhum pouco para depois.

⁠Junco da Praia

O meu balanço é igual
ao do Junco da Praia,
mesmo que por um
instante você se distraia
estou presa nas dunas
ondulantes do seu peito
ondulante e intenso,
e assim nem mesmo o tempo
pode desfazer o quê
já é consagrado e está feito.

⁠Não me esqueço de que

o Menino Jesus nasceu em Belém,

A minha poesia e o meu

dom de fazer o bem sempre

ofereço sem ver a quem,

É Natal e o importante não

desistir e sempre seguir além.

⁠Versos Brancos


Para o teu corpo remar
no meu rio não precisa
ter só uma cor e nem rima,
Precisam ser somente
de todo o cor(ação),
Os versos brancos
explicam a magia
que existe entre
nós dois e a poesia.