Meu quarto
•Morte Maldita•
Estou no meu Quarto, com a luz apagada
Pensando na Morte Maldita
Sem Tempo para Despedida
Coloca na Partida
Longe da Querida Vida.
Nos Deixando Feridas,
& um pouco do Nada
Que a gente transforma em Saudades
A Tristeza é Você ou a Vida
Me diz ainda só a Verdade
Por que tu não perguntou se eu
Queria a vida eterna ali ou aqui?
Certamente a decisão era minha
Não tinhas porque Tomar Por Mim
Sua Contrária da Vida
Tu Q dizes Ser Querida
Oh! Sua Morte Maldita.
Tu Não imagina o quanto te odeio,
Perceba que o Q fazes é feio
Me pergunto se és Homem ou Mulher ''Vá, diz... Preciso te definir''
Tu és o salário do pecado, sem antes nos perguntar 'se queríamos ser pagos ou não'
Levas aqueles que amamos ,
Sem sequer nos perguntar
Se a gente aceita ou não
Levas na Porta da Vida
Com a alma Ferida
Ouço teu nome em toda parte
Nos Matar Agora é Arte.
Maldita Tu és
Ao entrar no meu quarto escuro, pensamentos afloram.
Ao mergulhar neles,
a realidade desvanece.
Em busca do concreto,
dúvidas me envolvem,
E ao confrontá-las,
me vejo novamente,
solitário em meu quarto vazio.
Cabeça a direita apoiada na parede do meu quarto, cômodo esse pequeno sem presença de forro de PVC ou madeira, a luz qual vem da fresta acima das paredes refletem ao espelho na esquerda e sua imagem sempre aflige minha alma..
Quedo-me em meu quarto, no interior. Entre um espirro e outro de uma possível e cotidiana alergia, recordo-me de uma pergunta de um grande professor: "Garoto, o que é a vida?". Após - longos - minutos na falha tentativa de dar fundamento a esta pergunta tão subjetiva, interrompeu-me com sua voz rouca de um exímio e orgulhoso tabagista: "Ok, mas o que é a vida?"
Quando será o fim?
Na calada da noite, em meu quarto
Penso em todos os sentimentos que me deixam farto
Oh donzela da angústia, porque deixaste-me assim?
No fundo do poço, apenas procurando o fim
Você é como uma boa droga
Que me traz felicidade e depois em tristeza me afoga
Eu me afasto para me proteger
Eu te mostro mas você finge não ver
Não quero magoar-te
Afinal, na minha vida você foi arte
Mas estou escolhendo a mim
Neste ciclo, procurando uma escapatória, enfim
Somos jovens demais para amar
Imaturos para conversar
Há tempo para tudo, e não é este
Talvez isso seja só um teste
Eu sei que você esperou por isso
Mas não foque nisso
Eu não sou o amor da sua vida
Supere e compre uma passagem só de ida
O Sol de Plástico
O sol de plástico brilha no meu quarto, Um sorriso amarelo, falso e barato. Ele não aquece, não traz o calor, Mas finge que tudo está bem, no meu interior.
As flores de papel, sem perfume ou vida, Decoram a mesa, em cores frias e sem alívio. A música que toca, um ritmo sem alma, Um som artificial, que me deixa em calma.
A risada que sai, um eco vazio, Um teatro de sombras, um palco de ilusões. A felicidade, um véu que me cobre, Escondendo a tristeza, as dores e as dores.
Mas a noite chega, o sol de plástico se apaga, E a escuridão revela a verdade que me amarga. O sorriso se quebra, a máscara cai, E a dor me invade, sem mais disfarçar.
Então me pergunto, em meio à solidão, Se a felicidade é apenas uma ilusão? Se o falso alegre é um escudo que me protege, Ou um veneno que me consome, a cada dia que se esvai?
Dentro do meu quarto eu rimando as paredes estavam me escutando enquanto armas faz serenata na minha janela
Essa foto se fosse um quadro eu colocaria no meu quarto, para todos os dias olhar e pensar, como a vida é detalhista e Deus um desenhista
- Foto
A Vizinha esta gritando tanto com os filhos dela hoje, que até eu estou arrumando meu quarto. Arkaled
está fazendo frio,
vejo chovendo
pela janela
do meu quarto,
busco sonhos,
para curtir
momentos intensos
de alegrias,
esta noite.
sou caseira e dentro de casa, fico dentro do meu quarto, dentro do quarto fico dentro de minha camisola, dentro de minha camisola fico dentro do meu corpo, dentro do meu corpo fico dentro de minha alma,
dentro de minha alma fico dentro dos meus desejos, dentro dos meus desejos fico dentro dos meus sonhos e me deixo lá ... devassada e molhada desejando você dentro de mim.
Enfim me vejo sentado em meu quarto
Preso no escuro, algo inevitável
Refletindo sobre o que me afetou primeiro
Se foi o fato dela me deixar
Ou, de eu me culpar
Mas quem nunca cometeu um relés erro
Quem nunca foi um simples brinquedo.
Em minha vida observei as pessoas por muito tempo
Tentando correrem contra o relógio
Acho que a resposta, já é algo óbvio
Do tempo não tem como correr
Apenas esperar até o dia em que o mundo irá nos esquecer.
"Enquanto olho repetidamente pela janela do meu quarto, ainda me pergunto se há oportunidades para me tornar amigo de pessoas de todos os continentes. Mesmo estando longe de tudo, eu tento me aproximar das pessoas de alguma forma, seja através da poesia ou da arte. Todos os dias, preparo a mesa para alguém que ainda não conheci."
- Antenor Mario
No meu quarto
Eu sei que me esqueceu;
Eu sei que esqueceu
As lembranças boas;
As memórias,
Que ficaram pra trás.
Onde se perdeu no pensamento,
É aqui que os sentimentos nasce,
Aqui também aqui que fica
No esquecimento.
Na solidão em minha cama,
Recordo a vida perdida.
DA JANELA DO MEU QUARTO
Da janela do meu quarto
Eu vejo um horizonte infinito
Encadeio-me com um brilho bonito
Algo sobrenatural
Como nunca vi igual
Um fenômeno jamais descrito
Da janela do meu quarto
Uma luz ilumina minha sala
Uma beleza infinita e rara
Uma positividade ao amanhecer
Que alegra e motiva o nascer
De mais um dia a ser vivido
Da janela do meu quarto
O dia cinza até aparece
Mas nada é maior que a minha prece
De abrir todo dia abrir a cortina
E ter aquele brilho que ilumina
Meus dias, meus sonhos e meus pensamentos
Da janela do meu quarto
Vejo o tímido sol escondido
Atrás desse lindo paraíso
Que reluz de uma forma transparente
Um fenômeno natural e diferente
Que acontece, quando reflete luz
EM TEU SORRISO!
O ranger da madeira das escadas ecoa na casa, e tudo fica silêncio. Adentro meu quarto, também silencioso, jogo a mochila no chão e me jogo na minha cama.
Um teto branco
Uma quatro paredes coloridas
E ainda assim, me sinto em um quarto de hospício.
E a solidão está bem ao meu lado, me fazendo companhia como todos os dias, sussurrando em meu ouvido. Só tenho eu, minha mente, e a solidão que permanece do meu lado diariamente. Parece que sempre fui solitária, que sempre estive no escuro, mesmo que a luz do sol estiver brilhando lá fora. Parece que sempre estive presa numa gaiola, sem companhia, sem amigos, sem ninguém para conversar, mesmo que esteja rodeada de pessoas todos os dias.
As vezes me pergunto como irá ser o dia seguinte, ou o próximo, os próximos três, uma semana, um mês, sete meses, quinze anos. Será que vou viver até lá?
Por que sinto essa angústia? Não há motivos. Eu tenho de tudo. Tenho amigos, tenho uma situação financeira boa, tenho tudo o que quero, tenho um pai para abraçar, uma madrasta para contar tudo, um irmão para conversar, uma melhor amiga para dizer sobre garotos, um melhor amigo para me maquiar junto, tenho notas excelentes e mesmo assim, sinto uma angústia enorme dentro de mim e não consigo distinguir de onde vem.
Tantas possibilidades, tantas dúvidas... Talvez nunca eu saia dessa angústia que sinto diariamente, talvez eu fique presa para sempre, talvez eu não consiga tirar essa angústia misteriosa. Talvez eu viva o suficiente para finalmente conseguir sair desse local....
Ou talvez eu não viva o suficiente, talvez eu não veja a luz do sol novamente.
Tenho a impressão que vou ficar aqui, que vou me desintegrar, ficar cada vez mais magra, meus cabelos caírem cada vez mais, me sinta mais desidratada, que meus órgãos comecem a se autocomerem, e por fim, morrer.
E se eu morrer, vou ter um funeral digno? Vou ter flores? Um caixão bonito? Ou vou ser cremada? Não quero ser cremada. Uma vez cremada, suas cinzas são jogadas em um lugar qualquer e não existe mais você. Não existe mais seu corpo, não existe mais a trajetória que seu corpo passou, a trajetória que você passou. Não existe suas marcas, não existe seus machucados, não existe seus cabelo e nem seus olhos. Sua história é simplesmente apagada, e ninguém vai lembrar do que passou, como se você fosse mais um qualquer no mundo.
Agora, ser enterrado deixa uma marca. Sua vida pode ter acabado, mas todos os momentos difíceis que você passou, vão estar ali, sete palmos abaixo da terra, mas ainda ali. As cicatrizes, os cabelos cortados, as estrias, os pulsos marcados, e o tiro ou facada que tomou ou se deu. Vai ter um lugar qual seu pai ou sua mãe podem ir para tirar a saudade, que seus amigos vão visitar, levar suas flores preferidas e relembrar dos melhores momentos em que passaram, seu namorado ou namorada vai poder desabafar e dizer o quão difícil os dias estão sendo e relembrar-se de todas as promessas e beijos. Óbvio, em algum momento vão deixar de existir, pois a natureza vai levar sua carne e seu sangue junto, mas foi um acontecimento natural, que vai se desfazendo lentamente, deixando o corpo se acostumar.
Na escuridão do meu quarto as cores predominam, as Ilusões tomam conta de mim, é nessas horas que paro, geralmente para pensar na vida, e como se existisse uma cena de filme na minha mente. Sei a vida e feita de escolhas e as consequências vem delas, nesse turbilhão de pensamentos aquieto minha alma, e na solidão da noite procuro respostas para os meus dias. Você chegou de mansinho ao meu coração nele se aninhou e me encheu de carinho. Eu já tinha meu coração blindado, te vi chorar e dizer que me amava, despudorada mente despi meu coração você entrou e se instalou nele. Mais um dia se cansou e partiu, não culpo você , a culpa e toda minha que fiz a escolha errada amar você . Boa noite .
hoje vou cometer um crime
quando estiver sozinha no meu quarto
mas será um bom crime
que não prejudicará ninguém
e você
já que não lava roupa
mas lava dinheiro
não estará aqui pra saber
Eu me ponho de joelhos no meu quarto e chamo, e convido Deus e seus anjos e, quando Eles estão ali, não presto atenção em Deus e seus anjos por causa do barulho de uma mosca, por causa do ruído de uma carruagem, por causa do rangido de uma porta.
