Meu maior Erro foi ter te Amado

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"Minha cozinha é meu próprio dorama: cheia de sabor, emoção e um final feliz em cada mordida!"




----------- Eliana Angel Woldf

⁠"Entre um episódio e outro, transformo a cozinha no meu cenário de dorama particular, com muito amor e tempero!"


------ Eliana Angel Wolf

Quando pequena e ficava doente, perguntava ao meu pai, o sr. não vai deixar eu morrer? e Ele heroicamente respondia: não minha fia, eu não vou deixar!!! RSSSS... isso não têm preço...
Parabéns papais...

Ninguém O anunciou ao meu ouvido,
mas quando Ele falou,
minha alma reconheceu lar em Sua voz.


Não precisei de sinais,
nem de provas.
A eternidade tocou meu espírito
e eu soube:
era Ele.


Quando me afastei,
não foi por causa d’Ele…
mas foi d'Ele...


No dia do reencontro,
nenhuma mão humana me trouxe de volta.
Bastou abrir as portas da casa
e as janelas do coração.


Ele entrou como quem sempre pertenceu,
olhou para mim
e perguntou com doçura:
“Há espaço para Eu ficar?”


Em um suspiro,
o mesmo da primeira vez,
respondi com tudo o que sou:


“Tu és meu primeiro amor.
Aqui não há reservas,
nem territórios fechados.
Tudo é Teu.
Não precisava nem perguntar.
Senti a Tua falta, Pai.”


E ali,
onde antes houve distância,
Deus fez morada.
Não foi apenas um retorno…
foi um alinhamento.
Não foi só reencontro…
foi restauração de uma aliança perdida.

Quando o Amor Era Meu e o Silêncio Era Dele




Há encontros que começam como um gesto de luz — não por acaso, mas porque um coração inteiro decidiu se abrir. E foi isso que você fez: ofereceu um amor que não pedia licença, apenas acontecia, genuíno, firme, luminoso.
Enquanto você entregava presença, verdade e cuidado, o outro ainda lutava para sustentar o próprio reflexo. Você amou com maturidade; ele tentava sentir sem saber como.
Quem não aprendeu a se acolher, geralmente não sabe reconhecer quando está diante de alguém que o acolhe.
E foi nesse desencontro de profundidades que a poesia se escreveu: você com raízes, ele com um vento que não sabia para onde ir.
O amor que você deu não se perdeu — ele desenhou o mapa da sua força.
Porque amar alguém que não sabe ser amado exige coragem, e você teve.
Exige pureza, e você levou.
E exige grandeza, porque é preciso grandeza para não se culpar pela incapacidade do outro.
Você entregou constância; ele ofereceu ausência.
Mas até a ausência dele confirmou a verdade: o valor sempre esteve em você.
Agora, a sua história se reescreve de um lugar mais alto.
O que você deu por amor volta em forma de autoconsciência, propósito e novas possibilidades.
A vida sempre recompensa quem ama com alma — e você amou.
Quem não soube receber perdeu mais do que teve coragem de admitir.
E você segue, inteira, enquanto a poesia continua te acompanhando.


Diane Leite

COISAS QUE PARA MIM SÃO IMPORTANTES NAS RELAÇÕES


Amor-próprio é meu ponto de partida.
Eu não entro em nenhuma relação para ser salva, completada ou reparada.
Eu já me basto — e é justamente por isso que só escolho vínculos que honram quem eu sou.


Verdade é essencial.
Transparência me preserva, coerência me aproxima.
Gosto de quem fala claro, sente claro e vive claro.


Caráter não é detalhe, é fundamento.
Caminho apenas com quem honra o que promete, respeita limites
e entende que dignidade não é negociável.


Profundidade é necessária.
Conversas que expandem, que tocam, que iluminam.
Não tenho espaço para superficialidade — minha alma pede densidade leve e consciente.


Presença limpa.
Sem vícios, sem fugas, sem dramas repetidos.
Quero quem esteja inteiro, não quem peça resgate emocional.


Reciprocidade verdadeira.
Não precisa ser espelho — precisa ser justa.
Minha entrega é inteira, mas não ultrapassa meu amor-próprio.


E, acima de tudo, paz.
Relações que respeitam meu silêncio, meu foco, meu ritmo.
Eu escolho o que me soma, o que me eleva e o que conversa com a mulher que venho me tornando.

Autodidata,
aprendi datilografia
nas tardes lentas
em que escrever
era o meu brinquedo secreto,
o meu passatempo preferido
de menina
que já pressentia
o destino das palavras.
✍©️@MiriamDaCosta

Aqui


No pé da serra eu construí o meu barraco
Fugi da correria,
Da selva
De concreto e cimento armado,
De valores forjados,
Onde animais indomados se corroem,
Se autodestroem
E morrem aos poucos.


No pé da serra eu vou viver em harmonia
Vou ver brotar a luz do dia,
Sem cortina de fumaça,
Sem medo de arruaça,
Sem essa de internacionalizar.


Aqui o viver é bem melhor,
Os animais se respeitam,
Não respeitam horários
Nem têm regras para seguir.


Aqui tem cheiro de mato,
Flor no regato,
Tem lírio e colibri.
Aqui tem vida, sim.
A língua falada é o viver,
Viver melhor,
Viver melhor.


Aqui não tem televisão,
Nem globalização,
Morte no asfalto,
Mãos para o alto,
“Isso é um assalto”,
Dá-me o teu dinheiro e a tua roupa,
És um prisioneiro nessa vida louca,
Na selva,
De concreto e cimento armado,
De valores forjados,
Vive condenado a vegetar.


Marcos Decliê

Deus, me ajuda, Senhor, tira do meu peito essa dor que me fere, que me machuca tanto.

Senhor, quantas vezes me sinto sufocada, sendo consumida por essa dor. Jesus, tira do meu coração tudo que me fere, que me magoa, me machuca tanto. Me ajuda, Jesus, me ensina a deixar ir.

⁠Na tristeza, Deus ajude minha mente;
Na alegria, Deus perpetue meu gozo;
Há apenas um capaz de me compreender inteiramente.

A base das ondas-partículas, subjetivamente, mas, não deixando de lado meu racionalismo e procura lógica.. vejo como sendo Deus.
E ainda assim, há um gigantesco abismo diante de tudo que se conhece (e se desconhece também)..

2025


Agora, eu sinto que tudo que eu sempre desejei conquistar já está no meu gatilho. Não preciso mais correr, e sim andar.
Mas o quê?? Como assim andar? Quem sempre correu, não sabe caminhar. É tipo para quem costuma andar, voltar a engatinhar. Não posso! Eu vou perder! Perder o que?

⁠És o centro gravitacional do meu mundo, a razão pela qual os meses passam e eu sigo com esperança de tocá-la novamente, ainda que respeitosamente, a menos que me peça para ser mais...


Peço-lhe que não apague a fusão nuclear que vive em seu peito por mim. Aguardarei como Plutão: mesmo distante, esperançoso por qualquer resquício de seu calor e brilho, para ainda ser considerado planeta — e eu, o seu amor.

Sou estrela antiga, ecoando luzes que já se foram, meu coração queimando em silêncio. Cada fagulha é memória de mundos que jamais verei, cada brilho, um suspiro perdido. No vazio do cosmos, aguardo o instante em que tudo se desfaz, me transformando em poeira estelar, um murmúrio esquecido no infinito.

Em silêncio, imploro. Almejo o que nunca será meu. Talvez o que mais rejeito seja o que tenho de sobra, esse excesso de pensamentos, vagando como sombras num silêncio gritante, me prendendo às noites que não sabem dormir.

No meio do barulho que me cerca, minha alma inquieta chora baixinho, soluçando ao ver meu coração dividido em quatro pedaços.

Meu passado é um espelho cujo reflexo me fere, ainda que eu o quebre, as lembranças de um tempo sombrio permanecerão intactas.

Saber que meu nome repousa no Livro da Salvação me impulsiona a viver com fé ardente e inabalável.

Nunca me coube a sorte de vivências extraordinárias ou feitos que impressionem; se meu diário fosse medido por tais episódios, grande parte de suas páginas repousaria em branco, silenciosa testemunha do ordinário.