Meu Gosto é muito Simples
Não sabote sua felicidade porque o outro acha que não serve pra você,
Roupa cada um tem um gosto,
e números diferentes.
Tudo é uma questão de gosto,
Há quem atravesse o deserto para mergulhar no mar,
Há quem não saia do lugar e prefira mergulhar numa poça.
FIM
Fim, é se livrar dos antigos desejos.
É refazer todos os planos e esquecer o gosto do seu beijo
Fim, é apagar de mim o seu pedaço.
Para seguir em frente e esquecer do seu abraço
Fim, é olhar para frente e apagar esse passado.
É olhar reto, e focar no presente e te deixar de lado.
Fim, é viver o meu mundo sem você.
É fazer nova morada e enfim te esquecer
Fim, é remover cada amor que você me deu e viver só.
É fazer uma faxina dentro dele para tirar da sujeira ao pó.
Fim, é quando a gente não ama , quando não chama e nem espera
É focar no meu caminho esquecer a saudade
Porque o mundo ainda me considera.
Fim, é esquecer tudo aquilo que um dia você me deu, é se achar em novos aires.
E esquecer que você me perdeu...
Fim, é sim entrega a um algo novo, sem rumo e direção.
Conhecer um novo amor e tirar do coração...
Em fim...me perdeu...
Gosto das flores...
Mesmo murchas, não negam a sua fragrância ..."
Isso não é sobre as flores!
Haredita Angel
27.02.18
Eu trato as pessoas que admiro com admiração; as que gosto, com carinho. E o respeito, ofereço a todos que cruzam meu caminho.
"Você pode até se sentar à mesa que não lhe pertence, mas o gosto da comida sempre será amargo. Construir felicidade sobre os escombros de uma família destruída é como morar em um castelo de areia: bonito de longe, mas desmorona na primeira onda da realidade. A vida não admite erros de cálculo na hora da colheita. Quem planta lágrimas no travesseiro alheio, não colhe paz no próprio sono. ⚖️🔥"
SerLucia Reflexoes
O gosto do medo: no hospital, onde quase tudo é pouco, o que sobra é o paladar da alma tentando resistir.
Talvez, se o medo tivesse gosto — doce ou salgado — ninguém se recuperasse dentro de uma unidade hospitalar.
Pois ele seria servido em pequenas doses, mas, com efeito, prolongado, impregnando até o paladar da alma.
Ali, onde quase tudo é pouco.
Pouco tempero na comida, pouca luz nas madrugadas intermináveis, pouca cor nos quartos e corredores que parecem sempre iguais…
Poucas palavras que confortam de verdade, pouca fé que não vacila, pouca esperança que não se cansa, pouca paciência para o tempo que insiste em se arrastar.
O que quase sempre sobra é muito medo.
Medo silencioso, aquele que não grita, mas pesa.
Medo que se senta ao lado da cama, observa os monitores e faz perguntas que quase ninguém se atreve a responder.
E ainda assim, é nesse cenário de escassez que alguns aprendem a respirar e resistir.
Porque, quando tudo falta, o pouco que resta — um gesto, um olhar, uma prece sussurrada — ganha um valor imenso.
Talvez seja assim que o medo não vence: não por desaparecer, mas por dividir espaço com aquilo que, mesmo raro, insiste em subsistir.
Beijos
No primeiro beijo sentimos o breve gosto do fim,
tão leve, tão doce e tão intensa
olhos fechados, viagens infinitas, sabor de não vá!
sensação de pertencimento, no engano do querer o saber do momento aventureiro,
nos beijos quentes a saudade grita, no relógio parado o repentino se apresenta e tão rápido quanto chegou os beijos são deixados nas sombras envolventes dos amantes que tão logo se separaram,
uma ida sem volta, com beijos que alimentaram sentimentos, revoltas e deixaram incógnitas.
