Meu Eterno Amor minha Filha
“Quando comecei minha pesquisa sobre experiências de quase-morte em 1968, eu era um cético e ateu. Agora eu não sou nem uma coisa nem outra.”
Por muitas vezes a opinião alheia interferiu em minha vida, você está gorda precisa emagrecer, você precisa falar mais, ou falar menos, muda a cor do cabelo, muda seu gosto musical, use roupas mais largas, mais apertadas, com ou sem decote, sorria mais ou você sorri demais... É estranho como as pessoas gostam de dar pitaco na sua vida, gostam de querer dizer o que é melhor para ti, quando nem sabem o que é melhor para elas. Hoje eu aprendi a fazer o que eu quero, o que sinto vontade, as opiniões agregam, mas não me fazem mudar, a não ser que eu queira. Obviamente que sei ouvir as críticas e elogios, mas isso não muda quem eu sou, ou o que quero ser. As críticas não vão me abalar, e os elogios não irão me enaltecer,cada dia eu busco ser melhor, aprender, mas sem me perder. Antes de achar que sabe o que é melhor para os outros, se revise, melhore-se, evolua, e para de opinar, principalmente para quem não deseja sua opinião.
À noite..
Sobre o colo da minha janela
Ouço o som da noite
Músicas em diversos tons
Fogos de artifício mais uma festividade
A vida segue seu curso
Em todas as direções sem cessar
E da janela meus olhos e ouvidos atentos
Almejam seguir, o que não sei
O que mesmo atento não vejo e ouço
É noite e ela sempre convida
E rejeito suas diversas investidas
Me apresenta a lua
Me propõe ver estrelas
Até me oferece o mar e seu vento fresco
Sentar em um banco ouvir as ondas
Prosear e versar em solo
Caminhando entre a areia e o mar
Escrever na areia um nome em um coração
Despejar desejos e sonhos
Mas ao colo de minha janela
Ainda me prendo e me esforço aceitar
O convite de mais uma noite
Em que apenas fiquei a observa-la passar
A espero com novas ofertas
Quem sabe em uma delas
Eu passe da janela para a porta
Levando comigo todos os sonhos e desejos
E amanheça ao colo do dia
E convide a noite pra dançar.
José Henrique
Não tenho nada contra os seres humanos, até porque, eu também o sou... Mas, a minha afeição aos animais, se deve a sua fragilidade e inocência, que são as principais razões pelas quais "os seres humanos" os maltratam.
joanaodrigues.com.br
...E então verás pregado em minha face o cansaço dos dias e noites que fiquei acordado em um mundo de angustia, por só pensar em você...
e eu escrevo assim
Sem vírgula e sem ponto final
Porque minha vontade de escreve não tem pausa
E minha história de amor não tem fim.
Minha essência não permite que eu segure-te. Então escolhas, fique a vontade, voe se quiser voar, fique se quiser ficar, mas aja. Não posso agir por você.
Flávia Abib
Me tens nas mãos e no coração. Cativou-me sem querer, e querendo, na minha inocência deixei que assim fosse. Doce encanto não se quebre, não acabe, não me solte, não me perca.
Flávia Abib
As tempestades do deserto de minha alma trouxeram-me até você. Da grande massa de poeira da areia, formou-se um sentimento dourado, que deixei deslocar-se através dos ventos de meu ego, para o solo de meu coração. Tudo resultou numa única palavra: VOCÊ.
Flávia Abib
Quem é você que não me olha nos olhos, que não mais vê minha essência? Quem é você que se perdeu de mim, num abismo que você mesmo traçou? Quem é você que era a luz dos meus dias, e agora se esconde no escuro de minha sombra? Que a minha luz seja vista novamente por você, que perde o brilho a cada dia, que me afasta de você a cada segundo.
Flávia Abib
Aonde eu menos procurei, você estava. Aonde eu quero esteja, você não está. Aqui...segurando minha mão, comigo.
Flávia Abib
Me deixa ser eu
Me deixa te mostrar quem sou
Queira conhecer minha essência
Me perdi e me achei em seu olhar
Me refiz no seu abraço
Mas também ser abraçar
Me deixa ser eu...junto com você.
Flávia Abib
Olho pro celular
lembro da agenda
passo a mão na minha própria cabeça
e quando abro os olhos de novo
cai uma ficha
agora tenho que escrever
vim falar de você
ser humano comum
polegar opositor
telencéfalo altamente desenvolvido
quando foi que se tornou perito
em ignorar a própria dor?
quando foi que se envergonhou
por chorar com coisas simples?
quando foi que passou a se importar
com vitrines?
e a fazer exatamente do jeito
que te dizem?
em qual momento se tornou automático?
quando que começou a ser prático?
e a falta de dinheiro te desesperou?
quando passou a selecionar
quem ta do teu lado e quem não tá
será que foi no momento
em que começou a abrir a geladeira pra pensar?
