Meu Caminho e cada Manha

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São seus olhos meu bem.
Ou talvez sejam os meus,
Refletindo a sua beleza.

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Jamais desisti de coisa alguma,
Às vezes simplesmente
Mudo meu foco.

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Este é meu reflexo,
Colocado em anexo.
A minha herança é essa.

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“Meu amar é você, nós formamos o amor.”

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Um dia eu ouvi meu Pai dizer:
Só morre de verdade quem não viver,
Porque quem vive e faz por merecer,
Jamais verá o eterno anoitecer.

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Um belo dia !
Meu Pai dizia...

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Já Eu, bem, escrevo com meu fígado,
Estômago, pâncreas e todo líquido biliar,
Ácido gástrico e pancreático,
Que seja humanamente possível secretar.

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Se tu quiseres serei hélice quando voares,
Serei asas enquanto planares,
Sereia minha, água em meu aquário,
Sobre os planaltos elevados, receptor e emissário.

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Crônicas de um Espelho Meu

Besteiras fantásticas,
Asneiras primorosas,
Acidentalmente enfeitadas,
Enfeitiçadas, frondosas.

Nas Crônicas de um Espelho Meu,
Bobeiras de uma comédia trágica.
Nas Crônicas de um Espelho Meu,
Bobagens de uma tragédia mágica.

Com a delicadeza de princesas frágeis,
O atributo mor foi o olhar carente,
Mas pro viés dos bárbaros e obscenos,
A feiticeira má, sempre será, mais atraente.

Nas Crônicas de um Espelho Meu,
Bobeiras de uma piada trágica.
Nas Crônicas de um Espelho Meu,
Bobagens de uma anedota mágica.

Adorada Bruxa que nunca será minha,
Deixe-me ser seu servo,
Deixe-me amar em vão.

Deixe-me amar o engano,
Aceitemos a peso profano
De nossa esdrúxula relação.

Nas Crônicas de um Espelho Meu,
Bobeiras de uma comédia trágica.
Nas Crônicas de um Espelho Meu,
Bobagens de uma tragédia mágica.

Nas Crônicas de um Espelho Meu,
Deixe-me amar o engano,
Deixe-me amá-la em vão.

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Nas Crônicas de um Espelho Meu,
Deixe-me amar o engano,
Deixe-me amá-la em vão.

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⁠Queria ser ninguém (em meu conservadorismo liberal)

Insistentemente
Como nunca planejei,
Orgulhosamente
Queria ser ninguém.

Identicamente pouco parecidos,
Distorcidos em imagem e semelhança,
Capturo imitações sem compromisso,
Em seu uso um desuso me alcança.

Queria ser ninguém
Em meu conservadorismo liberal.

É difícil se ausentar
À própria presença,
Edifícios arranhando
A paisagem local.

Codifico informações
Ao formular a sentença,
Meu Conservadorismo liberal.

Anti-partidário recém afiliado,
Estaria em cima do muro
Se não o tivessem derrubado.

Superávit de inteligência,
Descreveu não leu é porque não viu,
Déficit de coerência,
Justapostos ao regime que os pariu.

Vá pro regime que te pariu...

Queria ser ninguém
Em meu conservadorismo liberal.

Muito esforço e transpiração, Estabeleceram minha pose, Faturamento anual e crônica neurose.

A recompensa da aposentadoria
E seções de Terapia em hipnose.

Apesar do Jabá, suborno e propina.
Invisto na Amizade,
Respeito e Simpatia.

Como igualar se não descrimina ?
Quando era muchacho não adivinhava,
Que no orbe dos adultos a gente se adestrava.

Afirmação enganada,
Se chama Convicção,
Correta só a Errata,
Convicta de hesitação.

Um grande camarada
Foi o bicho papão,
Me fazia companhia na solidão.

Queria ser ninguém
Em meu conservadorismo liberal.

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⁠Codifico informações
Ao formular a sentença,
Meu Conservadorismo liberal.

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⁠Em meu cerne fui falido,
Arruinado e ofendido,
Derrubado e impelido.

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⁠Cíclicos são calendários,
Periódicos são aniversários,
Meu bom-humor é sazonal,
Reservado a feriados.

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⁠Saquei meu guarda-raios,
Prevenindo o perjúrio,
Na truculência desmaio,
Despertando em Mercúrio.

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⁠Os armários chaveados,
Meu orgulho arranhado,
As carteiras arrumadas,
Meu estômago revirado.

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⁠Testemunhas silenciadas,
Depondo silenciosas.
Em meu silenciador,
Após silêncio a dor.

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⁠Silenciadores

Os armários chaveados,
Meu orgulho arranhado,
As carteiras arrumadas,
Meu estômago revirado.

Testemunhas silenciadas,
Depondo silenciosas.
Em meu silenciador,
Após silêncio a dor.

Silenciador,
Silencie a dor.

Desmontamos os pedestais,
Anulamos a exposição,
Rochas nocauteadas por cristais,
Desparcerados pela discrição.

Ela foi vítima,
Eu fui vil,
Ela é discreta,
Eu sou sutil.

Sentimentos silenciados,
Depoimentos sussurrados,
Enlaçados capturamos a libertação.

Silenciadores,
Silenciem as dores.

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⁠Flexivelmente Ortodoxo,
Entre Harpas e Farpas,
Meu paradigma é um paradoxo.

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⁠Eu amo-a, mas meu amor é egoísta, interesseiro, individualista e ao invés de ambicionar a felicidade dela ilimitadamente, eu a oprimo, pondo-lhe na cabeça minhas falhas como se fossem dela, meu amedrontado como sendo dela, e puno-a por minha falta de caráter e insuficiente audácia, que são salientes e impactantes nela.

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