Meu Caminho e cada Manha
Menino ( homem )
Quando menino
Brincava de descubrir
A cada descoberta
A alegria pelo novo...
Quando adulto
Me vi...
Nas mesmas coisas
E aprendi que o mesmo
Tempo que leva...
É o que traz...
Cerqueira C.F
ALMA INDIGENTE
Carente, doente e decadente pela alma a cada
Dia mais indigente, foi como me senti quando
Andei bem abaixo da linha da pobreza afetiva
E eu não te percebi alinhavar um só ponto pra
Tentar amenizar, minimizar, aliviar, remendar,
Remediar a minha dor, ao contrário alfinetaste
Mil intrigas, criaste briga, costuraste armações,
Manipulaste milhões de emoções e corações,
Enfim, participaste sim pro meu fim, pois efetiva
Querias acabar com a minha vida afetiva, afinal
Impertinente na vida que não te pertence, bem
Intransigente te metias noite-dia, já que querias
Ver-me morrer temente e doente como indigente,
Independente de contingente e continente, talvez
Somente pelo desamor desta gente meio demente,
Mas inteira tão indiferente à sina desta minha vívida
Fadiga pela desesperança assassina que não cansa
E alcança minha vida a cada dia menos bem-vinda e
Bem mais falida, maltrapilha, maldita, mendiga e suicida!
Guria da Gaúcha Poesia
cada dia que passa, existem menos famílias, os pais terceirizados são tantas coisas, professores, videogames, eletronicos em geral, cursos de todos os tipos, tudo para evitar que os genitores tenham que lidar com suas crias, talvez seja o motivo da qualidade humana ser a mais baixa até hoje vista.
Que Deus possa te mostrar
que em cada onda do mar
devolve tudo que ousa levar
afinal não tem intenção de roubar
o que em terra deve ficar!
Na vida cada curva é uma incerteza.
No mar cada onda é um perigo.
No jardim cada flor é uma beleza
No mundo cada amigo é um tesouro
A felicidade é criativa e diversa, e nunca terá a mesma face para duas pessoas distintas.
Para cada um de nós felicidade é coisa diferente.
Eu o amei, eu lhe amo e sempre te amarei
Pois tudo que há em mim, me lembra você
Cada pensamento ou memória,
Cada sorriso ou olhar,
Cada satisfação em minha alma
Ou cada loucura que vivi
Em tudo há você
Você me fez querer ser eu mesmo e a cada dia me faz ficar mais forte. Há muito mais poder em você do que imagina.
Sentir e saber tudo é estranho descrever o que se passa é complicado, há um tempo para cada momento, para tudo e muito tempo para nós.
A cada dificuldade que a vida me apresenta...
Mais forte eu fico e minha coragem
para enfrentá-la aumenta
pois, acredito que pode estar difícil
mas não, impossível.
O Bom do face q nos trás lembranças maravilhosas... Vc percebe o crescimento em cada detalhe... Mas, vou confessar q eu queria q ficasse sempre com jeitinho de 2 anos... Eles vão crescendo e suas prioridades vão sendo outras, vontades, desejos. Agora com quase 7 anos perceba q sua carinha não está tão a vontade para a foto kkkk, mas fez só para me deixar feliz. Acompanhando sempre de perto, pois se algum dia ele disser: "pai estou indo embora"... Eu vou dizer: "vai filho e leve com vc tudo aquilo q vivemos juntos". Te amo ainda é pouco.
Boa noite vida.
A POESIA DE CADA UM
Levantem-se, poetas!
Por que esconder tanta beleza
Lacrada em ignoradas escrituras?
Há um poeta em cada homem!
Poesia não é a linha escrita
As frases montadas
As palavras difíceis
O sentido oculto.
Poeta não é o escolhido
O culto
O esquisito
O admirado
O discutido.
Poesia não é a face voltada
Ao pobre
Ao rude
Ao oprimido;
É algo simples,
Universal!
Poesia é do operário
Do pedreiro
Do Lixeiro
Do marceneiro
Do agricultor!
Como é dos médicos
Dos advogados
Dos engenheiros
Dos psicólogos
Dos professores!
Nas mãos do culto
É nota afinada;
Nas mãos do rude
É nota dissonante,
Sem deixar de ser poesia!
Poesia é a oitava do maestro
O tinir de instrumento do ferreiro.
Está nos livros adornados a ouro
E no papel de embrulhar pão;
Na eloquência do orador
E na mudez do flagelado.
Poesia é a flor do jardim imperial
E a flor do túmulo sem nome;
Está nos teatros
E está nos campos;
É a chuva
O sol
O arco-íris;
É a lama
A escória
O temor!
Quanta poesia há
Num mendigo que olha pro céu!
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
IMPRESSÕES DA PRAÇA
Velha praça de imortal nome!
Encruzilhada de destinos
Que correm paralelos
Ou se entrecruzam
Em eventuais encontros.
Velha praça de imortal nome!
Onde os pássaros sufocam gorjeios
Ao alarido de veículos céleres;
Onde o trágico e o cômico se revezam
Aos olhos transfixos dos transeuntes.
Velha praça,
De novas emoções!
Em seu solo vicejam
Plantas e flores,
Pegadas e frases
Que Éolo mistura
Em algaravias
Que somente a brisa entende.
Os homens se esbarram,
Mas não se tocam;
Trocam ideias
Ou falam a si mesmos.
As árvores cumprem seus destinos:
Sombreiam, farfalham,
Tingem a paisagem cinza citadina
Com cores vivas;
Mantêm colóquios misteriosos
Entre si;
Brincam com anciões
Recostados em alvos brancos,
Derramando-lhes folhas soltas.
Velha praça de imortal nome!
Ao dia, é vida e burburinho;
À noite, é escura e melancólica;
É abrigo de aves gárrulas;
É repasto de pombos...
E de sonhadores!
Santos, Praça Rui Barbosa - 1980
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
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