Meu Caminho e cada Manha

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Não espere o melhor. Seja o melhor e evolua um pouco mais a cada dia

A vida é feita de escolhas, e a minha de cada dia é ser feliz

Bem-vindo ao palco onde cada ideia vira espetáculo: brilhe e faça acontecer!

Cada dia que você deixa de agir para realizar seu sonho é um dia a mais de distância dele.

Que possamos aprender a bela arte de viver com leveza, acolhendo cada momento com gratidão, serenidade e amor, e descobrindo a beleza da vida nas pequenas coisas.

Não sou perfeito, e nem quero ser. Estou aqui para evoluir, para me tornar alguém melhor a cada dia. Ouçam a minha mensagem, mas não julguem o mensageiro.
Tenho muitos defeitos, mas carrego um dos maiores dons que alguém pode ter: caráter. Jamais traí alguém e nunca fui ingrato com quem me ajudou quando eu precisei. Prefiro perder amizades do que perder a minha verdade. Prefiro ser sincero e ferir um ego do que mentir para agradar.
Como já falei, dou a mínima para quem fala mal de mim. Sinceramente, não sinto nada por quem me julga ou me chama de estúpido só porque falo a verdade. Exemplo? Mesmo que fosse a pessoa que eu mais amasse na vida, se ela fizesse algo errado eu iria corrigi-la, mas ao mesmo tempo eu estaria ao lado dela, porque amar também é ensinar.
Quem não é criticado, não vive de verdade, e eu não vivo para bajular ninguém.
Goste de mim ou não, continuarei sendo eu mesmo. Minhas palavras podem incomodar, mas são reais, e não vou mudar só porque alguém se sentiu ofendido.
Quem vive de verdade não tem medo de desagradar.

Em cada um há sombra e luz, cabe a você escolher qual delas quer enxergar em mim.

Cicatrizes


Cada pessoa
Carrega marcas
Cicatrizes
Indivisíveis
De doenças
Passadas
De acidentes
Sofridos
De amores
Não vividos

A cada segundo você tem a possibilidade de mudar o seu futuro

Se cada pessoa cuidasse da sua própria vida, a palavra "fofoca" não existiria no dicionário.

Eu amaria cada átomo do seu corpo.
E, se me fosse concedida a faculdade de contemplar aquilo que os olhos não alcançam, amaria também cada partícula de sua alma, cada pensamento que jamais ousou pronunciar e cada silêncio no qual sequer você foi capaz de compreender a si mesma.


Pois, que é o corpo senão a manifestação transitória de algo que, em sua essência, talvez não pertença inteiramente à matéria?


E se a carne se desfaz, se os átomos que hoje compõem sua existência amanhã se dispersam pelos confins da criação, que seria do amor que lhes dediquei? Pereceria ele com a forma, ou permaneceria, incorpóreo, na memória eterna das coisas que um dia se encontraram?


Pergunto-me se amar alguém não seria, em alguma medida, reconhecer-lhe a existência para além daquilo que dela nos é permitido conhecer.


Porque não amo somente aquilo que vejo em você. Amo também aquilo que ignoro. O mistério que precede suas palavras, a imensidão que se oculta por trás de seus olhos e até mesmo as partes de si que talvez jamais sejam reveladas a mim.


E se, porventura, a eternidade nos concedesse existências sucessivas, e em cada uma delas você surgisse sob uma nova forma, com outro nome, outra face e outras memórias, ainda assim eu desejaria reconhecê-la.


Não por recordar quem você foi, mas por sentir, em algum recanto inexplicável de minha consciência, que há existências cuja presença não nos parece inteiramente estranha, mesmo quando tudo nelas nos é desconhecido.


Talvez amar seja isso: não exigir que a forma permaneça, mas desejar que aquilo que nela reconhecemos jamais se perca.


E se um dia me perguntassem por que a amei, não responderia que foi por sua beleza, por suas virtudes ou pelo bem que sua presença me proporcionou.


Diria apenas que, entre as infinitas possibilidades de existência que o universo poderia ter produzido, houve uma em que você existiu.


E a mim, que nada exigi da criação para além da oportunidade de testemunhá-la, isso já me pareceu um milagre inigualável.

A responsabilidade começa quando entendemos que cada decisão financeira pode produzir consequências que vão muito além do presente.

— Pedro Henrique Torres Bianchi

“Quantas vezes for preciso, eu me reconstruo. Cada queda me ensina, cada recomeço me fortalece.”

Escreva todos os sonhos que você sonha. Guarda cada um deles, um dia, você os lerá, e vai juntar as peças do quebra cabeças, da vida.

LIBERTEM-SE DA ILUSÃO EMOCIONAL, PORQUE ELA É UMA PRISÃO...

Cada um de vocês pode se libertar disso. Isso não é amor; vocês amam a versão que inventaram da pessoa. Mas, se hoje fossem viver um romance, acabariam do mesmo jeito. Idealizamos aquilo que não existe mais ou aquilo que a gente acabou inventando.

Pensamos, choramos, a ponto de sentir tanta dor emocional que achamos que vamos enlouquecer. Eu passei muito tempo sofrendo assim; sonhava, mesmo sem querer pensava. É como se os ventos trouxessem memórias de nós e soprassem nos meus ouvidos, alcançando o subconsciente.

Poxa, foi aos 16 anos, e isso ainda perdurou por muito tempo.

Um dia, tive a coragem de escrever e contar tudo o que sentia, tudo o que me lastimava. Eu precisava me libertar! Nunca mais seríamos nada um para o outro, além de memória. Ele confessou também que, se fosse em outra época, talvez mais adiante, e se não tivéssemos ninguém, talvez seríamos perfeitos um para o outro e daríamos o amor que tanto não entendemos. Mas hoje nós dois seguimos nossas vidas, respeitamos nossos parceiros, e ambos resolvemos nunca mais entrar em contato.

Eu disse isso; já ele falou no silêncio. Nas desculpas por não ter percebido o quanto eu o amava, pediu perdão. Eu disse que não havia nada para perdoar e que desejava que ele fosse muito feliz em sua vida, porque ambos estamos sendo cuidados, e que assim permaneça.

Nunca mais chorei, nunca mais sofri, nunca mais pensei no que poderia ter sido. Escrever diretamente ao destinatário e abrir a alma me libertou. Nunca mais escrevi melancolias; hoje sou motivação. E, sim, ninguém esquece, a menos que soframos um colapso mental e percamos a memória. Mas a gente consegue, a partir disso, seguir a vida como se nunca tivesse se decepcionado durante todo esse tempo.

Espero que façam o mesmo e se libertem, deixando bem claro que já é passado e que tudo o que queriam era colocar para fora o que faz doer.

Cada palavra que dizemos, cada atitude que tomamos, cada pequena escolha aparentemente insignificante se transforma em uma semente. E toda semente, cedo ou tarde, produz frutos.
Então eu lhe pergunto: se o mundo de amanhã fosse construído apenas pelas escolhas que você faz hoje, você teria orgulho de viver nele?

Se cada pessoa carregasse menos ódio e mais consciência, que tipo de humanidade existiria daqui a cem anos?

QUANDO O ESTADO VIRA A COSTAS PARA FILHOS COM PAIS INSANOS
Alinny de Mello


Agradeço a cada um de vocês por acompanharem esta anatomia das relações mais densas da nossa existência. Antes de encerrarmos esta sequência de reflexões, reitero o convite para que conheçam a minha página no Pinterest. É lá que mantenho o acervo dos meus e-books e organizo os tópicos que debatemos aqui. Não deixem de acompanhar as atualizações semanalmente para que possamos continuar jogando luz sobre as engrenagens ocultas do comportamento humano.
O conceito de liberdade, quando forjado no interior de um ambiente de destruição sistemática, difere substancialmente da definição idílica dos dicionários. Para mim e para os meus irmãos, ser livre não significou a ausência de cicatrizes, mas a conquista da autonomia sobre os nossos próprios destinos. Nós vencemos os pesadelos, domamos os traumas e estabelecemos uma distância profilática do epicentro do caos. Sobrevivemos ao que chamo, sem qualquer receio de exagero analítico, de um holocausto familiar. Contudo, a independência factual não nos concede imunidade diplomática contra a insanidade alheia; a libertação está consolidada, mas a necessidade de vigilância permanece intacta.
É profundamente doloroso constatar que, mesmo após termos reconstruído as nossas vidas longe daquele perímetro, a proximidade daquelas duas figuras ainda represente uma ameaça latente. A dor não vem mais do chicote ou do facão mecânico, mas da certeza racional de que a perversidade e a loucura deles são forças dinâmicas, perfeitamente capazes de articular novas conspirações sob qualquer pretexto, a qualquer momento. Nós conhecemos a engenharia daquela aliança neurótica; sabemos que o ódio que partilham entre si é frequentemente canalizado na tentativa de nos destruir.
Essa vulnerabilidade é amplificada pela falência gritante das instituições que deveriam oferecer salvaguarda jurídica. Quando decidimos acolher e cuidar da nossa mãe no período mais agudo de sua degradação mental, fomos confrontados com o ápice do perigo: ela empunhou uma faca na calada da madrugada, tentando desferir golpes contra um dos meus irmãos. Diante da ameaça de morte iminente e concreta, buscamos o Estado. A resposta que recebemos na delegacia de polícia foi o silêncio burocrático e a negligência institucional. O delegado recusou-se a registrar o boletim de ocorrência, negou-se a lavrar uma simples nota, demonstrando a total incapacidade das autoridades de decodificar a violência quando ela se apresenta sob o manto da senilidade ou do transtorno psíquico. Ficamos por nossa conta, como sempre estivemos na infância.
É nesse vácuo de proteção oficial que opera a inversão mais perversa da nossa história. Diante da cegueira social e da inércia estatal, os papéis são magicamente trocados pelo senso comum: os verdugos históricos são promovidos a vítimas indefesas, enquanto os filhos, que sangraram na infância e estenderam a mão na velhice, são carimbados como os vilões frios e ingratos. Ninguém na vizinhança, na delegacia ou nos círculos sociais distantes se dá ao trabalho de compreender o contexto estrutural do nosso calvário. Desconhecem o peso do sal na carne viva, as madrugadas de tremor involuntário e a tentativa de homicídio no útero. Julgam a nossa legítima defesa utilizando a régua hipócrita de uma moralidade que nunca precisou ser testada em um porão de torturas.
Deixar este relato registrado não é um ato de apego ao passado, mas um documento de autodefesa e um manifesto de sobrevivência. Nós saímos daquela trincheira por mérito próprio, arrancando a nossa sanidade das garras de um sistema doméstico feito para nos aniquilar. Estamos livres da tirania diária, mas permanecemos atentos às fronteiras do nosso sossego. Se o mundo prefere comprar a narrativa vitimista de quem nos agrediu, que compre; a nossa verdade não necessita do aval de burocratas ou de espectadores casuais para permanecer irrefutável.
Como lidar com a constatação de que as estruturas do Estado são frequentemente analfabetas para ler a mecânica do abuso familiar? Até que ponto o preço da nossa paz definitiva exige que aceitemos o papel de vilões no teatro da ignorância alheia?

Cada passo que dou em direção à minha independência fortalece minha liberdade.

A cada dia, eu recupero um pedaço de mim.