Meu Caminho e cada Manha

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MORTE?...


Morremos um pouco a cada dia, quando se perde o sorriso e o doce sabor da alegria.


Então, a morte já não é a separação de alma e corpo; é o prazer da vida que se vai perdendo aos poucos.


A morte é o desprazer que se tem da vida, de observar e descobrir belezas escondidas.


A vida não se resume a andar, falar e respirar.
É o observar contínuo, que me torna homem todos os dias e me mantém menino.


Cícero Marcos

Eu aprendi que sou mais forte do que imaginava
Depois de cada queda, a mente levantava
Observe as pessoas ao seu redor, sem julgamento
Ninguém é perfeito, todo mundo carrega um peso por dentro - música Tudo Tem Seu Tempo do dj gato amarelo

Cada um com suas alegrias e suas dores guardadas
Esperanças no bolso, medos na madrugada
Quando você entende o outro, entende a si também
A vida fica mais clara quando o ego não vem - música Tudo Tem Seu Tempo do dj gato amarelo

SEMPRE DESSE JEITO


Mal chego a minha terra, eu me abandono
ao prazer de viver cada emoção
até a hora de entregar-me ao sono
numa rede macia de algodão.


E quando de manhã escuto o sino
da Matriz, a saudade me balança
e me desperta dentro do menino
que carrego comigo na lembrança.


Tomo banho nas águas do seu rio
e, a brincar e correr, me demasio
por suas ruas planas e ladeiras


de chão sem calçamento (do passado),
na sensação de estar sendo levado
à infância que, feliz, tive em Pedreiras!

⁠acho que cada um pode ser o que quiser.
Não deixei ninguém dizer que você tem que ser.

Encontrar conforto na solitude transformou a forma como vivo cada momento.

— Jess.

Vida
Viver é intenso e calmo, é a sua história contada a cada momento, é ser enegia e se integrar à natureza, é sentir profundamente todos os sentimentos, é a inteligência do pensar, é o simples e complicado ser. Viver é isso ou nem isso. É estar integralmente a cada momento ou liberar a alma para voar.

Graças à compreensão ontológica pré-reflexiva, o homem comum sabe que cada situação é, em primeiro lugar, uma pergunta que deve ser respondida por ele, de maneira que, na verdade, nem ele pode perguntar pelo sentido de sua existência, pois "a vida em si é que coloca as perguntas ao homem: ele não tem de perguntar, antes a própria vida é que pergunta, e ele tem de responder a ela - tem de ser responsável diante dela".

Não existe consentimento na infância. O que existe é abuso, assimetria de poder e crime. Cada vez que essa linguagem é utilizada, o sistema falha novamente com quem deveria proteger e perpetua a violência contra crianças e adolescentes.

Sábio é aquele que consegue olhar para trás, e ver que em cada degrau que subiu para chegar ao conhecimento, deixou cravada uma semente com a própria essência.

Flávia Abib

Temos o poder de colorir as nossas vidas e tornar cada dia único, cada dia especial. Temos o dom, a capacidade de apenas com uma palavra, um gesto, uma escolha, mudar o mundo.

Flávia Abib

Cada segundo pode ser um novo começo sempre. Cabe à você escolher.

Flávia Abib

"Mãos que recebem a Graça e coração que transborda Cristo: que hoje cada gesto seu seja uma oração e cada encontro uma oportunidade de ser luz."

Quando olhar para o teu futuro, olhe para Deus: Ele segura o amanhã em Suas Mãos. Em cada estaçao da vida, mantenha os olhos fixos no Senhor, pois Sua Graça é suficiente para iluminar toda a tua jornada.

​“No coração de cada alma, pulsa um desejo profundo de ser conhecida, de encontrar eco em um mundo que muitas vezes parece mudo.”

— Douglas Santos, em O Deus Silencioso

"Cada cicatriz, cada silêncio, cada oração não respondida é um testemunho da fidelidade de um Deus que sangra conosco."


Douglas Santos - O Deus Silencioso e a Obsessão do Homem por Atenção

Tudo nesta vida possui um propósito divino, e cada atraso que enfrentamos não acontece por acaso. Muitas vezes, nos sentimos frustrados ao ver nossos planos não se desenrolarem como desejamos, mas é importante lembrar que cada desafio traz consigo lições valiosas.

Esses momentos de espera e incerteza podem ser oportunidades disfarçadas, preparando-nos para algo maior. O universo tem seu próprio ritmo, e, muitas vezes, o que parece um obstáculo é, na verdade, um desvio necessário que nos leva a um caminho mais alinhado com nossa verdadeira essência.

Quando aceitamos que tudo tem um propósito, começamos a enxergar a beleza nas pequenas coisas e a confiar no processo da vida. Cada experiência, mesmo as mais difíceis, nos molda e nos ensina. Portanto, ao invés de resistir aos atrasos ou contratempos, abracemos a jornada, confiando que estamos exatamente onde precisamos estar para cumprir nosso verdadeiro destino.

Senhor Romeo

Senhor Romeo,
eu fiz isso de novo.
Um ano em cada dez
consigo lidar com isso.
Sou uma espécie de milagre ambulante
minha pele ainda intacta,
como se não tivesse aprendido
a lição do fogo.
Diga-me:
quantas vezes se pode morrer
dentro da mesma casa
sem que a vizinhança desconfie?
Colecionei pequenas mortes
como quem guarda cartas não enviadas.
Dobrei cada tentativa frustrada
e a escondi na gaveta do criado-mudo,
junto aos comprimidos
e aos retratos
onde ainda corríamos
como dois atores mal pagos
ensaiando eternidade.
Você dizia:
“amor é resistência.”
Eu resisti
até virar ruína.
Sempre havia um copo quebrado na pia,
uma frase suspensa no ar,
um silêncio armado
apontando direto para o meu peito.
Tentei ser um incêndio manso.
Tentei ser água morna.
Tentei ser o homem que não sangra
quando cortado por palavras.
Mas cada tentativa
Era um ensaio de funeral.
O primeiro amor morreu de frio
faltaram cobertores e coragem.
O segundo morreu de excesso
amor demais é veneno doce,
colherada de açúcar
numa garganta já em chamas.
O terceiro?
Ah, Senhor Romeo
o terceiro fui eu.
Enterrei minha voz no jardim.
Plantei rosas sobre os gritos.
Aprendi a sorrir de dentes cerrados
para que ninguém visse
a hemorragia discreta
escorrendo pela alma.
Quantas vezes se pode voltar?
Quantas vezes se reconstrói
uma casa incendiada
com os mesmos fósforos?
Você me chamava dramático.
Eu me chamava de sobrevivente.
Havia espetáculo na minha dor,
confesso.
Eu me levantava das cinzas
com as roupas ainda fumegando,
a barba desgrenhada
como se fosse condecoração.
Olhem
eu ainda estou aqui.
Mesmo depois de vocês.
Mas sobreviver
não é o mesmo que viver.
À noite
deito ao lado do vazio
e ele respira melhor que qualquer amante.
O vazio não promete.
Não mente.
Não diz “para sempre”
com a boca cheia de vento.
Senhor Romeo,
há um cemitério em meu peito
onde cada “nós” fracassado
Tem uma lápide discreta.
Aqui jaz
a tentativa de diálogo.
Aqui jaz
a paciência.
Aqui jaz
o homem que acreditava
que amor era salvação.
Aprendi tarde demais:
amar não ressuscita ninguém.
Amar não cura abismos.
Amar não transforma homens
em porto seguro.
Às vezes,
amar é apenas outro nome
para se oferecer em sacrifício
num altar que ninguém pediu.
E ainda assim
olhe para mim, Senhor Romeo
eu me levanto.
Com as mãos queimadas.
Com o coração em carne viva.
Com a dignidade remendada
como roupa antiga.
Eu me levanto
não por eles,
não por você,
mas por essa centelha obscena
que insiste em pulsar
mesmo depois de tantas mortes pequenas.
Talvez eu seja feito
de matéria reincidente.
Talvez eu goste
do gosto metálico do recomeço.
Ou talvez
apenas talvez
eu tenha descoberto
que a única relação que não fracassa
é esta:
entre mim
e o homem
que se recusa
a permanecer enterrado.

“Cada palavra que proferimos, é uma semente; escolha com cuidado, pois algumas florescem em alegria, e outras, em tristeza.”

Elizabeth presotto

“Aprender é perceber que cada erro é um mapa para encontrar caminhos que antes não enxergávamos.”