Meu Amor Viajou

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Era difícil acreditar na realidade da pessoa, a palavra que era vazia para mim era meu maior medo, mas a sua palavra bela e bonita preencheu meu vazio. Tudo aquilo em que eu não acreditava, você trouxe de volta, não só iluminou meu caminho como o meu coração. Sua doce palavra me trouxe esperança no meu coração vazio e solitário.

Ter fé na hora dá adversidades meu Deus
Procurar força aonde meu Deus
Se parece que estamos naufragando
Se este abismo está nos sugando e as forças não vem
O que será de mim meu Deus se a tua misericórdia não me alcançar.

Sou meu próprio diabo, enforcado na minha auréola e afogado em minhas asas.

É como se nada fosse meu,
me vejo só, tolo plebeu
querendo um coração roubar,
mas deixo a alma toda falar.
Tipo Claudinho e Buchecha,
um romance preso na cabeça,
mas minhas próprias incertezas
me prendem na maior fraqueza.




Eu toco o violão pra fugir,
mas me vejo como Marta a subir…
e logo depois sou Kuririn,
caindo sem saber onde ir.




E eu grito como uma banshee,
mas ninguém nunca ficou aqui.
Eu que achava ser Hulk, me vi
num labirinto feito só pra mim.
Queria ser Ravena, Mutano,
mudar minha vida ano após ano…
mas meu mundo virou outro enredo,
Capitão sem América, rindo do próprio medo.




As teias que deviam me segurar
viraram corda no naufragar.
Poseidon tentou me resgatar,
mas nem a sereia eu pude enxergar.
Fui branca de neve sem a cura,
Frost nem viu a minha lua.
Quis ser gelo só pra me esconder,
mas o mundo não conseguiu me ver.


As luzes todas querem brilhar,
a minha é faísca pronta a apagar…
minha Viúva Negra a decidir
dar “game over” no que restou de mim.




E eu grito como uma banshee,
mas ninguém nunca ficou aqui.
Eu que achava ser Hulk, me vi
num labirinto feito só pra mim.
Queria ser Ravena, Mutano,
mudar minha vida ano após ano…
mas meu filme não teve final,
me perdi no meu próprio mundo real.

​✨ O Meu Brinde de Domingo
​"Hoje eu escolho a calma. Escolho recarregar cada pedaço da minha energia para encarar a última semana do ano com o coração pronto.
​Que a prosperidade não seja apenas um plano, mas uma colheita. Que a paz e a saúde sejam o meu alicerce e que a alegria transborde em cada pequena realização.
​Estou pronta para encerrar 2025 com gratidão e abrir as portas para um 2026 extraordinário! ✨🚀"

⁠"Nunca provoque meu desprezo por você. Provoque qualquer coisa menos isso, por que a partir do momento que eu decidir te desprezar, nada nem ninguém me fará mudar de opinião. "

“Não sei quem partirá meu coração;
sei apenas que a vida não para
para que eu o restaure.”

O Altar da Gratidão
Em meu peito, a gratidão ainda faz morada,
Pelas metas atingidas, pela estrada caminhada.
Pelas viagens que fiz, pelos laços que guardei,
Amizades poucas e fiéis que na vida cultivei.
Lembro a infância feliz, de pouco recurso e mão dada,
E a juventude que veio, aos poucos conquistada.
Tudo no tempo certo, como o fruto que amadurece,
No ritmo da vida que a alma reconhece.
Tive a força de não me perder em nós que dão nó,
De relacionamentos tóxicos, nunca me fiz só.
Escolhi o estudo, o trabalho, a evolução,
Fiz da independência a minha direção.
Depois dos quarenta, o olhar se transformou,
O que era material, o tempo simplificou.
A família virou o centro, o porto, o lugar,
Pois o que se toca, o vento pode levar.
Até na dor e na perda, o positivo eu via,
Pois nada acontece sem uma geografia.
Seja para ser forte, ou para o olhar despertar,
Ou para ter mais tempo com quem se quer amar.
A vida é um sopro, um breve clarão,
E eu sigo com ela, guardada no coração.
(Assinado: Roseli Ribeiro)

O movimento em vida
Fui peixe em águas claras, meu doce refúgio,
Ali a piscina era o mundo, o silêncio era o estudo.
Mas o mar, imenso e mestre, me ensinou a lição:
Diante de sua grandeza, curva-se a arrogância e o coração.
Pequena na estatura, mas gigante na quadra,
O basquete era o palco onde a alma bailava.
Convites surgiram, o talento brilhou,
Mas o medo no caminho, em um rastro, me parou.
Então veio a dança, o ritmo, o chão que flutua,
Piruetas no ar, a arte que a vida acentua.
No compasso do pagode, o show era a nossa história,
Passos difíceis gravados na pele e na memória.
Mas o tempo é operário e a distância é um muro,
A dança cedeu lugar ao trabalho e ao futuro.
Nas rodas da bicicleta, encontrei meu novo vento,
A liberdade de guiar o próprio destino e o momento.
Mas a vida prega peças em um passo descuidado,
Um tombo bobo de chinelo deixou meu braço paralisado.
A dor virou rotina, a fisioterapia, o deserto,
Mas a fé era a bússola que me mantinha no rumo certo.
Aprendi a ser canhota por força da necessidade,
O corpo é sábio e se molda em meio à adversidade.
Cada movimento de volta era uma joia, um tesouro:
Escovar os dentes, pentear-se, escrever valia como ouro.
A mente comanda a matéria, a disciplina é o guia,
Voltei à lida, ao trabalho, com toda a minha energia.
Escolhi o desafio do frio, onde a dor me testava,
Em um dia de choro escondido, a alma quase parava.
Mas enxuguei o rosto, disse ao espelho: "Eu consigo!"
Pois o meu maior inimigo já não morava comigo.
E quando veio o prêmio, o reconhecimento enfim,
Ouvi o eco da vitória dentro e fora de mim.
"Você conseguiu", disseram as vozes da vida,
Para a mulher que renasceu de cada queda e ferida. Disse: obrigada! Deus!
Roseli Ribeiro

Quando eu era jovem, muitas vezes pensava: “Nossa, como meu pai é quadrado… ele não acompanha as mudanças, não se moderniza e ainda enxerga algumas atitudes minhas como absurdas. Ele deveria se atualizar, entender que o mundo mudou.”
E, no fundo, eu fazia uma promessa silenciosa a mim mesmo: quando eu ficasse mais velho, jamais deixaria de compreender o comportamento dos mais jovens. Eu seria aquele “coroa” descolado, aberto, que entende o seu tempo.


Hoje, percebo que a vida ensina com mais calma e com mais humildade do que a gente imagina.

O meu lugar sempre será onde a paz impera.

Abdico de todo o meu apego para viver em paz.

Escrever é poder expressar o que meu pensamento diz só para mim.

Promessa para os meus inimigos e para ou outros.
Até ao meu último sopro de vida irei lutar;
Irei utar para não quebrar alguém, para que alguém não sofra tanto;
Entendo o que é viver com o coração partido, jamais seria alarve para o fazer;
Irei sempre tentar preencher o meu coração vazio com o brilho dos olhos dos outros;
Talvez por mim, talvez por todos, quero ver os olhos tristes tornarem a sorrir; Por tudo isso irei lutar;
Sei que por mais que tente preencher o meu coração com o bem de outros será uma luta eterna pois terei momentos de alegria mas jamais serei outra vez feliz.
De qualquer forma lutarei até ao fim.
E neste ano...
Qual fera ferida irei arrancar do peito toda a força que há em mim;
E com ela irei esmagar meus inimigos.
Aqueles que já comigo se cruzaram,
Aqueles que olharam meus olhos doces,
Aqueles que ousaram pensar e agir...
Não sabendo quem sou mas como se nada fosse,
Os mesmos que por vezes me leem aqui,
Para verem se sucumbi ou se resisto,
E que entre medo, terror e pânico mostram as garras...os dentes,
Mas me dizem...olhe que eu sei escrever bem!...hum já dizem tudo!
Mas que bestas Deus colocou na terra!
E eu besta me defendo,
Escrevam, escrevamos todos,
Veremos quem ganha a guerra!
Agora que nos conhecemos todos.
Célia Carracha.

Trocar o dia pela noite é o meu abrigo,
contra o medo do mundo, esse antigo inimigo.
Exigem que eu me prove, que eu mostre o valor,
como se a maturidade fosse um erro, uma dor.
Construí minha estrada com estudo e suor,
para ser lida em uma palavra, do jeito pior.
"Incapacitada" — sentença vazia e injusta,
para quem tem uma história que tanto custa.
Não sou o status que tentam me dar,
sou quarenta e oito anos prontos para voar.

Ass Roseli Ribeiro

Seu nome
Ouvir o seu nome é como um feitiço suave:
meu coração acelera,
o ar suspende o tempo,
meu peito se enche de você,
e tudo em mim se transforma em felicidade.

A sombra do meu pecado me trai — um vulto que conhece meus passos antes de eu os dar.
Atrai-me para o submundo onde a escuridão tem voz e os nomes se desfazem,
um convite sem luz, uma promessa que cheira a ferro e a lama.
Somos dois náufragos: eu e essa sombra que me habita,
invisíveis aos olhos que ainda acreditam em salvação.
Envolvidos como raízes emaranhadas, presos no pântano do desejo,
onde o tempo apodrece e as horas se tornam moscas.
Caímos sem alarde, amordaçados pela própria culpa,
a boca cheia de terra, o grito reduzido a um eco de ossos.
A decomposição não é só do corpo — é do nome que eu dava às coisas,
do mapa que traçava para me encontrar, agora rasgado e úmido.
Há um frio que não passa, uma sede que não se sacia;
cada passo afunda mais, cada lembrança vira lodo.
E, no entanto, há uma clareira de silêncio dentro desse breu,
um lugar onde a traição aprende a dizer o seu próprio nome.
Não peço perdão — não ainda — porque o perdão exige luz que não trago.
Quero apenas ver, por um instante, a sombra desvelada:
que se revele inteira, sem disfarces, para que eu saiba com quem divido o corpo.
Se a escuridão é casa, que seja ao menos honesta;
se o pântano é prisão, que me mostre a porta que não consigo ver.
E se a decomposição é destino, que me ensine a colher do próprio fim
a semente que, talvez, um dia, resista e floresça na lama.

No limbo escaldante, onde o tempo se dissolve em brasas,
meu pecado se ergue como sombra que me trai,
um espectro sedento, arrastando-me ao submundo da escuridão.
Ali, invisíveis correntes se entrelaçam,
envolvendo corpos e almas em cárceres de silêncio,
presas no pântano pecaminoso,
onde cada suspiro é lama,
cada lembrança é veneno.
Caídos, amordaçados, em lenta decomposição,
somos ossos que ainda gritam,
somos ecos que não cessam,
somos o reflexo da culpa que nunca se apaga.
E no abismo, onde a noite não conhece aurora,
a traição se torna eterna,
o pecado se torna carne,
e a carne se torna pó.
Esse estilo mistura intensidade, imagens fortes e ritmo poético, quase como um cântico sombrio. Quer que eu leve esse texto para um tom mais místico e esperançoso, como se houvesse uma saída da escuridão, ou prefere que ele permaneça sombrio e visceral.

⁠No meu jardim os pássaros são livres, comem, cantam, reproduzem dando-nos a lição de que um dos eixos para a liberdade interior é cultivar o bem estar e o bem querer, sem precisar mendigar afeto e aceitação de ninguém.

O impacto de um diagnóstico de câncer trouxe lágrimas ao meu coração, mas purificou minha alma de tudo aquilo que não tem real importância.