Meu Amor Viajou
DOCE FORMOSURA
Ó abundosa felicidade,
Que arranja o coração!
O amor sempre desejo,
Na sereníssima paixão!
Ó elevadíssima docura,
Em ti, a solene emoção
Com a doce formosura!
Enquanto o amor pesar
Mais que o mal na balança,
Haverei de renascer
No riso de uma criança!
Enquanto existir bondade,
Fé, amor e temperança
Enquanto Deus nos tocar
Ofertando-nos mudança,
Haverei de renascer
No riso de uma criança!
- Poema da obra Minhas Verdades ISBN 9786598117610
Eu tento viver o amor
E fujo de todo o mal
Ao saber que nesses dias
A medida é desigual
Por isso Deus me convida
A ser que nem luz e sal!
Declaração
Minha vida é bendita,
Como a beleza da flor,
Junto as virtudes desse amor
Sem a dor das noites frias!
Quando a dor me corroía
Na soledade sem magia
De um intenso desamor!
Com você não sinto as velhas feridas,
Pois o seu alento de vida
Simplesmente me completou!
Às vezes, o amor-próprio
Exige coragem de fechar portas
Que já não levam a lugar algum.
Manter abertas passagens
Que só acumulama poeiradas mágoas
Ou das expectativas frustradas
É um peso que a alma
Não foi feita para carregar.
Trecho do livro - O Aleph, a poesia de José de Deus
Vivemos em um mundo perdido nos sentimentos, romantizam o amor em fúria e desprezam o amor cuidadoso.
Se a beleza no amor,
Por que não a vejo?
Por que só vejo sofrimento?
Será que a vida irá me mostrar as respostas...
Para tantos por que?
É... Esse foi mais um "por que"...
Pouco me admirar alguém dizer que entende do amor, mas, o que mais me admira é ver alguém dizer que não entende, mesmo vivido tantas coisas.
O mundo necessita de poetas
Poetas esses
Que entende o amor
O ódio
O desejo
A tristeza
Para trazer assim
O conhecimento aos não poetas.
O amor não dói
É fluido como a água
Como o oceano
Tem suas tribulações
Mas, não foi feita para machucar
Hoje, eu pergunto a você
Dobramos esquinas como páginas
Escrevendo amor em tempestades
Por que fomos incomuns?
