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Mesma Moeda

Cerca de 14428 frases e pensamentos: Mesma Moeda

Perder alguém que muito amamos,
É a mesma coisa de perdermos tudo,
Se pudéssemos voltar no tempo,
Em muitos momentos seríamos mais sinceros, mais próximos, mais amigo.
A vida nos prega peças,
Quando você pensa em dançar a melodia,
Existem outras músicas a cada instante para serem aprendidas,
E muitas vezes você erra o passo,
Tenta acertar,
Mais não consegue.
Acertar sempre é difícil,
O mais difícil é que quando o tempo passa, existiam diversas maneiras de serem resolvidas,
Porém,
Já foi tarde demais!
Não existiu um adeus,
Um abraço,
Um aperto de mão,
Se foi,
O que resta?
Vazio,
De?
Ter acertado.

⁠Ei!
Você mesma que esteja lendo essas palavras
Se você ainda não realizou tudo aquilo que sonhou!
Não tem problema! Amanhã você terá outra oportunidade para estar realizada
E talvez o seu tempo ainda não tenha chegado
Tenha fé e paciência que logo Deus te fará honrada
Porque você é linda e empoderada, com a tua força tenho certeza de que é amada
Erga a cabeça e siga em frente, porque coragem e força você tem
Só falta insistência, otimismo e certeza também;

Pensar e estar completamente vivo são a mesma coisa.

Hannah Arendt
A vida do espírito. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1995.

⁠A mesma água que mata a sua sede, também pode lhe matar afogado.
O mesmo fogo que cozinha o seu alimento, pode lhe matar queimado.
A mesma terra que germina a semente, é usada no sepultamento.
Sendo assim, fica nítido entender que as escolhas são nossas, e as consequências delas também!

Não, não somos idênticos, apesar de fazermos parte da mesma espécie. No entanto, é importante notar que os seres humanos têm uma habilidade impressionante de oscilar entre o bem e o mal. Cuidado para não cair na armadilha comum de “fazer o bem sem considerar quem”.

Amar demais é um ato desesperado de quem já perdeu o respeito e o amor por si mesma. Quer uma dica? Faça o retorno e reinicie o trajeto.

⁠Quem me dera pudesse preencher esse vazio comigo mesma.

Demorei para perceber que quase tudo, na vida, gira em torno da mesma obsessão: controle.


Chamam de organização.
De rotina.
De responsabilidade.


Mas é medo.


Medo do que pensa sozinho.
Medo do que cria fora do padrão.
Medo do que não se deixa domesticar.


Por isso contam horas, não ideias.
Presenças, não sentidos.
Corpos, não consciências.


Aprendi cedo que existir era caber.
No horário.
Na planilha.
Na expectativa.


E, para caber, comecei a diminuir.


Produzia mundos inteiros em silêncio,
mas ninguém via.
Porque não estavam interessados no que eu criava,
e sim no quanto eu permanecia disponível.


Não querem pássaros.
Querem gaiolas cheias.


Dentro delas, aprendemos a funcionar.
Não a viver.


Adoecer em segredo.
Cansar em silêncio.
Sorrir por obrigação.
Seguir por medo.


Quando o corpo falha, chamam de fraqueza.
Quando a mente cansa, chamam de desculpa.
Quando a alma sangra, chamam de drama.


E descartam.


Porque quem cai expõe a mentira coletiva de que todos estão bem.


Aprendi a esconder fissuras.
A maquiar exaustão.
A negociar comigo mesmo.


Caminhei entre leões.


Aprendi a linguagem do poder,
os códigos da conveniência,
o teatro da força.


Mesmo assim, nunca fui do grupo.


Era tolerado.
Nunca pertencente.


Presença sem raiz.
Voz sem território.


E, para continuar ali, virei útil.


Apoio.
Escada.
Ponte.


Sustentava projetos, egos, fragilidades alheias.
Enquanto ninguém sustentava a minha.


Confiei.
Acreditei.
Projetei lealdade onde só havia interesse.


A traição veio suave.
Educada.
Disfarçada de cuidado.


E no amor, foi ainda mais evidente.


Enquanto eu resolvia, eu existia.
Enquanto carregava, eu era necessário.
Enquanto servia, eu era querido.


Quando parei, virei ruído.


Foi aí que compreendi:
muitos não se relacionam com pessoas.
Se relacionam com funções.


Nesse ponto, algo quebrou.


Não foi romântico.
Não foi pedagógico.
Não foi bonito.


Foi brutal.


Percebi que eu tinha passado anos
me transformando em estrada
para quem nunca pretendeu caminhar comigo.


Eu era passagem.
Nunca destino.


E isso não gerou iluminação.
Gerou raiva.
Lucidez.
Desencanto.


Passei a desconfiar dos aplausos.
Dos convites.
Dos afetos fáceis.


Passei a ver o mundo como ele é:
um mercado emocional,
onde quase tudo é troca,
quase nada é vínculo.


Hoje eu não romantizo liberdade.


Liberdade dói.
Isola.
Cobra.


É andar sem garantias.
Sem plateia.
Sem proteção.


É perceber que ser inteiro
te torna inconveniente.


Que pensar demais incomoda.
Que sentir demais afasta.
Que não se vender custa caro.


Não virei herói.
Não virei exemplo.
Não virei cura.


Virei consciente.


E consciência não salva.
Ela pesa.


Você passa a enxergar
as engrenagens,
as farsas,
as dependências,
as manipulações.


E já não consegue mais fingir.


Hoje eu sei:


Não sou gaiola.
Não sou ponte.
Não sou sombra.
Não sou ferramenta.


Mas também não sou refúgio.


Sou território instável.
Cheio de ruínas, ideias, cicatrizes e silêncio.


Quem entrar, entra sabendo:
não ofereço conforto.
Ofereço verdade.


E verdade não acolhe.
Ela rasga.

Se a pessoa não consegue amar a si mesma como espera que os outros a ame?

⁠Estamos no mesmo barco,enfrentando a mesma tempestade,e só porque muitos não ajudam os menos favorecidos,não se esqueçam das pessoas de bom coração que estão ajudando e muito pelo amor,esses são os trabalhadores do Cristo,não foque no bem que não fazem,mas no bem que estão fazendo,o mundo não é todo mal,as pessoas é que divulgam mais o mal para provocar discórdias nos corações roubando -lhes as esperanças,não deixe de acreditar que o bem sempre vence o mal,o bem do mundo é Deus e cada coração que ama o próximo,sejam trabalhadores do Cristo espalhando luz e esperanças seja onde for,sejam as sementes luz que Jesus plantou.
Ivânia D.Farias

Estávamos convencidos de que, com a globalização, todo mundo pensaria da mesma forma. Temos um resultado contrário sob todos os aspectos: ela contribui para o esfacelamento da experiência comum.

Minha única corrida é comigo mesma: evolução diária.

O tempo cura as dores e as queixas, porque nós nos modificamos, não somos sempre a mesma pessoa. Nem o ofensor, nem o ofendido, são os mesmos.

Blaise Pascal
Delphi Collected Works of Blaise Pascal (2020).

Sei como é sofrer e querer machucar alguém. Mas a pessoa que sai mais machucada é sempre você mesma.

⁠"Da mesma forma, como o homem não vive sem o ar nos seus pulmões, assim também ele não vive sem Deus."

O caminho para a evolução está no uso da consciência, e não no desprendimento da mesma. É muito mais cômodo para o ser humano, seguir a lógica dos outros, pensar como a maioria, ou concordar com um jesus, um deus criado pela mente humana. Dá trabalho analisar, testar, pesquisar, questionar e ainda por cima discordar da maioria e fazer parte de uma minoria. Comodismo mental é a principal causa da estagnação consciencial e da involução humana. Mentes abarrotadas de crenças, sem ao menos questiona-las.
Uma consciência apurada não dispensa a lógica e ao mesmo tempo lida sabiamente com a emoção sem reprimi-las e sem mascara-las.

"A mesma pessoa que reclama que o espetáculo da vida é uma piada é sempre a que paga pela área VIP."

⁠Algo será diferente?
Não vai ser da mesma forma
Mas esse dia vai acabar
Quando os ponteiros dos minutos
e segundos se sobrepuserem
O mundo prende a respiração por
um momento
Zero horas

BTS

Nota: Trecho da canção 00:00 (Zero O’Clock).

"Eu sou louca, compulsiva, emotiva, romantica, converso comigo mesma, me pergunto, me respondo, fico rindo sozinha, teimo, vivo de cantarolar, brigo, luto, esperneio... a única coisa que eu não sou é um tédio."

☆Haredita Angel

A verdade é Deus. Amar a Deus e amar a verdade é a mesma coisa.
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