Mentiras

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O corpo e suas emoções brigando com a razão e suas verdades lúcidas. Esse é um duelo que não desejo a ninguém.

In... Verdades...

Amor de mãe é gratuito.
Amor de pai tem seu preço...
O resto, é apenas apreço?

Todas as pessoas tem seus sentimentos, suas razões, suas convicções e suas verdades.
Por isso eu não tenho o direito de tentar obrigar ninguém a aceitar as minhas!

“O mundo lá fora te julga, te condena e te incrimina. E a verdade é que nenhum deles te conhece.”

O amor verdadeiro entre um homem e uma mulher é o doar recíproco, a doação incondicional e sem exigência de reconhecimento. Aqueles que param de doar, perdem a capacidade de amar.

Esse vai parecer um texto bobo. Porque na verdade ele é. Tô escrevendo pra agradecer, sabe? Porque fazia tempo que tudo que eu escrevia era meia dúzia de frases sem graça, incapazes de expressar o que eu sentia de verdade. Daí você chegou, deu uma bagunçada na minha vida e deixou tudo clichê de novo, cheio de inspiração pra textos bobos.

Na vida, podemos​ encontrar só um amor, mas um amor de verdade, um amor que nos tire do eixo, um amor que de tão amor, dói pelas mínimas brigas que teremos, um amor que é indescritível, louco, que a gnt não pode dizer se é amor, mas ao mesmo tempo sabe que sim, pois queremos sempre aquela pessoa presente. Mas esse sentimento raro é dado a poucas pessoas, e o meu, foi entregue pra um homem bom, que ainda não sabe que é, ele só não soube perceber que tinha 100% de mim com ele, não soube ver que ele é quem ilumina os meus dias, ele é a minha motivação pra levantar da cama todos os dias e tentar colocar um sorriso no rosto. Ele é a personificação do meu amor, e ainda assim consegue achar que eu não o amo.

A fraqueza dos nossos sentidos impede-nos de alcançar a verdade.

Quando você é verdadeiro, sua dignidade se manifesta e desperta o respeito das pessoas.

“Prefiro passar toda minha vida sofrendo por não encontrar o amor verdadeiro, do que me iludir com um e passar o resto dela me lamentando por isso.”

Em verdade temos medo.
Nascemos escuro.
As existências são poucas:
Carteiro, ditador, soldado.
Nosso destino, incompleto.

E fomos educados para o medo.
Cheiramos flores de medo.
Vestimos panos de medo.
De medo, vermelhos rios
vadeamos.

Somos apenas uns homens
e a natureza traiu-nos.
Há as árvores, as fábricas,
Doenças galopantes, fomes.

Refugiamo-nos no amor,
este célebre sentimento,
e o amor faltou: chovia,
ventava, fazia frio em São Paulo.

Fazia frio em São Paulo…
Nevava.
O medo, com sua capa,
nos dissimula e nos berça.

Fiquei com medo de ti,
meu companheiro moreno,
De nós, de vós: e de tudo.
Estou com medo da honra.

Assim nos criam burgueses,
Nosso caminho: traçado.
Por que morrer em conjunto?
E se todos nós vivêssemos?

Vem, harmonia do medo,
vem, ó terror das estradas,
susto na noite, receio
de águas poluídas. Muletas

do homem só. Ajudai-nos,
lentos poderes do láudano.
Até a canção medrosa
se parte, se transe e cala-se.

Faremos casas de medo,
duros tijolos de medo,
medrosos caules, repuxos,
ruas só de medo e calma.

E com asas de prudência,
com resplendores covardes,
atingiremos o cimo
de nossa cauta subida.

O medo, com sua física,
tanto produz: carcereiros,
edifícios, escritores,
este poema; outras vidas.

Tenhamos o maior pavor,
Os mais velhos compreendem.
O medo cristalizou-os.
Estátuas sábias, adeus.

Adeus: vamos para a frente,
recuando de olhos acesos.
Nossos filhos tão felizes…
Fiéis herdeiros do medo,

eles povoam a cidade.
Depois da cidade, o mundo.
Depois do mundo, as estrelas,
dançando o baile do medo.

Hoje não existem mais bad boys e bad girls de verdade. Há artistas fabricados em série que agradam a grandes plateias também fabricadas em série.

O poeta dizia que era trezentos, trezentos e não sei quantos. Eu sou apenas duas: a verdadeira e a outra, tão calculista que às vezes me aborreço até a náusea. Me deixa em paz! peço e ela se põe a uma certa distância, me observando e sorrindo. Não nasceu comigo mas vai morrer comigo e nem na hora da morte permitirá que me descabele aos urros, não quero morrer, não quero! Até nessa hora ela vai me olhar de maxilares apertados e olho inimigo no auge da inimizade: “Você vai morrer sim senhora e sem fazer papel miserável, está ouvindo?” Lanço mão do meu último argumento, tenho ainda que escrever um livro tão maravilhoso... E as pessoas que me amam vão sofrer tanto! E ela, implacável: “Ora, querida, as pessoas estão se lixando. E o livro não ia ser tão maravilhoso assim”.
É bem capaz de exigir que eu morra como as santas.

Lygia Fagundes Telles
Um coração ardente. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

Nota: Trecho do conto O dedo.

...Mais

Você é a fonte da minha inspiração...
Mais as vezes minhas ideias não correspondem aos verdadeiros fatos.
Não me iludo com isso mas...Tambem não desisto.
Acho que morro esperando você...Ou um dia eu paro.
Paro de olhar você passar...Não.
paro somente de pensar...Pensar em você.
mais enquanto isso vou viajando nos meus pensamentos...
Não é ilusão da minha parte, é só uma maneira de te ter sempre ao meu lado.

Sempre gostei de ser verdadeira, mas não sei até onde isso me leva. Não, eu não quero levar vantagem em nada. Só quero a reciprocidade, a sinceridade do outro como recompensa. Ando frustrada ao constatar que amigos verdadeiros posso contar apenas em uma mão. E, ainda assim, não sei se posso ser verdadeira com eles. Uma palavra atinge, fere, frustra, repele.

Aos bobos a doutrina
Aos bons a miséria
Aos tolos a indiferença
Aos verdadeiros o engano
Aos honestos a derrota

Ao ensinar, o verdadeiro professor enxerga o aluno no futuro sendo maior e melhor que ele.

Ninguém que creia de verdade viverá milagres. De dia não se veem as estrelas.

⁠Tendes conhecimento da verdade? Dai-a aos outros.

Tenho poucos amigos verdadeiros, porque a falsidade toma conta desse mundão