Mentiras
Circulo vivo, verdadeiro e profundo são os olhos humanos, que dizem muito mais do que verbos.
Veem e percebem tudo, se conectam com outros olhos, e fundidos circularmente, se manifestam em seus feitos, pensamentos, intenções, e sentimentos, e expressam tudo.
Nas rodas circulares dos olhos, não há filtros, eis a inteireza da verdade posta e não falada e ao mesmo tempo tão expressiva.
Espelham quem somos, santos olhos, são círculos de grande força e poder.
Estão no movimento do todo, expressando-se na vastidão e na profundidade da verdade de cada ser.
Circulam as relações e estabelecem as verdades que muitas vezes a vocalize contraria.
Elos circulares que representam e expressam a verdade, mesmo que essa não queira ou não possa ser vista, expressada e ou descoberta.
Certamente tem vínculo profundo com o Divino.
Lente luminosa que transbordam em verdades tão límpidas.
Essa nitidez se faz àqueles a quem esta no círculo da vida, e se reconhecem também com a completude e as verdades que somente seus olhos conseguem ver.
Almas circulares...
Que nossos olhos possam ser a porta de luz divina que transcendem os desafios terrenos em verdades onde o amor possa sempre prevalecer. Erikah Aparecida - ErikaKim (Março2026).
A verdade é que, o choro é reconfortante, sempre faço-o escondido, como se tivesse roubando algo que sempre me pertenceu...
--- Risomar Sírley da Silva ---
Um homem de verdade não luta por si mesmo, mas sim por aqueles a quem ama, agora ou no futuro. Um homem nada é se não tem o que amar.
"Postura de elite exige coração humilde. Quem pisa nos outros pra se sentir alto, na verdade, é um anão de espírito."
Silenciaram a voz, não a verdade
🇧🇷 Justiça para Yu Menglong 🇧🇷
Entre luzes e brilhos, deixei-me levar pela crença de que no mundo existiam seres humanos e anjos.
Meus olhos foram cegados para a maldade humana. Acreditei na amada e nos amigos que diziam ser.
Meu desejo era apenas viver a felicidade de cantar e atuar, assim como cuidar do bem-estar da minha família.
Cordas invisíveis da maldade mantiveram meu corpo preso em uma rede de perigo e horror que eu não acreditava existir. Meus gritos foram abafados entre risadas e danças maquiavélicas. Quando abri os olhos e tentei mandar sinais, mesmo com os machucados camuflados na pele, já era tarde demais.
Levaram dentes, pele, pedaços de mim e até minha dignidade. Ceifaram minha vida acreditando que eram deuses e que o Deus da justiça não os atingiria.
Agora, sentado no maior pódio que o universo tem e brilhando como uma estrela — pois sou uma — assistirei até que a justiça seja feita.
🇧🇷 Justiça para Yu Menglong 🇧🇷
O eco da verdade silenciada
A injustiça humana faz com que meu peito adoeça e minha alma chore. Mesmo em silêncio, o eco da possibilidade de a verdade ser enterrada me apavora, deixando a tristeza transparecer em mim. Então, me abato.
A fé verdadeira não se mede pelo que você tem no bolso, mais sim pelo tamanho do Deus que você acredita.
Deixar prazeres momentâneos pela espera de algo duradouro e verdadeiro, NUNCA será perda de tempo - é preparo para viver O MELHOR.
"Palavras nem sempre traduzem
verdades nunca teremos o
poder de entrar na mente de
alguém para ter a certeza
Olhe para os olhos, e eles
mais sinceros do que a boca"
Entre apoderar-me da Verdade para julgar alguém, prefiro togar-me da Justiça Poética para julgar os que o julgam.
Talvez porque a Verdade — essa palavra tão invocada — raramente chega pura às mãos humanas.
Quase sempre, ela vem filtrada por convicções, interesses, ressentimentos ou paixões mal resolvidas.
E, quando alguém acredita possuir a Verdade absoluta, o julgamento deixa de ser um exercício de consciência para se transformar num espetáculo de vaidade moral.
A Justiça Poética, por outro lado, não se preocupa em parecer infalível.
Ela apenas observa, com a paciência do tempo, como cada gesto humano acaba escrevendo a própria sentença.
Quem julga com excesso costuma revelar mais de si do que daquele que está sendo julgado.
No tribunal silencioso da vida, o eco das palavras denuncia as intenções que tentavam se esconder atrás delas.
Há uma estranha pressa em condenar.
Como se apontar o erro alheio fosse uma forma rápida de limpar a própria biografia.
Mas a experiência ensina que os dedos que se erguem para acusar, quase sempre ignoram o espelho que os acompanha.
Por isso, em vez de disputar a posse da Verdade — como se ela fosse um troféu moral — prefiro assistir ao lento trabalho da coerência e das contradições humanas.
A Justiça Poética tem um modo curioso de agir: ela não grita, não se apressa e não faz discursos inflamados.
Apenas permite que cada um seja, com o tempo certo, revelado pelas próprias atitudes.
E, no fim das contas, quase sempre descobrimos que julgar os juízes é menos sobre condená-los… e mais sobre lembrar que ninguém deveria ocupar o tribunal da consciência humana sem antes revisitar, em silêncio, o próprio banco dos réus.
Quem aluga a cabeça para Discursos Prontos, Frases Feitas e Verdades Fabricadas, quando tenta pensar, caloteia seus Inquilinos Intelectuais.
Talvez porque, no fundo, pensar de verdade sempre nos cobrou um preço muito alto: autonomia, coragem e responsabilidade.
E quem passa tempo demais terceirizando a própria mente se acostuma ao conforto do aluguel — ao luxo de repetir sem compreender nem se comprometer, de defender sem examinar, de acreditar sem investigar.
Assim, quando finalmente tenta pensar por conta própria, não encontra ideias, mas ecos; não encontra convicções, mas slogans; não encontra caminhos, mas trilhas já pisadas por multidões que também desistiram de pensar.
Mas os Inquilinos Intelectuais — aquelas perguntas antigas, as dúvidas legítimas, as inquietações que formam nossa identidade — voltam para cobrar o que lhes foi negado: espaço, voz e moradia na consciência.
E cobram com juros altos demais.
Porque não foram expulsos à força, mas abandonados à própria sorte, por preguiça, por medo e por conveniência.
E o calote, nesse caso, não é financeiro — é existencial.
É a dívida contraída quando se troca pensamento por manual de uso, reflexão por receita pronta, consciência por pertença cega a discursos que prometem tudo e não entregam nada, senão menos liberdade.
Pensar, então, deixa de ser tarefa e volta a ser risco.
Risco de desaprender certezas, de desmontar ilusões, de contrariar a própria bolha.
Risco de descobrir que a cabeça nunca deveria ter sido posta para alugar — porque aquilo que se aluga pode ser devolvido, mas aquilo que se entrega… se perde.
No fim, quem caloteia seus Inquilinos Intelectuais descobre que vive em uma casa grande, mas vazia, abandonada.
E que só há um jeito de recuperar o lar interior: desocupar a mente das verdades fabricadas e permitir que a dúvida — sempre ela — volte a habitá-lo.
Quem se precipita no infortúnio de renunciar à Liberdade de Pensar por conta própria, acaba assinando um contrato tão medonho que só se rompe tropeçando na graça de poder se questionar.
Que a Humildade Intelectual nos abrace!
Amém!
Talvez o melhor lugar para se Demonizar a dúvida seja o aconchego das Verdades Aveludadas.
É curioso como o ser humano, em nome da paz interior, constrói castelos de certezas com tijolos de incertezas mal resolvidas.
E, uma vez confortavelmente instalado, passa a olhar com desdém para qualquer sopro de dúvida que se atreva a bater à sua porta.
A dúvida, porém, é visita nobre — é ela quem areja as salas abafadas da mente, quem desmancha o mofo dos dogmas e faz circular o ar do pensamento.
Mas o aconchego das verdades aveludadas é macio demais!
E poucos se arriscam a trocar o travesseiro da convicção pela cama fria da reflexão.
Talvez por isso se demonize tanto a dúvida: porque ela incomoda os que aprenderam a amar o próprio engano.
Mas, ai daqueles que o fazem…
Ai daqueles que, embriagados pelo perfume das próprias certezas, caminham pelas estradas espinhosas da arrogância intelectual.
Renunciam à graça de poder se questionar, mas se julgam aptos a questionar o mundo — esquecendo que a mente que não duvida — não floresce — apodrece em Silêncios.
Aprendamos a fugir do aconchego das verdades aveludadas!
Amém!
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