Mentiras

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A consciência brilha como existência. A existência é verdadeiramente Consciência. A consciência é o verdadeiro EU.

Estou apaixonado por você e não quero me negar o simples prazer de compartilhar algo verdadeiro. Estou apaixonado por você, e sei que o amor é apenas um grito no vácuo,e que o esquecimento é inevitável, e que estamos todos condenados ao fim, e que haverá um dia em que tudo o que fizemos voltará ao pó, e sei que o sol vai engolir a única Terra que podemos chamar de nossa, e eu estou apaixonado por você.

A verdadeira religião deve avançar inter-disciplinarmente unida ao livre pensamento.

O silêncio me assusta porque ele grita a verdade.

Ignorei os falsos, afinal, se eles não existissem pra que serviria os verdadeiros?

O verdadeiro campeão vence calado porque sabe que é no silêncio que encontra o autocontrole e sabe também que o pódio é só uma questão de tempo e disciplina... lá vão estar pessoas que gritarão seu nome e outras que ficarão em silêncio descontroladas.

A sua falsidade me mostrou que com certeza você nunca foi uma amiga verdadeira.

Não sou de meias palavras, olhares atravessados, meias verdades, meio quente,
meio lúcida, meia boca...

gente morna me embrulha o estômago.

Se eu, só sei ser inteira, por favor não me venha com metades.

A verdadeira função do homem é viver, não existir.

Jack London
Tales of Adventure, Hanover House, 1956

“Se você ama alguém, ame de verdade. Não se importe com a cor dos olhos ou da pele, o tamanho do cabelo ou sua cor. Sua religião ou seus costumes. Ame pelo seu caráter, pelo o que realmente é.”

Fala a verdade, diga que eu sou chata
fale que sou louca
que não quer falar comigo
diga que sou impaciente
que não sabe como alguém me aguenta
fala a verdade
diz que não gosta de mim
diga que não me quer mais
que sou um idiota
fala para mim
pena que você não irá ver
pena que você não irá saber
pois eu estou desabafando
para TODOS VOCÊS

A verdade sempre aparece. É uma das regras fundamentais do tempo.

Os verdadeiros são poucos. Mas são o suficiente pra mim.

A verdadeira deficiência é aquela que prende o ser humano por dentro e não por fora, pois até os incapacitados de andar podem ser livres para voar.

É só um mundo virtual, mas eu me sinto mais vivo aqui do que no de verdade.

As pessoas pensam que querem sempre a verdade, mas será que realmente querem? A verdade dói. Às vezes nós dizemos a verdade porque ela é tudo que temos pra dar. Às vezes nós dizemos a verdade porque nós mesmos precisamos ouvi-la. Às vezes nós dizemos a verdade porque não conseguimos sustentá-la sozinhos. E, às vezes, dizemos porque é tudo que devemos a alguém.

Homem de verdade é o Seu Madruga, que mesmo levando um monte de tapas Nunca levantou a mão para uma mulher.

A verdade é que
certas dores simplesmente não valem a pena.
Às vezes, a dor envelhece.
Às vezes, você se cansa de
ser a pessoa que tem que curar.

Só há um problema filosófico verdadeiramente sério: o suicídio. Julgar se a vida merece ou não ser vivida é responder uma questão fundamental da filosofia. O resto, se o mundo tem três dimensões, se o espírito tem nove ou doze categorias, vem depois. Trata-se de jogos; é preciso primeiro responder. E se é verdade, como quer Nietzsche, que um filósofo, para ser estimado, deve pregar com o seu exemplo, percebe-se a importância dessa reposta, porque ela vai anteceder o gesto definitivo. São evidências sensíveis ao coração, mas é preciso ir mais fundo até torná-las claras para o espírito. Se eu me pergunto por que julgo que tal questão é mais premente que tal outra, respondo que é pelas ações a que ela se compromete. Nunca vi ninguém morrer por causa do argumento ontológico. Galileu, que sustentava uma verdade científica importante, abjurou dela com a maior tranqüilidade assim que viu sua vida em perigo. Em certo sentido, fez bem. Essa verdade não valia o risco da fogueira. Qual deles, a Terra ou o Sol gira em redor do outro, é-nos profundamente indiferente.

De nada sei. Que se há de fazer com a verdade de que todo mundo é um pouco triste e um pouco só.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.