Nem tudo é verdade, nem tudo é mentira. É certo que os tempos mudam, é certo que as interligações humanas é ampla e nem sempre produtiva. O não aceitável é vivermos essa realidade descompensada, insana, usurparda e dúbia.
Há quem diga que todos nós nascemos sabendo o que é o amor. Isso é mentira. A única coisa de que sabemos, ao nascermos, é de que estamos destinados à morte. Inevitavelmente, a morte é a nossa única certeza; mas é claro que o amor é importante porque, de alguma maneira, este sentimento é o meio pelo qual encontramos um alívio para a tristeza causada pela desordem deste mundo