Mensagens sobre Pessoas Infelizes
Pessoas que tiram o açúcar do seu café,
São fortes igual ele,
E podem tirar qualquer outra coisa da sua vida.
Atualmente, é crescente o número de pessoas que desconsideram a presença umas das outras; já não se cumprimentam e raramente se olham, parecendo ignorar totalmente o outro. É por essas razões que me interrogo se estamos realmente experimentando uma evolução ou uma involução na civilização.
Busque em Deus a alegria de ser autentico e doar-se para que outras pessoas possam ser felizes também.
Fuja de pessoas
que se conforma em ter
nada na vida!
Ele nao vai saber o que fazer
com a riqueza
que existe em voce!
Existem pessoas que passam a vida inteira estando presentes.
São aquelas que respondem, que ajudam, que escutam, que encontram tempo mesmo quando não têm tempo.
Muitas carregam o hábito de cuidar dos outros sem fazer contas, sem esperar recompensas, sem cobrar retorno.
Mas a vida costuma ensinar uma lição curiosa:
Nem sempre quem recebe cuidado sabe oferecer cuidado.
E então chegam os dias difíceis.
Dias em que essas pessoas também precisam de uma palavra, de uma presença, de uma resposta.
É nesses momentos que descobrem quem realmente caminhava ao seu lado e quem apenas se acostumou com aquilo que recebia.
Não se trata de ingratidão de todos. Nem de maldade.
Apenas uma verdade antiga: poucas pessoas conseguem oferecer aos outros a mesma dedicação que gostam de receber.
Talvez por isso algumas presenças silenciosas sejam tão raras.
E tão valiosas.
Existem pessoas que são carniças pulsantes, infestadas de vermes, esquecidas na escuridão do próprio ser. Ao menor sinal de luz em alguém, avançam como pragas vorazes, dilacerando sem piedade até o último resquício de brilho, apenas para ocultar a imundície que as devora por dentro.
As pessoas vivem em modo de sobrevivência, zumbis funcionais, presas a rotinas que já não questionam. São espectros de si mesmas, movem-se, mas não despertam, respiram, mas não vivem.
As pessoas me perguntam por que minhas frases nascem sempre cobertas de tristeza, por que falam tanto de dor. A resposta é simples e cruel. Eu sou fruto do abismo. Fui moldado nas pedras frias da cachoeira. Senti a água gelada arrastar a infância de mim, como se o tempo me afogasse antes de eu aprender a respirar. Ali, o antigo eu morreu, silencioso, afogado em medo e inocência. E o que subiu de volta pela encostar pedregosa, já não era uma criança… era um sobrevivente, meio homem, meio sombra, aprendendo a existir entre o que restou e o que se perdeu.
É uma perda de tempo esperar a aceitação integral de quem só consegue conceber a vida e as pessoas em fragmentos.
As pessoas que julgam a sua jornada com o rigor de quem nunca calçou seus sapatos são apenas ecos vazios de uma realidade que não lhes pertence, vozes sem peso no palco da sua história, e o erro fatal é dar a essas opiniões o poder de ditar o ritmo ou a direção do seu próprio barco. Feche os ouvidos para o barulho da plateia desinteressada e ajuste as velas para o rumo que só você vê, pois a aprovação dos outros é um prêmio ilusório que se desfaz ao primeiro sinal de sua autêntica vitória, e a paz que importa é aquela que você encontra quando se deita, certo de ter sido fiel à sua essência.
A maioria das pessoas se preocupa mais em parecer feliz nas redes sociais do que em construir uma alegria real e inabalável dentro de si.
É alarmante ver pessoas falando sem conversar e ouvindo sem escutar, uma multidão absorta que prefere manter o som do silêncio.
Às vezes, o que as pessoas chamam de "cura" é apenas o hábito de carregar a dor sem mancar tanto, um jeito de esconder a deficiência da alma para não incomodar a estética alheia. Eu prefiro mancar abertamente, exibindo minha humanidade defeituosa como uma bandeira de resistência.
Há uma solidão que não depende da ausência de pessoas, ela se instala mesmo em meio à presença, porque não é sobre estar acompanhado, é sobre ser compreendido, e isso é algo que raramente acontece de verdade.
As pessoas são muito boas em me decepcionar, mas o tempo me ensinou que a maior mudança não está nelas, está na minha coragem de enxergar quem realmente merece permanecer, e na força de deixar ir quem nunca soube ficar.
