Mensagens Profundas

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Para conquistar seus sonhos na realidade basta ter metas e executar no momento oportuno.

Inserida por rudimar_almeida

Se for preciso fazer sacrifícios então faça sacrifícios, mais não enterre seus planos e sonhos.⁠

Inserida por rudimar_almeida

Cumpra o dever do seu coração, deixa o orgulho transformar em uma linguagem que só a alma pode decifrar.⁠

Inserida por rudimar_almeida

Quando os grandes sonhos começam a se tornar realidade os pequenos sonhos começam acontecer diariamente.

Inserida por rudimar_almeida

⁠ALELUIA DA MANHÃ
Nasceu, chama-se dia,
Que alegria!
Ou será o meu sonho de rebeldia
Gerado nos travesseiros
Sem que ninguém descobrisse?
Talvez a noite o parisse,
Enquanto contava carneiros...
Horas rápidas, sol com cio
Como gatos ao desafio
Nas telhas da noite fria.
Canário amarelo que não canta
Nem encanta:
Só pia!
Sino que toca em nostalgia,
Gente que desabrocha
Como a luz de uma tocha
Num milagre de alegria.
Que belo é viver
O prazer,
De um novo dia!

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠É na infantilidade do meu pensar, que eu reconheço que ainda não perdi a alma de menino, a verdadeira.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Desde tenra idade que o som de um piano me encanta, seduz e acalma.
Há dias, num sonho, tive a revelação de tão gozosa predileção:

- Noutra vida, eu fui um homem de forja que batia ferozmente no ferro quente com o martelo em ritmo compassado na bigorna feita instrumento, como se estivesse a matraquear com os dedos calosos e inchados no suave teclado de um piano desafinado.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠⁠Quase sempre os olhos são o melhor espelho da alma, sobretudo após a ressaca de uma noite de vaporizações e euforias etílicas.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠O VAGABUNDO DAS FOLHAS CAÍDAS

Ando perdido há tanto tempo
Na noite de um amarelo profundo,
Quase cego
Sem meu ego,
Que fará o do mundo.
Sou no tempo, um vagabundo
De olhar iracundo,
E de sonhos quase igual
Vestindo roupa de gente
Mas sempre nu,
Tão diferente
No ser e na mente
Infelizmente desigual.
Mundo, não leves a mal
A distorção dos sentidos
Porque há acessos proibidos
Nesta vida de mortal.
Desejo tanto ser esquecido
Por mim,
Mesmo sem ter ainda vivido
O meio do princípio do fim.

(Carlos De Castro, in Porto, 25-06-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ESCURO

Minha alma só tranquiliza
No negro da noite dos vendavais.
É aí que ela encontra refrigério
No sossego do mistério
Daquela brisa
Que batiza
Hipnotiza,
Acalma
E exorciza
Os espíritos malignos
Nos malfadados signos
Dos mortais.

(Carlos De Castro, in Terra onde não se faz Censura, 04-07-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠⁠DORME MINH'ALMA

Que felicidade, que maldita sorte!
Conseguir que a minha durma!
Mesmo sem ser já na morte
Nem nas vésperas da soturna!

Dorme, minha alma, dorme
Em teus lençóis, tão tranquila
Enquanto descansa a fome,
Da minha miséria sibila.

Ó, forças da natureza,
Deixai minh'alma dormir
Em silêncio e singeleza,
Na incerteza do que há de vir...

Lá, pelas encostas da vida,
Naquelas montanhas de calma,
Eu peço, eu rogo à gente dormida,
Que deixem dormir a minh'alma!

(Carlos De Castro, in Poesia Num País Sem Censura, em 02-08-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ALMA PERDIDA

Caiu-me a alma.
Não sei se dentro de um rio,
Ou na turbulência do mar.
Talvez na montanha
Tamanha de frio,
No calor do estio,
Quente de enregelar.
Será que ela fugiu de mim
E se esconde na cidade imensa
À espera da recompensa,
Numa espécie de arlequim
De rir pelas ruas
Sujas e nuas.
O que é que minha alma pensa?
Fartei-me dela, tão tensa
E cada vez mais pretensa
Gozando comigo sem par,
Que não perco mais um minuto
Em absoluto,
Para a encontrar!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 23-09-2022)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

SONHOS INCERTOS

⁠Ó sonhos por construir
Neste coração de sentir,
Dir-me-eis
Quando vireis,
No agora ou no porvir?

Ó amores que prometeis
Os vossos belos anéis,
Dizei-me tições fogosos
Vícios da carne gostosos,
Quando vireis?

Ó vida real e crua,
Afasta de mim a incerteza:
Sonhos serão surpresa,
Como corpo de mulher nua?

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 13-01-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠LEVANTAI-VOS

Erguei-vos, ó almas massacradas idas,
Levantai-vos agora de mastro erguido
Como o pau das caravelas das investidas
Que vos roubaram a liberdade sem sentido.

Que heróis seriam agora os matadores,
Homens sem estrada,
Sem rumo,
De uma bravura louca, exacerbada?

Apenas peças de xadrez seis,
Dos reis e gentes de outras greis,
Em aventuras mesquinhas
Na mesa jogadas ao acaso
Decidido o abate no xeque-mate,
Dos negros, índios e raças de outros sóis
Idas brancas, tostadas e mongóis.

E assim , pergunta um poeta ao mundo:
Será que o descobrir é mais profundo
Que achar por sorte das encruzilhadas
Terras havidas, nascidas e já achadas?

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 04-02-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

VOAR

⁠Ó, Deus do profundo,
Ó, loucos do mundo
Deste meu tão surreal
Viver terreno,
Ouvi o meu grito
Quando eu, aflito,
Ouço um som lá do fundo,
Mágica música num segundo,
E ela, de súpeto, me arrebata
Num vento celestial
Rumo a outro planeta mais sereno,
Real.
E, deixo-me levar
No voar pleno,
Curioso,
Gostoso,
No observar do ar
Este torrão terra
Que berra
A plenos pulmões,
Como que pronunciando
Que o mundo vai secando,
Por falta de novas versões.
E quando o meu voo desce,
Eu caio de chofre no chão,
Rijo como pedra torrão
E até nem parece,
Mas eu choro:
Porque me sinto infeliz
Por não poder mais voar,
No roubar das asas que fiz
Para este fadário deixar.

(Carlos De Castro, In há Um Livro Por Escrever, em 02-03-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ALMA SECA

Que interessa eu dizer
E ao mundo revelar,
Mostrar
O que me vai na alma,
Se não é isso que acalma
A minha sede de viver?

Se eu confessasse o que sinto,
Mesmo na pura verdade,
Dir-me-iam por bondade,
Ou por maldade -
Que minto!

(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 06-04-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠A poesia não sacia a fome de estômago, mas alimenta a alma e o espírito
àqueles que os tiverem ainda.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠ALMAS GÉMEAS

Ninguém me vê...
Acabrunhado
Ao mortificado,
Nesta cadeira velha
Que faz doer as cruzes
Deste esqueleto
Já absoleto
Que se senta
Rumo aos setenta
À espera de algumas luzes.

Ainda bem que ninguém me vê...
Neste cubículo escritório,
Em sistema de dormitório,
Para dar em cada dia ao mundo
Um poema infecundo
Teorema lógico
Dos axiomas
Postulados
Gravados
No sistema patológico
Rumo doloroso
Até conseguir o dialógico
Gostoso,
De ter alguém em simpatia,
Que todos os dias em sintonia,
Anima e faz viver a minha poesia.

(Carlos De Castro, in Há Hum Livro Por Escrever, em 15-05-2023)

Inserida por CarlosVieiraDeCastro

⁠Sonho em lhe escrever belíssimas músicas para vê-la feliz toda vez que eu tocá-la para você uma sintonia marcante para lembrar de cada momento junto comigo amor mesmo em dias escuros quero iluminá-los de qualquer maneira possível agradando com belas palavras confortáveis

Inserida por MynameisJ

⁠Quando a alma que nunca vimos, se torna objeto na nossa mente, é porque a sentimos e lutamos com ela de frente.

Inserida por CarlosVieiraDeCastro