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"Quando os pais ensinam com amor, empenho e dedicação, seus filhos te seguem naturalmente e confiantes"

Não podemos conter as lágrimas e sofrimentos dos filhos, não podemos evitar que eles se machuquem nessa estrada da vida. Podemos, sim, falar de experiências, de nossos erros, fracassos, assim como acertos e vitórias. Muitos filhos só reconhecem aos conselhos dos pais depois de feridos e machucados, lembram que, mesmo com divergências, discussões, conflitos, os pais estarão disponíveis para abraçar, acolher em qualquer situação. E pais de verdade são capazes de doar seu coração pelos filhos, que muitas vezes não entendem a razão, misturada com tamanha emoção, que geram o verdadeiro amor de seus pais, amor capaz de doar a própria vida para que seus filhos entendam que o desejo maior é que sejam responsáveis para serem felizes.

Eu vi pessoas torcendo pela minha derrota.
Mas vi nos meus filhos a minha maior vitória.
Ser mãe.

"Que o nosso software seja um reflexo da harmonia que Deus deseja ver entre os Seus filhos."

Quem poupa dinheiro acumula patrimônio; quem poupa os filhos da vida acumula um credor dentro de casa. Cada dificuldade evitada hoje cobra, amanhã, juros em forma de imaturidade, dependência, manipulação e ingratidão. Pais que confundem amor com proteção excessiva não criam herdeiros de valores, mas órfãos de caráter. Porque quem cresce sem o peso da responsabilidade jamais desenvolve a força para sustentar a própria existência.

Pais que fazem dos filhos o centro da própria vida acabam fazendo da própria vida o centro dos filhos. E quem nunca aprendeu que o mundo lhe deve nada cresce acreditando que todos lhe devem tudo. A superproteção não cria herdeiros; cria credores da existência.

O maior fracasso de um pai não é deixar pouco aos filhos, mas deixar filhos que precisam sempre de alguém. Porque a pior herança não é a pobreza financeira; é a incapacidade moral de sustentar a própria existência quando o último ombro finalmente desaparece.

Pais que resolvem todos os problemas dos filhos acabam se tornando o maior problema dos filhos. Quem impede uma criança de conhecer as consequências prepara um adulto que viverá convencido de que o mundo inteiro existe para poupá-lo da realidade.

Há pais que não criam filhos; criam dependentes e chamam isso de amor. Alimentam cada capricho, negociam cada limite, compram cada silêncio, removem cada consequência e, no fim, aplaudem uma obediência que nunca foi virtude, mas conveniência. O que chamam de proteção é, muitas vezes, medo de frustrar; o que chamam de cuidado é incapacidade de educar; o que chamam de amor é apenas a recusa em suportar o desconforto de dizer “não”. Cada responsabilidade assumida no lugar do filho é um pedaço de caráter que deixa de ser construído. Cada dificuldade evitada é uma força que deixa de nascer. Pais que fazem da própria vida um escudo permanente não estão preparando os filhos para o mundo; estão preparando o mundo para carregar filhos que eles mesmos decidiram não formar. A tragédia não começa quando os pais morrem. Ela começa no exato instante em que deixam de educar e passam a servir. Porque o pior abandono não é deixar um filho sozinho; é entregá-lo à vida sem consciência, sem disciplina e sem a capacidade de existir sem depender de alguém.

Os pais costumam perguntar por que os filhos fracassaram. Poucos têm a coragem de perguntar onde fracassaram como pais. Toda infância poupada da disciplina, da responsabilidade e das consequências cobra seu preço na vida adulta. O filho apenas revela, com o tempo, a educação que recebeu. Quando um adulto não suporta um “não”, vive de desculpas, foge do esforço, transforma direitos em exigências e dependência em estilo de vida, dificilmente isso nasceu do acaso. Durante anos alguém confundiu amor com permissividade, proteção com omissão e cuidado com servidão. Educar nunca foi impedir o sofrimento; sempre foi preparar para enfrentá-lo. Pais que entregam conforto quando deveriam ensinar caráter podem deixar dinheiro, imóveis e heranças, mas, se não deixarem consciência, terão legado apenas uma vida sustentada por recursos e vazia de estrutura. A maior tragédia não é um filho que cai. É um filho que nunca aprendeu a ficar de pé porque alguém passou a vida inteira carregando-o.

Pais que transformam o amor em superproteção deixam de criar filhos e passam a fabricar dependência. O conforto que oferecem hoje pode ser a incapacidade que condenará o amanhã.

Quando os pais têm mais medo de desagradar os filhos do que de fracassar como educadores, a infância vence, a maturidade perde e a família inteira paga a conta.

Pais que carregam os filhos para que nunca caiam acabam criando adultos que jamais aprendem a se levantar. Quem poupa a infância da responsabilidade condena a maturidade à dependência. A vida não recompensa poupaDORES; ela sobrevive pelos enfrentaDORES.

A saúde tem muitos filhos: vitalidade, ânimo, força, garra, altivez e o rebento mais novo que jamais a abandonará... o arrependimento.

Guarulhos vê seus filhos decolando do aeroporto porque aqui, muitas vezes, o sucesso não encontra pista pra pousar — e quem sonha alto, acaba tendo que partir.


EduardoSantiago

Filhos e Filhas não são miniaturas de nos mesmo. Cada qual veio a está dimensão para fazerem suas próprias escolhas e seguir por seus caminhos. Cabe aos pais acolherem e respeitarem as diferenças minimizando com amor e carinho todos os conflitos e sentenças que a sociedade os esmagam cotidianamente sem consideração alguma. Quem soube criar com liberdade sabe eternamente amar. Nunca projete suas infindáveis ambições e sonhos nas vidas que não lhes pertence. Cada um é um terreno isolado, por mais que semearmos bem o fruto que desabrochará dele, não nos compete a divagação e a certeza mas sempre a bem aventurança por amor do que vive neles.

Estamos criando filhos fortes por fora, mas ensinando-os a esconder o que sentem por dentro.

Talvez para seus filhos, se você os tiver. Talvez para netos. Com sorte, bisnetos. Depois disso, seu nome vira poeira genealógica. Um sobrenome esquecido em alguma árvore familiar que ninguém mais consulta. Um rosto que não aparece em nenhuma foto. Uma história que não foi contada porque já não fazia sentido para quem veio depois. Isso não é pessimismo. É estatística humana. A maioria absoluta das pessoas que já viveram não deixou rastro algum na memória coletiva. E você não é exceção só porque gostaria de ser.

A religião ensina tudo errado. Deus não se vinga de nenhum dos seus filhos pelo outro! Se fosse assim, teria vingado a morte de Abel e matado Caim! Ele ama todos por igual, e jamais faria maldade à nenhum, por mais coração de pedra que tenha. Porém, o livre árbitrio é o mal do mundo! Em todos nós, existe o bem e o mal. O que mais alimentar, esse reinará!! Deus quer sempre nos ver bem. Sempre.

Sim, nossos pais têm que ser tudo para nós.


Namorados (as) vêm e vão.
Filhos vêm e vão.
Amigos vêm e vão.


Enfim, pessoas vêm e vão.
Mas os pais não irão, somos nós que iremos. Mas, quando voltamos, eles estão lá para nos receber.