Mensagens Falando de Deus
Ao rasgar o véu do templo onde se dizia que habitava Deus no Santos dos Santos, Jesus quis deixar bem claro que o lugar mais santo é a pessoa humana, de forma preferencial pela urgência, os mais sofridos e pobres.
O amor de Deus não é condenatório e sim salvífico. Deus não se satisfaz com a condenação de seus filhos, pois é Amor e por isso sofreu no madeiro da cruz como prova concreta da sua disposição de doar-se até as últimas consequências por amor.
Somos uma semente germinada no plantio do amor de Deus. Uma semente que deve ser regada às lágrimas, multiplicadas pelas boas ações e que espera sempre na misericórdia de Deus seu tempo de crescimento e cujo fruto principal é a alegria que vem da felicidade. Toda semente do bem cultivada em terra boa é uma esperança de um mundo melhor.
Portanto que sejamos sementes germinadas na terra da santidade e geradas para eternidade!
Quem é verdadeiramente bom? Só Deus! Portanto permanecer em Deus é uma questão de inteligência estratégica de quem quer colher bons frutos na vida.
Deus não precisa ser amado para ser Deus! Ao insistir que sejamos perseverantes no seu amor, na verdade Deus está preocupado com nossa felicidade!
Por que tenho que oferecer o melhor de mim mesmo a Deus e ao próximo mais fragilizado? Porque Deus ofereceu a si mesmo por amor a mim.
Pode haver um lugar mais a vontade do que a casa, a família? Estar no centro da vontade de Deus é habitar em paz.
A liberdade que vem de Deus nos ensina que um cristão é livre quando uma vez possuindo talento e força não encontra barreiras à sua vontade.
A vontade de Deus é o sentido da vida na sua natureza mais pura que é a felicidade. Quem faz a vontade de Deus é feliz e deseja que os outros sejam felizes.
Mesmo durante o sono o Reino acontece. Deus não está submetido ao nosso tempo. Não é nem «antes» nem «depois», Deus É «o eterno presente».
Os homens e mulheres de Deus devem sua reputação às grandes tormentas e tempestades da vida. É nas dificuldades que realmente conhecemos as pessoas e a si próprio. Nas tempestades os discursos e teorias se fazem sentido no testemunho de vida.
O Deus do Amor ou que castiga? O Deus do acolhimento ou da rejeição? O Deus da Misericórdia ou da acusação? O Deus Providente ou da prosperidade? O Deus humilde ou da arrogância? O Deus de todos ou o seu deus? O Deus Justo ou da desigualdade? O Deus eterno ou limitado? O Deus Santo ou vingativo?...
Dependendo o que você anuncia e pratica poderá ser a imagem do Deus que outros adorarão e servirão. A forma mais justa e honesta de amar é não enganar. Você pode até enganar as pessoas, mas nunca fugirá de você mesmo e jamais enganará a Deus; Deus conhece nossas intenções, não há como enganá-lo. O enganador revela a mediocridade de sua personalidade e a fraqueza de seu caráter. As aparências podem enganar as pessoas, mas o coração se revela diante de Deus. Deus é amor, qualquer imagem contrária a isto é falácia. Não engane, Deus é amor!
A credibilidade advém antes de tudo na sua confiança no Deus que é Providente! Quanto mais possuímos, mais presos estamos! O dinheiro move o mundo, mas não move quem o criou. A moção e a unção estão no amor desprendido.
Quando Deus quer restaurar uma pessoa sempre a leva para o deserto. No deserto descubro que uma “fé conveniente” não é Fé, é fuga e, portanto jamais será um encontro.
O deserto é um lugar de encontro consigo e com Deus. Ao encontrar-se com Deus descubro minha própria essência. Sendo este encontro verdadeiro eu descubro o quanto o outro faz parte de mim e o quanto eu sou responsável pelo outro, que Deus se faz presente no outro também, em especial nos que mais sofrem. Então o deserto se torna uma passagem e não moradia, uma passagem para libertação.
O poder de multiplicar cabe a Deus e o de partilhar cabe a nós! No mundo não falta a multiplicação; Deus é profuso no que faz! A multiplicação existe, o que não existe é a partilha. Falta justiça e igualdade! Portanto os responsáveis pelo que falta, somos nós! Todos nós temos uma hipoteca social a ser paga. Estender a mão ao pobre não é caridade, é obrigação, dívida que deve ser paga. Se há falta de pão na mesa do pobre é porque sobra na mesa de alguém.
Quando ouvimos e buscamos o Cristo que outros vivem apenas, corremos o risco de adorar um deus que não existe. Preciso ter experiências pessoais deste Cristo.
Será que a imagem de Deus que transmitimos através da experiência de vida prática é o Deus verdadeiro? Quem escandaliza o nome de Deus e o faz desacreditado?
