Mensagens de Educação
Vem,
A nossa alma é só uma,
Não desisto de ti meu amor
Eu aprendi a esperar-te
No momento certo.
Aí,ambos saberemos que valeu a pena!
Com os filhos aprendemos a amar de verdade.
Com os netos, temos a felicidade de poder expressar esse AMOR MAIOR com simplicidade e naturalidade!
Tudo tem um sentido e todos nós estamos em caminhos e aprendizagens diferentes!
A Inteligência Divina não comete erros, nós sim, continuamos a achar que somos polivalentes e que tudo depende apenas de nós. É... às vezes até pode parecer, mas na verdade, ELE pensa por nós e nos conduz, levando-nos a pensar que a Sua Vontade foi nossa!
Quem não aprende a caminhar sozinho, não espere ir longe por arrasto, pois o outro se você não se desapega, cansado, sucumbe.
Não devemos achar que podemos aprender com quem só conhece a vida em teoria, mas sim poderemos aprender muito, com quem vivenciou o que ensina.
Sabes tanto que ninguém te pode dizer nada. Por isso, é provável que não aprendas mais do que sabes e que é muito pouco!
Na minha caminhada, tropecei em pedras. mas aprendi que o problema não eram os caminhos nem as pedras, era o meu jeito de andar!
Aprendi a ser sincera e a apreciar as pessoas pelas qualidades que possuem.
Não busco pessoas por interesse e não sei dizer sim ao que não faz sentido para mim.
Incomoda-me olhar as pessoas pelo lado ruim.
Escolher viver na verdade, acaba por anular toda a mentira à minha volta e não viver de ilusões.
Hoje sei distinguir o sonho da fantasia.
O sábio não segue o que lhe querem ensinar!
A dor ao bater com a cabeça faz com que ele reflita e aprenda. Ele é um ser único e não fotocópia de ninguém.
Ele gosta de sentir cada pedra no seu caminho, elas não estão ali por acaso, todas trazem sabedoria.
Na simplicidade aprendemos que reconhecer que precisamos dos outros, não nos diminui, mas nos engrandece.
Assumir nossa ignorância exige muita humildade neste mundo.
A vida ensinou-me que o amor
Só caminhará feliz
De mãos dadas com a confiança
Fico parada, em silêncio
Espero a madrugada
Na esperança que o universo
Cumpra a promessa
Daquele lindo sonho
Tão real no meu coração.
E assim fica o meu olhar
Perdido no horizonte
Onde tudo acontece um dia.
Sê livre
pura no teu interior
sê mais humilde
não desesperes , aguarda
sê grata
aprende a escutar o silêncio
sê atenta aos sinais
perdoa-te
e ama-te.
“A verdadeira tolerância para com o outro nasce do juízo lúcido em nosso íntimo, quando aprendemos a amar a nós mesmos sem alimentar a enfermidade do egoísmo.”
LEITURA DO CREPÚSCULO INTERIOR.
Nas horas em que o peito se torna caverna,
e a esperança aprende a falar baixo,
há um cântico antigo que retorna,
feito bruma sobre a memória.
Não chama pelo nome,
não exige resposta,
apenas envolve,
como quem conhece a fadiga de existir.
A dor, então, se refina,
abandona o grito e escolhe o sussurro,
e o sofrimento deixa de ser castigo
para tornar-se linguagem.
Quem suporta esse instante,
sem pressa de escapar,
descobre que o abismo
também é um lugar de revelação.
E compreende que resistir
é uma forma elevada de oração,
na qual o espírito se ergue silencioso
e permanece inteiro diante da noite.
AQUELE QUE CAMINHA NO INVISÍVEL.
Caminho como quem aprende a ver novamente.
Não procuro respostas. As respostas fazem barulho.
Prefiro o silêncio. É nele que a verdade repousa como uma criança adormecida.
É estranho.
Sem querer dizer sim sou levado para fora de mim.
Na memória que não me pertence reconheço teu rosto. Reconheço como se reconhece um deserto.
Não pela aridez. Mas pela fidelidade ao essencial.
Cada lembrança é uma lâmina delicada.
Ela não corta de uma vez.
Ela ensina.
Nota a nota o tempo escreve em mim sua música severa.
Gota a gota a ausência aprende a falar.
Lágrima a lágrima descubro que amar é aceitar ser atravessado.
O infinito não grita.
Ele observa.
Parece vazio apenas para quem olha com pressa.
É pleno para quem aceita perder-se.
E assim sigo.
Mais leve porque ferido.
Mais verdadeiro porque não fugi.
Somente aquele que consente em ser tocado pelo invisível torna-se digno de guardar o eterno no coração humano.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
GANÂNCIA E APRENDIZADO.
"Perguntou o ganancioso ao senhor do mundo. Senhor, tu que tudo criastes, deixa-me tomar quanto eu puder deste mundo. E o senhor respondeu. Pois não, meu filho. Vai até onde teus pés e teu desejo te levarem. Moral da história. O doente ganancioso morreu exausto de tanto andar."
Autor. Um amigo.
Comentário moral. A narrativa, simples e antiga como as parábolas que atravessam os séculos, ensina que a ganância não impõe limites a si mesma. O desejo, quando não educado pela medida e pela consciência, transforma-se em força exaustiva que consome o corpo, obscurece o espírito e converte a liberdade em cativeiro interior. O mundo não nega nada ao homem. É o próprio homem que se perde ao confundir possibilidade com necessidade e caminho com posse.
Assim, aprende-se que a verdadeira sabedoria não está em ir até onde os pés alcançam, mas em saber quando deter-se, pois somente quem domina o próprio desejo consegue caminhar sem morrer de cansaço por dentro.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
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