Par... Mesão.
E tira meias.
Mas que chulé, filho!
É que mamãe gosta de queijo...
Sou Forte...
E sigo fingindo?
Acreditando, sempre.
Antes que eu me lembre...
Brilha, Mas Dói...
E tuas lágrimas
São pérolas, minhas.
Olhos, conchas, minas...
Upa! Calma...
O tempo voando...
E eu querendo laçá-lo,
Dominá-lo com meus sonhos...
Eterno...
Uma luz, lá no fim...
Túnel... Prefiro pontes.
Quiçá uma escada, ao céu...
Pó? Leia, Pô...
Toda poesia é linda,
Qualquer e sempre uma,
Mormente se for lida...
Momento...
Ei, ei... Me olha.
Aqui, dentro de mim.
Meu amor por ti: sem fim...
Fardo Bom...
Inquieto, a transpirar,
Envolto em pensamentos...
Aquele peso de existir...
Não Me Lembro...
Somos seletivos...
Até mesmo a memória.
Que bela história...
Falta Pra...
Sempre falta algo.
Agora, cinco pras onze...
Até nas horas cheias, eu vazio.
Criança é Fogo...
Eu sou o leão!
Mamãe é a tigresa!
Papai? Ah! É o gambá!...
Obs.: Verídico!; até que sou bem cheirosinho...
Te Amo, Calado...
Um silêncio bom.
Uma sensação de paz,
Que só você traz...
Saudade na Madrugada...
E é no frio escuro
Que tudo fica claro...
Márcia, eu te amo!
Estraga Desprazeres...
Olha o que você fez...
Bastou tocar minha tez
E a doce solidão se desfez...
Homem Não Chora...
No chuveiro...
Chorando, quieto.
Disfarçando o dilúvio...
Minha Maria...
Minha amada mãe.
Amor de uma vida.
A mamadeira, doce,
Como o teu sorriso.
O teu colo quente,
Tal e qual o útero.
E teu carinho, indo,
vindo, infindo, lindo...
Como é dificílimo te
Descrever, mamãe...
Maria, e fortíssima,
Teresa, e embeleza,
Prestes, prestativa,
Leal, pra toda vida...
Como te amo, mãe!
Pra sempre, sempre...
Para, Para...
Brigando, muito...
Nem lembro o porquê.
Mas, não vivo sem você.
Proibido Errar...
E acerta, acerta...
Vez em quando, erra.
E a porta aberta, cerra.
Bicho Complexo...
É, todos erram...
E perdoar não é fácil.
É estranho, não?
Ascende-me...
Céu azul, sol...
Às vezes, é noite.
E a luz é teu sorriso.
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