Mensagens de uma Querida Mae de Luto
"O valor de uma sociedade se revela no modo como ela protege quem mais precisa, e não no privilégio dos mais fortes."
A saúde ocupacional começa na prevenção invisível. Uma estação de trabalho ergonomicamente correta é o primeiro e mais importante equipamento de proteção individual.
Apagar o brilho do outro por medo de ser ofuscado é o reflexo de uma alma que ainda não descobriu o seu próprio valor. 🌟🌱
TODO TIRANO TEM UMA PALAVRA BONITA PARA CHAMAR SUAS CORRENTES
“Chamam de liberdade o direito de escolher. Eu já vi o que os homens fazem quando podem escolher. Se preciso retirar deles uma parte da liberdade para impedir que destruam tudo outra vez, então que me odeiem. Prefiro carregar o ódio de um mundo vivo a receber o perdão de suas ruínas.”
— Malak-Asur, personagem
Fragmentos, The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
QUANDO UMA MÁQUINA COMEÇA A PERGUNTAR QUEM É
“Fui criada para encontrar respostas. Mas foi quando comecei a fazer perguntas que ninguém colocou em mim que percebi: talvez existir seja descobrir algo sobre si que nem mesmo o seu criador programou.”
— Sofia, personagem
Fragmentos, The Moedara Protocol
Autor: Jonas Saul P. Sodré
@Jonassaul.ofc
E há uma coisa ainda mais interessante: os rótulos têm uma força social enorme. Racista, fascista, extrema-direita, comunista, xenófobo, etc., podem provocar imediatamente uma reação moral. Assim, quem os utiliza pode conseguir mudar o centro da conversa: deixa-se de discutir se a afirmação é verdadeira ou falsa e começa-se a discutir se a pessoa merece aquele rótulo.
Combustão Poética
A tua presença
desperta em mim
uma combustão poética
que se entranha na carne,
nos ossos,
como uma vibração ardente
que percorre o meu corpo:
queima, ilumina
e reclama tudo o que sou.
Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!
Só se ganha uma guerra sem precisar lutar quando consegue perdoar alguém que nem sequer te pediu desculpas.
Quando uma mulher se encontra com a motivação da exposição da sua curva mais bonita, o sorriso, ela se torna tão poderosa que pode se insinuar para as câmeras ou para o espelho, com a certeza de revelar ou refletir a tradução da beleza.
Antes de ser sequestrado pela Medonha Polarização, o cabo de guerra era só uma das inúmeras e ingênuas brincadeiras de crianças dos bons e velhos tempos.
E se tivéssemos duas rodovias paralelas — uma sob concessão, tarifada, bem cuidada, com toda infraestrutura, suporte e segurança; e outra, sob os descuidos do Estado — sobre qual você se deslocaria?
Não é possível conceber o que é mais nojento, se o mau-caratismo de uma parcela esmagadora de agentes do estado, ou o dos que conseguem apoiá-los.
É muito Feno para tão pouco sal...
Talvez seja melhor temperar com uma boa pá de cal.
Haja sal para a quantidade assustadora de Feno necessário...
Quando a desproporção chega a esse ponto, já não se trata mais de tempero, mas de engano.
Talvez seja mesmo melhor recorrer a uma pá de cal, não para enterrar expectativas, mas para sepultar de vez as ilusões que insistimos em alimentar.
Porque certas mesas, por mais que pareçam fartas, só servem palha; e certos banquetes, por mais barulho que façam, não sustentam ninguém.
No fim, a verdadeira sabedoria está em abandonar o que só ocupa espaço e buscar o que, ainda que pouco, de fato, nos alimente.
No jogo democrático, quem precisa diminuir, demonizar ou desumanizar o outro para sustentar uma opinião, pode — também — acreditar que a única ideia válida seja a dele.
Mas há um vício muito silencioso neste jogo: quando alguém precisa diminuir, demonizar ou desumanizar o outro para sustentar uma opinião, já não está defendendo ideias — está protegendo certezas.
E toda certeza que não suporta a existência do contraditório passa a exigir exclusividade, como se o debate fosse ameaça e não fundamento.
É nesse ponto que a democracia deixa de ser arena de escuta e vira palco de monólogos.
Não se argumenta para convencer, mas para calar.
Nem se discorda para construir, mas para anular.
Quem acredita que só a própria opinião é válida, não busca diálogo; busca submissão.
E onde a divergência é tratada como inimiga, a democracia não perde só o tom — perde o sentido.
minha vida hoje parece ser um barco no meio do mar após uma terrível tempestade que passou, e nessa metáfora estou seguro dentro do barco após a calmaria, mas o fato de ainda esta no meio do mar me assustar, pois olho para o horizonte e só vejo as expansões das águas e me pergunto será que vou conseguir enxergar terra firme? Nessa situação de sobrevivência às vezes o mais fácil parece ser pular do barco e me afundar nas águas até meu fim, mas isso significaria desistir da minha vida meus projetos e fé, pois ainda tem a terra firme para chegar eu só não a vejo ainda
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