Mensagens de uma Querida Mae de Luto
"Eu tenho uma máscara, chamo-a de "sorriso". A máscara consiste em praticamente fingir que nada acontece, mantendo o rosto inalterado. Não é uma máscara comum, é diferente daquelas criadas por pessoas que têm várias máscaras falsas. Tenho apenas uma máscara, e ela é verdadeira."
"O amor verdadeiro é como uma árvore: tem raízes profundas e cresce com o tempo. O amor falso é como uma flor: é bonita e atraente no início, mas logo murcha."
"O amor verdadeiro é como um diamante: é raro, valioso e duradouro. O amor falso é como uma pedra preciosa falsa: é brilhante e atraente no início, mas logo se desfaz."
"Ser forte não é apenas uma palavra, é uma tarefa complexa. Ao ajudar os necessitados, muitas vezes acabo ficando sozinho, como se a solidão fosse a irônica recompensa da força."
Acredito que a verdadeira medida de uma vida não se encontra no que as mãos acumulam, mas no que o coração distribui. Minha jornada é guiada por uma promessa silenciosa: ser a voz dos que não podem falar e a proteção dos que ainda não podem se defender.
Para mim, proteger uma criança é garantir que o futuro tenha esperança. Cuidar de um animal é honrar a forma mais pura de amor e inocência que habita a Terra. Em cada olhar resgatado e em cada sorriso protegido, encontro o meu propósito.
Entendo que a morte não é o fim quando deixamos algo vivo nos outros. Por isso, vivo sob uma única verdade:
Herança é o que se deixa para os outros; legado é o que se deixa dentro deles.
Que, ao final do meu caminho, o meu rastro não seja feito de posses ou títulos, mas sim pelo silêncio de um animal que não sofre mais e pela alegria de uma criança que cresceu segura. Esse é o meu compromisso. Esse é o meu legado.
Voluntariado se trata de uma atividade social que não tem fins remuneratórios, mas sim tem fins reconstrutivos.
Cooperativismo se trata de uma atividade social que não tem fins arrecadatórios, mas sim tem fins distributivos.
*Mulher guerreira.*
Vejo uma mulher guerreira, sem espada e sem nome.
Sua única arma é a coragem, para matar dos filhos a fome.
Ela acorda cedo, deita-se tarde, pega o ônibus lotado.
Mas, com sorriso na alma, beija o filho no colo, que, vencido pelo dia, já não está acordado.
Não tem dor que a segure ou tristeza que a impeça.
Tudo que lhe importa é que seu filho cresça.
Da fraqueza tira força, e da dor faz poesia.
Enxergando o futuro de seus filhos, isto lhe é primazia.
Esqueça os grandes autores, os filmes a que você já assistiu um dia.
Quer conhecer uma guerreira?
Elas estão por aí.
Na rua, no ônibus lotado, nas portas das escolas, nas grandes empresas ou simplesmente na cozinha de sua casa.
Numa comida que exala seu cheiro, num filho que a abraça ou num afago ligeiro.
Cícero Marcos.
A busca
Há uma procura incessante na vida humana.
Um desejo de encontrar o inexistente,
para preencher o inexplicável.
Uma busca de se ter o que não se pode comprar,
para suprir o que não se sabe explicar.
Trabalha se muito para poder descansar,
num futuro distante,
que não se sabe se chegará.
Eu prefiro viver o presente,
este sabor diferente de se provar.
E já me dou por contente,
se amanhã ao sol nascente eu puder despertar.
Autor Cícero Marcos
Por trás de um grande homem sempre existe uma grande mulher,
E do contrário não seria um pequeno homem, mas seria um homem sombrio.
Uma pessoa de coração nobre ao se deparar com um cachorrinho abandonado vai levar ele pra casa e vai cuidar dele. A mesma nobreza impede de fazer o mesmo se o animal abandonado for uma cobra por exemplo.
Ah! Você parece estar bem melhor hoje
Uma pessoa livre não pode viver reclusa
O sol não se esconde da luz do dia
Levante, respire e sorria
Dente de Leite
Eu fui na praia passear com minha vó
Veio uma concha na onda bateu no dente da frente
Que era de leite tão molinho meu xodó
E eu já tinha prometido pra minha vó de presente
Mas eu engoli o dente
Engoli o dente
Que eu já tinha prometido
Pra minha vó de presente
Eu engoli o dente
Engoli o dente
Que eu já tinha prometido
Pra minha vó de presente
Um Antigo Piano Novo
Era uma vez um piano. Um erudito piano
Que adorava espalhar seus sons e alegrar o povo cantando
Suas antigas teclas. De marfim amareladas
Já conhecia os tons. Das mãos que as dedilhava
E da cartola do tempo. As melodias tirava
De belíssimas ladainhas. Que o povo todo cantava
Mas lentamente como a brisa viaja o oceano
O tempo corroía as cordas e emudecia o piano
No domo azul do mundo. Nuvens não ficam paradas
E a voz do piano velho. Logo seria trocada
Por outro piano novinho. De teclas brancas resinadas
Que tocava canções de amor. E o povo compartilhava
Porém não foi esquecido o piano antigo de teclas amareladas
Ele vinha na frente todo orgulhoso. Bem vestido e imponente
Abrindo o caminho para o novo. Que timidamente iniciava
Essa linda jornada sagrada. Que é a vida da gente
Interesse
Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino
Meu interesse é muito raro não me desanima
É a paixão que dura um dia inteiro e a tarde termina
Meu interesse é longe distante de qualquer caminho
É o lenço que foge das lágrimas e chora sozinho
Meu interesse é viver uma paixão. Menina
Meu interesse é viver um grande amor. Menino
Meu interesse é um subir pra baixo descendo pra cima
É o punho girando o pandeiro dessa minha sina
Meu interesse não soma valor nem é levado em conta
É o sorriso no rosto menino depois que apronta
Meu interesse é entrar de cabeça na paixão menina
Não está escrito no bilhete aonde ela termina
Meu interesse é viajar na frente desse amor menino
Até que o samba alegre dessa vida chegue ao seu destino
Gabiroba resolveu estudar para se tornar uma árvore frondosa, com muitas folhas, e galhos, e uma grande e exuberante copa, e quem sabe poder proporcionar mais sombra e melhores frutos. Afinal, a grandeza está em servir e não em desfrutar. Ele era muito concentrado e dedicado aos estudos, professor Abacate sempre dizia, e de fato depois das aulas ele passava quase a noite todinha revisando as matérias. Até que conheceu Maria Pretinha e agora no silêncio noturno seus pensamentos insistiam em desenhar a imagem dela, Ah! Como era bela.
Romã, fl.2
Quem nunca ouviu falar "quando uma porta se fecha várias outras se abrem"
Pois é...quando se fecha a porta da consciência, se abre a da ignorância, a da intolerância, a da violência...etc
Vigiai... é a Lei
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