Mensagens de uma Querida Mae de Luto

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A religião ensina tudo errado. Deus não se vinga de nenhum dos seus filhos pelo outro! Se fosse assim, teria vingado a morte de Abel e matado Caim! Ele ama todos por igual, e jamais faria maldade à nenhum, por mais coração de pedra que tenha. Porém, o livre árbitrio é o mal do mundo! Em todos nós, existe o bem e o mal. O que mais alimentar, esse reinará!! Deus quer sempre nos ver bem. Sempre.

O passado já foi e serviu como aprendizado.


O amanhã a Deus pertence.


O agora, é o único instante real.


Que possamos ser a melhor versão de nós mesmos, sempre.


Em cada amanhecer, em cada instante em que Deus ainda emana sua energia de vida, dentro de nós.


Que possamos ser gratos por cada respirar, e por sermos herdeiros da terra, porque Deus nos deu o planeta para vivermos plenamente nele!!


Para ele nos servir, e depois a gente gente servir ele.


É uma grande troca, assim como tudo o que há no universo.


Somos todos parte do outro!!


Deus vive em nós, nós vivemos nele.


Assim, somos oniscientes e onipresentes.


Por isso, os sonhos sempre nos mostram coisas além do que os nossos olhos podem ver, porque é uma dimensão espiritual, onde somente o nosso espírito tem acesso. Através da nossa consciência!!


Somos todos partes de um só!!


O tempo não existe. Ele é somente uma metáfora para se referir a nossa mera existência.

Talvez a questão mais profunda não seja "por que as pessoas culpam Deus?", mas "que imagem de Deus elas carregam?". Quem vê Deus como um juiz severo tende a interpretar o sofrimento de uma forma. Quem vê Deus como amor incondicional tende a interpretar de outra.

Vale lembrar que muitas pessoas que culpam Deus estão falando a partir da dor. Quando alguém perde um filho, um animal querido ou presencia uma injustiça terrível, nem sempre está fazendo uma análise teológica. Muitas vezes está expressando revolta, tristeza e desespero.

A grande discussão que acompanha a humanidade há milhares de anos é justamente esta: se Deus é amor, como devemos agir para refletir esse amor no mundo? Porque, independentemente da crença de cada um, boa parte do sofrimento causado aos seres humanos, aos animais e à natureza realmente vem das decisões que nós mesmos tomamos.

Pense comigo. Todos os dias acordamos com a capacidade de construir ou destruir. Podemos alimentar uma pessoa ou humilhá-la. Podemos proteger um animal ou abandoná-lo. Podemos espalhar esperança ou espalhar medo. Podemos criar pontes ou levantar muros. O livre arbítrio é um dos maiores presentes já concedidos à humanidade, mas também é uma das maiores responsabilidades.

Muitas pessoas desejam um mundo perfeito, mas quantas estão dispostas a assumir a responsabilidade de ajudar a construí-lo?

Talvez o amor divino não esteja na ausência da liberdade, mas justamente na sua existência. Porque um amor verdadeiro não controla, não escraviza e não obriga. Ele permite a escolha. E é exatamente por isso que podemos praticar a bondade, mas também podemos praticar a crueldade.

Quando observamos guerras, violência, corrupção, abandono de animais, destruição da natureza e tantas outras tragédias, será que estamos olhando para a ausência de Deus ou para o reflexo das decisões humanas acumuladas ao longo das gerações?

A história de Caim e Abel nos convida a refletir sobre algo extraordinário. Mesmo diante do erro, a resposta não foi o extermínio, mas a preservação da vida. Existe uma mensagem poderosa nisso. O amor não desaparece quando alguém falha. O amor continua existindo, embora as consequências das escolhas também continuem.

O livre arbítrio não é apenas a liberdade de decidir. É a liberdade de criar o mundo que deixaremos para aqueles que virão depois de nós.

Cada palavra que dizemos, cada atitude que tomamos, cada pequena escolha aparentemente insignificante se transforma em uma semente. E toda semente, cedo ou tarde, produz frutos.
Então eu lhe pergunto: se o mundo de amanhã fosse construído apenas pelas escolhas que você faz hoje, você teria orgulho de viver nele?

Você está usando o seu livre arbítrio para transformar o mundo ou apenas para reclamar dele?

Desde a escola, aprendemos sobre guerras, conquistas, impérios, invasões, traições e disputas por poder. Decoramos nomes de reis, generais e governantes que mudaram o rumo da história através da força, do medo ou da dominação. Mas pare para pensar: quantas aulas foram dedicadas às pessoas comuns que salvaram vidas em silêncio? Quantas vezes nos ensinaram sobre aqueles que dividiram o pouco que tinham, que escolheram a honestidade quando a corrupção parecia mais fácil, que construíram pontes enquanto outros levantavam muros?

Se os vilões fossem maioria, a humanidade já teria entrado em colapso há muito tempo. O que mantém a sociedade funcionando são milhões de heróis anônimos que acordam cedo, trabalham honestamente, cuidam dos filhos, ajudam desconhecidos, respeitam os outros e fazem o certo mesmo quando ninguém está olhando.

Nem sempre quem recebe mais atenção é quem gera mais impacto. Muitas vezes, os verdadeiros heróis vivem sem aplausos. Eles não procuram reconhecimento. Apenas fazem o que precisa ser feito.

A pergunta não é por que ouvimos tanto sobre os vilões. A verdadeira pergunta é: será que estamos prestando atenção suficiente aos heróis que cruzam nosso caminho todos os dias? E mais importante ainda, quando ninguém estiver olhando, você está escolhendo ser parte do problema ou parte da solução?

E você, está esperando o mundo reconhecer o herói que existe dentro de você, ou já começou a agir como ele hoje?

Se ninguém jamais soubesse das suas boas ações, você continuaria sendo a mesma pessoa que diz ser?

Se o medo desaparecesse por apenas um dia, qual seria a primeira decisão que você tomaria?