Mensagens de uma Querida Mae de Luto
Há dias em que o silêncio pesa
como se a casa estivesse cheia de ausências
O tempo passa
mas não passa por mim
ele apenas me atravessa
sem pedir licença
Carrego sorrisos que não uso
palavras que nunca disse
e sonhos que ficaram
encostados no canto da alma
Não é tristeza gritante
é esse cansaço manso
de existir sentindo demais
e sendo pouco sentida
Algumas noites
eu não choro
apenas fico
olhando o escuro
esperando que ele me entenda
Eu não sei exatamente o que sinto.
E talvez esse seja o sentimento.
Há algo em mim que observa a vida
como quem encosta a testa no vidro
e não entra.
Penso demais.
Sinto antes de entender.
E quase nunca entendo.
Carrego uma estranheza mansa,
uma lucidez que cansa,
como se existir exigisse
atenção o tempo todo.
Às vezes sou profunda demais
para momentos rasos.
Às vezes sou simples demais
para explicações longas.
Não é tristeza.
É consciência.
Essa percepção silenciosa
de que a vida acontece
enquanto eu me pergunto
o que exatamente está acontecendo dentro de mim.
E sigo.
Não porque sei para onde,
mas porque parar
seria sentir ainda mais.
Como eu amo amar.
Mesmo quando amar cansa.
Mesmo quando amar dói
mais em mim do que no outro.
Amo amar porque sentir
me faz existir.
Porque o amor, mesmo quando falha,
me prova viva.
Amo amar com excesso,
com entrega,
com essa coragem quase ingênua
de quem ainda acredita.
Às vezes amar me esvazia.
Outras, me sustenta.
Mas nunca passa em vão.
Se amar é risco,
eu aceito.
Prefiro o coração cansado
de tanto sentir
do que intacto
por nunca ter tentado.
Como eu amo amar
mesmo quando amar
é ficar
sem ser amada.
A ansiedade não anuncia perigo.
Ela antecipa.
É o corpo em estado de alarme
sem ameaça visível,
o coração correndo
sem saber de quê.
O pensamento não descansa.
Ele vigia.
Projeta cenários,
prevê quedas,
ensaia perdas
que talvez nunca aconteçam.
A ansiedade mora no depois.
No “e se”,
no quase,
no que ainda não é
mas já pesa.
Há uma pressa constante,
mesmo quando nada acontece.
Um cansaço que não vem do esforço,
mas da espera tensa.
Respirar vira tarefa consciente.
Relaxar parece descuido.
A mente confunde controle
com sobrevivência.
Por fora, tudo segue normal.
Por dentro,
há um excesso de futuro
ocupando o presente.
A ansiedade não quer machucar.
Ela quer proteger
só não sabe quando parar.
E assim permanece:
alerta demais para descansar,
sensível demais para ignorar,
tentando manter tudo sob controle
num mundo
que nunca prometeu estabilidade.
Há vozes que não pedem entrada.
Elas chegam
com a firmeza do que é real.
O que se vê não parece imaginação.
Tem forma, intenção, sentido.
Negar seria ilógico
quando tudo se apresenta
com tanta convicção.
O delírio organiza o mundo.
Costura sinais,
dá motivo aos gestos,
explica o que ninguém explicou.
A alucinação não confunde
ela afirma.
E quem vive isso
não está sonhando,
está experienciando.
O mais difícil
não é perder a realidade,
mas viver em uma
que não é compartilhada.
"Em cima da terra ou embaixo do cé, eu tomarei um drink e saborearei com voce por toda a eternidade"
As relações se constroem entre equilíbrio e desequilíbrio. Fases mudam sem aviso. Quando teu lado na balança é leve, tudo parece bem. Mas, se o outro sente enfatiza o peso maior, o desequilíbrio deixa de ser movimento e se torna desestímulo.
Não se deixe enganar pela falácia apelativa do “patriotismo”; ela era bem propagada nos inflamados discursos do nazismo.
O problema principal do Brasil são os políticos corruptos, vagabundos e ladrões eleitos pelo povo ingênuo. Quando o povo aprender a eleger homens de vergonha, o Brasil será um país próspero e feliz.
Quem me conhece até sofre, para compreender que nada revela o meu ser....
Eu me conhecer, já é difícil, me entender...
impossível!!
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