Mensagens de Silêncio
"" Silenciei quando tinha que gritar
Gritei quando o silencio era a única companhia
E no eco desse vale, minha alma ouvia
Vai...""
Admiro pessoas inteligentes, com capacidade além das palavras, pois até em silêncio conseguem transmitir o que são...
“O silêncio de Deus é um vazio que não é ausência, mas presença escondida.”
— Douglas Santos, em O Deus Silencioso
“O silêncio divino não é o fim da conversa, é o aprofundamento dela.”
— Douglas Santos, em O Deus Silencioso
"O silêncio de Deus é, paradoxalmente, misericórdia ativa."
Douglas Santos - O Deus Silencioso e a Obsessão do Homem por Atenção
"O silêncio nos força a depender, a forjar uma fé autêntica que não se baseia em sentimentos, mas na convicção."
Douglas Santos - O Deus Silencioso e a Obsessão do Homem por Atenção
"O silêncio não é ausência — é anúncio antecipado."
Douglas Santos - O Deus Silencioso e a Obsessão do Homem por Atenção
"Cada cicatriz, cada silêncio, cada oração não respondida é um testemunho da fidelidade de um Deus que sangra conosco."
Douglas Santos - O Deus Silencioso e a Obsessão do Homem por Atenção
"No silêncio, aprendemos que a fragilidade emerge como um canal de graça."
Douglas Santos - O Deus Silencioso e a Obsessão do Homem por Atenção
"Fui semente em terra escura, morrendo para brotar."
Douglas Santos - O Deus Silencioso e a Obsessão do Homem por Atenção
O viciado grita por socorro em um silêncio que o mundo insiste em não ouvir.
— Douglas Santos - Os Viciados Estão Sozinhos! Pare de se fazer de vítima.
As respostas não estão no barulho do mundo, mas no silêncio da sua alma.
Escute-se. É lá que a verdade se revela.
💕✨️" Naquele momento...guardado no tempo...pude perceber...sentir...o silencio infinito...e tendo as estrelas como testemunhas...debrucei...chorei...era o fim...a morte acabara de sacramentar...partiu...agora me perco na escuridão da saudade...ja não sei o que esperar...somente o eco do silencio...a dor da ausência...o vazio da alma."✨️💕
Aprenda a sofrer em silêncio, pois, não atrapalha a felicidade e a alegria dos que estão ao seu redor!
Entre confete e silêncio
Nas ruas nasce fevereiro
com seus tambores solares,
uma alegria ensaiada
que aprende a sorrir mais alto que a fome.
O país veste plumas
para não ver as costuras abertas.
Cada lantejoula cobre
um buraco antigo do telhado.
Chamam de festa popular —
e é,
porque o povo é especialista
em sobreviver cantando.
Mas há um cansaço
escorrendo por baixo da tinta:
um mapa rasgado em avenidas,
um futuro vendido em três acordes.
O pão chega em migalhas,
o circo em carros alegóricos.
A multidão aprende o refrão
antes de aprender o porquê.
Enquanto isso,
nas casas quietas,
a solidão assiste pela televisão
um país que não cabe mais em si.
Ninguém é tolo sozinho —
é junto que a distração floresce.
É mais leve dançar
do que sustentar a pergunta.
E assim fevereiro passa:
o Brasil amanhece rouco,
coberto de papel picado,
sem lembrar o que tentava dizer.
Teu amado.
Perturba-me teu silêncio.
Resta-me teus olhos,
Que nada dizem, senão,
Beije-me a boca.
Que por sua vez,
Cálida e serena,
Melada de tua saliva doce.
É o pior dos venenos,
Apaixona, encanta.
Assombra-me teu tato.
Cada toque teu,
Tão delicados e intensos,
Amedronta-me a alma,
Posto que é doloroso
Acostumar-se a tuas carícias.
Teu olor, enfeitiça-me
E em meus passos,
Vou emaranhado de ti.
Isso é tudo.
Sou teu amado.
Cômodo do silêncio
A noite entorta tudo como a minha vida.
A casa respira em desordem, revirada por dentro, como a mente que não encontra repouso.
Os móveis se inclinam, cansados, guardam o peso de pensamentos que ninguém sentiu para escutar.
As xícaras, sujas de um chá frio, ainda guardam bocas que passaram e não se despediram.
Há restos de calor no fundo da louça, um abandono doméstico, como se o dia tivesse desistido de se organizar em mim.
Caminho entre os cacos com cuidado demais qualquer passo em falso pode acordar para dormir.
E a noite observa, imóvel,
Sabendo que a bagunça não é da casa, Sou eu espalhado pelos cômodos.
