Mensagens de Restabelecimento de Saude

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A morte me tira tudo que eu tenho na vida, mas não me tira nada que eu deixar na vida.

Na minha vida, humanos são prioridades; dinheiro, consequência; e não ao contrário.

Ninguém é superior nem inferior a você; suas experiências de vida são únicas.

Eu sou a vida dentro desse corpo;
Corpo dentro do planeta;
Planeta dentro do universo;
Universo dentro da vida;
Vida dentro desse corpo.


Tudo se conecta, de dentro para fora e de fora para dentro, como um ciclo que nunca termina, onde cada parte está dentro da outra, criando o equilíbrio que me faz ser quem sou.

O planeta é minha casa, porque é nele que eu vivo, respiro e vivo tudo o que a vida oferece. Ele me abriga, me sustenta e tudo ao meu redor faz parte da minha vida.


Meu teto é o céu, porque ele está acima de mim e me mostra que faço parte de algo maior. O céu é o limite do que vejo, mas também mostra tudo o que ainda posso alcançar.


Minha família é toda a humanidade, porque todos nós estamos ligados. Não é só sobre parentes, mas sobre respeitar, ajudar e cuidar uns dos outros. Cada pessoa importa, e todos nós temos que cuidar uns dos outros e do mundo em que vivemos.

Quem não entende a vida que você quer viver também não vai entender o seu sofrimento por não viver; de qualquer forma, não vão entender, então viva!

Minha única meta de vida é diminuir todas as obrigações e aumentar a realização de todas as minhas vontades.

Eu não preciso saber o que eu quero da vida, apenas viver o que eu quero na vida.

Você pode agradar o mundo até o último dia da sua vida, mas se algum dia falhar, errar, cair, todo seu agrado até então será em vão.
Portanto, agrade a si mesmo, siga o próprio coração.

A carência não é um problema; o problema é não alimentá-la enquanto a vida passa.

O único "antidepressivo" que cura de verdade é mudar de vida.


Mudar de pensamentos, perspectivas, ideias, valores, comportamentos, atitudes, ambientes, pessoas.


A única pessoa que pode mudar minha vida sou eu.


E por que fico preso na minha própria mente? Por causa do medo.


Medo de viver como quero.
Medo de mudar.
Medo do que vão pensar.
Medo de perder.
Medo de sentir.
Medo de tudo.


Com tanto medo, não se vive. Apenas se sobrevive.


A única forma de tirar esses medos é escutando o próprio sentimento, vivendo o que você sente vontade sem se importar com o mundo.


Ou você vive feliz sendo "louco" para a sociedade ou vive infeliz sendo "normal" à base de remédios.
Eu vivo por mim, não pelos outros. Meu coração sente, minha mente pensa, e minha vida é só minha.
Escute o que sente, desprenda-se da razão.
Você verá que viver como quer é mais simples do que imagina.

A vida passa rápido demais para perder tempo trabalhando naquilo que não gosta.

Os outros não podem viver minha vida por mim, então eu escolho viver pra mim, e não pelos outros. Mas, de certa forma, ao viver pra mim, acabo impactando e vivendo também para os outros — não porque quero ou escolho isso diretamente, mas porque é assim que a vida funciona. Quando eu vivo pra mim mesmo, minhas escolhas, ações e existência acabam se refletindo no mundo ao meu redor. É uma consequência natural de viver verdadeiramente para si.

Não faz sentido ser indiferente à vida, indiferente ao que acontece, indiferente às pessoas, indiferente ao mundo. A morte, por si só, já faz esse trabalho de indiferença. Ela não se importa com a sua existência, ela te leva sem se preocupar com o que você tem ou com o que você deseja. Ela não pergunta se você quer ir ou não. Então, por que não fazer a diferença enquanto está vivo? Por que não deixar para o mundo o que você tem de melhor dentro de si?

O sentido da vida é a morte. Nascemos para morrer e seguimos em direção a esse destino. Mas o que nos leva até ele são as escolhas que fazemos em vida. Cada escolha gera consequências, e essas consequências se tornam nossas lições.

O que aprendemos ao longo da vida é o que deixamos quando partimos. E, no fim, o que realmente fica não são bens ou conquistas, mas os afetos que espalhamos pelo caminho.

A vida é consequência do amor de um casal.

Entre a existência e a inexistência.
Entre o nascimento e a morte.
Entre o bem e o mal.
Entre a alegria e a dor.
Entre o dia e a noite.
Entre o dentro e o fora.
Entre o coração e a razão.
Entre o homem e a mulher.

O sentido da minha existência física, em vida, nesse plano, dá pra contar nos dez dedos:

Respirar.
Beber.
Comer.
Procriar.
Olhar.
Ouvir.
Falar.
Pensar.
Sentir.
Fazer.

Todo o resto são só detalhes complementares desses dez sentidos.

Respirar é existir. Beber e comer mantêm o corpo funcionando. Procriar continua a espécie. Olhar e ouvir fazem perceber. Falar expressa. Pensar entende. Sentir dá significado. Fazer torna tudo real.

No fim, tudo se resume a isso. O resto é só variação do mesmo.

A maior ilusão que você abraça nesta sociedade é a de acreditar que deve gastar toda a sua vida trabalhando como um escravo, até os 60 anos, fazendo o que não gosta, em troca de uma aposentadoria modesta e uma estabilidade financeira que, muitas vezes, mal atende às suas necessidades. Enquanto isso, aqueles que exploram o seu esforço, roubam seus direitos e controlam as regras do jogo se aposentam muito antes de você, por meio da sua própria escravidão diária. Eles conquistam sua liberdade financeira com a sua dedicação e sacrifício, enquanto você continua preso a um sistema que, muitas vezes, parece mais uma armadilha do que uma verdadeira oportunidade de crescimento.

Passar, sem esperar nada em troca, é o verdadeiro sentido da vida. Passar, ou seja, dar — dar para o próximo tudo aquilo que é importante em minha vida, tudo o que está guardado aqui dentro de mim. Pois, no final, a morte chega para todos nós, e nada do que eu guardar vai comigo. Por isso, eu te passo essa ideia: para que, quando eu partir, ela viva em você, carregada por aquilo que compartilhei.

É como o ar que trocamos uns com os outros, invisível e essencial, sem a expectativa de receber de volta. Nós o damos sem pensar, apenas o transmitimos, sabendo que ele sustenta a vida, mesmo sem ser visível ou exigido. E assim é com as coisas valiosas da vida — o que compartilhamos permanece, mesmo que de maneira imaterial, e é isso que dá real sentido à nossa existência.

Às vezes, a vida nos obriga a recomeçar do zero, mesmo quando acreditávamos que seria para sempre.