Mensagens de Reflexao Trem da Vida

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Quando penso em você nada mais importa meu coração se enche de alegria meu amor por você é puro e verdadeiro quando estou com você fico rindo só sinto você no meu coração gosto de você é a Flor mais linda que entrou na minha vida.

Raízes aladas do morro rasgam o solo seco, voando pro fundo do céu como samba enlouquecido no carnaval. Espelhos devoram sombras próprias, refletindo vazios que gingam frevo bêbado nas ladeiras. Flores de ipê brotam em bolsos de relógios parados, ticando silêncios eternos sob o sol de Copacabana. O peso de uma asa de papagaio esmaga galáxias de pó de purpurina, enquanto rios do Amazonas invertem o fluxo, subindo em espirais de névoa úmida. O eco de um pandeiro constrói muralhas de vidro frágil, como promessas de político em ano de eleição. De repente, o caos se aquieta no batuque da vida: essas raízes são os laços da favela ao firmamento, voando pro abismo celeste da alma brasileira. No fundo do céu, o samba-enredo revela o lar — frágil, mas eternamente nosso.

"O vicio he liçon de gramática: assy como o C ven ante o D, todo o que vicia começa con C por buscar o D de dopamina."

"O vício é uma lição gramatical: assim como o C vem antes do D, tudo o que vicia começa com C para ir em busca do D de dopamina."
— Heremita de Araúxa.

A noite se estende, insônia cruel
A chuva cai mansa, única fiel
Companhia silenciosa, som de paz
Enquanto o mundo dorme, eu sinto a solidão

Gotas no telhado, ritmo lento,
Pensamentos que não cessam.
A escuridão abraça, a chuva sussurra
"Está tudo bem", mas a alma ainda não sacia.
{Saul Beleza)

Algemas de escolha, correntes de paixão
Prendemos a alma, sem ver a prisão
A liberdade é um preço que não se paga
Quando o coração se entrega, sem saber a sentença.
(Saul Beleza)

Esses são os pilares de um amor verdadeiro. Cumplicidade para entender o outro, companheirismo para enfrentar os desafios juntos, e lealdade para ser o porto seguro um do outro. É um amor que soma, não subtrai.
(Mario Valem/Saul Beleza)

Assim caminhava João, estrada a fora, sol escaldante, botina apertada, calça larga, e imbira era o curião, camisa remendada com retalhos de um tecido cortado de um velho colchão de capim, na gibeira, algumas palhas para o cigarro, no bornal, uma banda de rapadura e uma lesga de carne seca, o cantil já pelo meio, água por perto não existia, o córrego estava a oito léguas a frente, João pensando na dificulidade da vida que levava, mas no fundo era feliz, pois estava longe dessa guerra que assusta o mundo.
Então, João continuou sua jornada, o sol a pique, a botina apertada, mas o coração leve. Ele sabia que a vida era dura, mas também sabia que a liberdade valia a pena. Ao longe, viu uma sombra, um oásis no deserto. Era uma velha árvore, com um córrego murmurante ao lado. João se aproximou, sentou-se à sombra, e começou a mastigar a rapadura, sentindo a vida simples, mas plena.
(Saul Beleza)

A velhice é uma flor, que murcha com o tempo, ela é um presente de gregos.
Mas o poeta resiste, com seu cérebro atento
Aproveitando o momento, enquanto a inspiração flui
E as palavras saem, como um rio sem fim.
(Saul Beleza,)

Te penso, e imediatamente te vejo, e ao vê-la, eu sonho, e sonhando eu à quero, e te querendo! Te penso...
(Saul Beleza)

A construção do "eu" é, portanto, uma eterna negociação entre o que somos e o que o inconsciente nos impulsiona a ser.

Em teus olhos, um reflexo de meu ser.
Vivo em ti, e em ti me sinto vivo,
teu coração, um ritmo a me envolver.
E em teu silêncio, um amor esquivo.

Eu busco em ti, um amor que não quer,
Mas em teu não, eu encontro um sim.
Teu desamor, um bálsamo a me doer,
E em tua indiferença, um amor sem fim.

Mas ainda assim, eu te quero, é verdade,
Com todas as d'ores, com todas as vontades.
E em teu não me querer, eu encontro a liberdade.

E assim, em teu silêncio, eu me sinto livre,
E em teu desdenho, eu encontro o que não disse.
E te gosto mais, por não me gostar, e isso é triste.
(Saul Beleza)

Palavras que dançam, jogam e brincam
Dúbias intenções, significados que se escondem
Pensadores astutos, letras que seduzem
Leitores atentos, mentes que se abrem

O jogo das palavras, um tabuleiro de xadrez
Movimentos sutis, estratégias que se cruzam
O que se diz, o que se cala
Um jogo de palavras, um duelo de mentes.
(Saul Beleza)

– Não faz mal, eu vou matar ele.
– Que é isso menino, matares teu pai?
– Vou, sim. Eu já até que comecei. Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.

José Mauro de Vasconcelos
O meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 2004.

Existem vários tipos de amores:
Amor bandido.
Amor gostoso.
Amor que amamos
Amor que assusta
Amor que se foi
Amor que não veio
Amor que se confia
Amor que trai
E o pior dos amores é aquele que não vivemos, não brigamos por ele, deixamos passar sem perceber que esse era o amor verdadeiro.
(Saul Beleza)

Mulheres que amei, sacanas, amigas, apaixonadas, volúvel, sincera e vadias, amadas e amantes, lindas e belas, sinceras e desonestas, vulgares e apreciadas com moderação, queridas ao extremo e odiadas antes da cama, e rainha após a luxuria, eternas e passageiras, mas todas com o maior conceito que possa ter esse ser. A você mulher do sorriso fácil e do choro comovente, das lagrimas falsas, que causaram calor e dor, mas que no dia a dia me fizeram tão bem que não consegui esquecer nenhuma de vocês.
(Saul Beleza)

*Hoje a minha maior disputa será eu versus eu, e em meus versos, só serei eu versus eu, eu criança versus eu adulto, eu longe de ti versus eu, assim me vejo versando sem lembrar do eu versus eu, até que!*
(Saul Beleza)

*É a última mensagem que te enviarei, te juro que é, mas te escrevo com sinceridade, te pensava todos os dias, ou até penso todos os dias, mas um dia tudo isso passa, te desejo um Feliz Natal, como se isso fosse possível, mas tente ao menos fingir não sentir minha ausência, eu farei o mesmo.
(Saul Beleza)

Em ti, tudo é convite e despedida,
Um abraço que aquece, um amor que arde,
Explode o desejo, apaga a noite fria,
E ao amanhecer, incendeia a alma e a tarde.

Teu amor é um fogo que me consome,
Me entrego a ti, sem medo, sem receio,
Pois sei que em teus braços, eu me sinto em casa,
E que a saudade é o preço do amor que sentimos.

Mas se a despedida habita nossos dias,
É porque o amor que sentimos é verdadeiro,
E que mesmo na dor, há uma alegria,
Que só o amor pode trazer, sem igual.

E assim, me entrego a ti, sem medo, sem dor,
Pois sei que em ti, meu amor, eu sempre estou em um eterno deleite.
(Saul Beleza)
essa é a tradução daquele meu cantar depois do prazer, e fico nos teus braços murmurando...gostou?

*Quero abraçar teu corpo, me aquecer, sentir o suar se misturar ao meu, entrar de surpresa pela porta dos fundos e te fazer delirar de prazer.*
(Saul Beleza)