Mensagens de reflexão para encarar a vida de outra forma
Fragmento VIII - Violência simbólica II
É em tal precipício de pulsões que o fortuito cumpre o hábito.
A brisa torturante varre o antídoto da inópia, assim,
não pode experimentá-lo nem morte, muito menos vida.
Não há armas nessa peleja; nem tampouco ato que livre.
Parcas águas não podem saciar o homem sem domínio de si,
obstinado a beber daquilo que lhe é comum.
A meia lua
Um lugar tão longe.
Ao ser, um vazio.
Uma lua ao distante.
Um distante tão sombrio.
Foi da lua tal o brilho
Que do ser, um lugar
Um vazio tão distante
Foi-se longe ao luar.
Existe desde sempre uma só Lei da Vida, de forma imutável. Antes de pensar em gerar uma criança, cada qual deveria criar uma planta. Caso a planta, se atrofiasse, abatesse, debilitasse, definhasse, deprimisse, seria muito bom que cada qual seguisse sozinho e amassem os filhos do mundo.
Só percebe o valor da boa companhia o viajante solitário, que sempre conversa consigo e ora baixinho, ao longo dos mesmos caminhos.
A palavra da moda é empatia, como se isto justificasse cada movimento em direção ao bem mas eu digo polarização consciente humana entre o bem e o mal, o certo e o errado. Se alguém pisoteia uma frágil plantinha, não preciso ter empatia pela planta jovem mas vou ate lá e a socorro da melhor forma que posso, por amar a vida.
Juridicamente e Humano, não acho que o filhos sejam propriedades dos pais. Creio sim que a tutela deve ser concedida aos pais ou a um deles ou responsável de preferencia familiar, desde que tenham sanidade, bom senso e responsabilidades. No entanto, diante de um quadro de loucura, maus tratos, abandono, falta de responsabilidade, o estado democrático de direito e humano deve ser soberano e revogar o pátrio poder. Em favor da criança.
Busca se valores e o dinheiro naturalmente é acrescentado mas quando se busca o dinheiro e não se tem valores naturalmente também ele é subtraído.
Cada vez mais por tanto sofrimento, perpetua se o difícil contra movimento na sexualidade humana contemporânea, de se ter prazer quando, se oferece amor, carinho e se da prazer.
O imediatismo subtraiu toda esperança da sociedade egoísta contemporânea, que vive sem ter fé na vida e ama no estrito prazer que lhe convêm.
Os fantasmas não me incomodam pois sempre perdoei automaticamente e enterrei eles em algum lugar que não conheço e bem distante de mim.
A juventude brasileira nesta nova década de 2020, tem que entender, de uma forma ou de outra pelo estado educacional e cultural democrático, que tudo tem seu valor mas nem tudo tem preço. O Brasil deve recomeçar uma revolução ética, moral, cultural e social regeneradora pois assim nada que já foi feito até hoje, valerá como resposta qualitativa um pouco mais adiante daqui.
Recorro as minhas fontes passadas de felicidades com muita gratidão, para muitas vezes perdoar o mundo, pelas injustiças e por suas infelicidades, distantes da união sem fronteiras mesmo sem entende las.
Entre poucos verdadeiros amigos e irmãos de antigas jornadas, os carinhos nunca cessam, nem as eternas conversas de alma silenciosas que mil palavras do dia a dia, sem a amizade, não dizem nada. Entre os verdadeiros amigos, o olhar de ternura é a melhor saudação de chegada e a certeza da união e do amor para sempre, por palavras mudas ditas pelo coração, na nova partida, um breve até logo para um novo encontro mais à frente.
Difícil imaginar quantos não e quantos sim serão precisos dizer pelos caminhos, para construção e conquista de nossa insipiente, confusa e relativa felicidade.
A juventude egoísta deve aprender desde cedo que algumas pessoas mais velhas por carinho e generosidade podem ser por vida, boas mas não são ingenuas, ignorantes ou otárias.
Os 16 Odús no tabuleiro ou cesto de Ifá são predestinações as quais estamos vulneráveis, cada qual revela por pura magia ancestral o destino de cada um e sua missão atemporal nesta dimensão distante do que se quer fazer.
