Mensagens de Nascimento de um Filho
O impulso de reagir imediatamente a tudo que surge é um condicionamento antigo. Entre o estímulo e a resposta existe um espaço sutil que geralmente passa despercebido. A prática consiste em reconhecer esse espaço, habitá-lo, e permitir que a ação venha de um lugar mais consciente, e não apenas automático.
A ideia de progresso espiritual pode se tornar um obstáculo invisível. Quando você acredita que está “chegando a algum lugar”, você reforça a noção de separação entre onde está e onde deveria estar. A percepção mais profunda surge quando essa busca relaxa, e você começa a investigar diretamente a experiência presente, sem projeções.
O medo de perder o controle muitas vezes impede que você experimente um nível mais profundo de entrega. No entanto, ao investigar esse medo, você percebe que o controle sempre foi parcial e ilusório. A entrega não é um risco real, mas a liberação de uma tensão que já não se sustenta.
O tempo psicológico - essa constante projeção entre passado e futuro - é um dos principais fatores de desconexão da presença. Quando você percebe diretamente que o passado só existe como memória e o futuro como imaginação, algo se reorganiza internamente, trazendo mais simplicidade para a experiência.
Você nunca esteve preso, apenas acreditou na ideia de um “alguém” que poderia se perder e depois se encontrar. Essa crença sustenta toda a busca. Quando isto é visto com clareza, a busca simplesmente acaba. Não há libertação, porque nunca houve prisão.
O desapego genuíno revela apenas aquilo que sempre este evidente: o Ser, intocado, sem centro, infinito e inabalável.
Existe um ponto sutil na prática em que você começa a perceber que não é apenas o observador dos pensamentos, mas também aquilo que percebe o próprio ato de observar. Nesse momento, a dualidade entre “eu que observo” e “aquilo que é observado” começa a se dissolver, revelando uma consciência que não precisa de posição, esforço ou identidade para existir.
No fim absoluto - que não é um fim - não há compreensão, porque não há distância entre o que é e aquilo que compreenderia. Não há unidade, porque nunca houve dois. Não há totalidade, porque não há partes. Tudo o que pode ser dito falha - e ainda assim, nada jamais esteve fora disso.
Há um ponto em que até mesmo a noção de presença se revela como um conceito sutil sustentado pela mente. Enquanto houver alguém tentando “estar presente”, ainda existe uma divisão silenciosa. O que se revela além disso não pode ser praticado nem mantido — é anterior a qualquer esforço, é aquilo que já é, antes mesmo da ideia de ser.
Em um nível extremo de clareza, até mesmo a noção de “experiência” colapsa. Não há algo acontecendo para alguém — há apenas o acontecer sem centro, sem direção e sem testemunha separada. Tudo o que antes parecia real se revela como uma sobreposição conceitual sobre o indizível. E, ainda assim, nada precisa ser removido.
A mente tenta compreender a realidade como se estivesse fora dela, observando de um ponto seguro. Mas essa posição nunca existiu de fato. Aquilo que percebe e aquilo que é percebido são movimentos inseparáveis da mesma totalidade. Ver isso diretamente encerra a busca por um lugar de onde olhar, porque não há fora.
Mesmo a ideia de “consciência” pode se tornar um refúgio sutil, uma nova identidade mais refinada onde o ego se abriga. Quando isso é visto, até essa identificação começa a perder sustentação. O que resta não pode ser nomeado, não pode ser possuído, e justamente por isso não pode ser perdido.
Você vale
Vale muito a pena…
Seja para trocar um olhar
Seja pra trocar sorrisos
Pra ter com quem contar
Seja até para viver um romance
Que dure a vida inteira,
Mas você vale,
Vale muito a pena…
Fora sempre um exagero.
Não bastava ser uma frase de amor.
Você foi a vida inteira.
Não bastava ser dia nublado.
Tinha de ser chuva de dormir.
Não bastava distancia.
Você morava em mim.
Sempre soube,
Que você fora sempre um exagero.
Afinal, o que chamam de destino
é apenas um buqê de resultados
de tudo que você fez nessa vida
e coisas que deixou de fazer.
Era um casal,
no fim de um espetáculo
dançando uma música qualquer
que só tocava na cabeça dela,
no meio da multidão
que caminhava em direção
para casa, e não em um
novembro qualquer.
Todos olhavam
ninguém entendia
o que estava acontecendo
mas era diferente,
bonito de presenciar eu diria.
A verdade permanece verdade, independentemente de quem a proclama. Um mau comportamento não anula uma mensagem verdadeira, assim como boas condutas não legitimam heresias. Ainda assim, o ideal é que quem anuncia a verdade também a viva, pois é isso que Cristo deseja — e assim evita escandalizar os mais fracos e inexperientes na fé.
Mateus 23: 1-3
Afastar-se do que não nos faz bem é um ato de autocuidado e sabedoria, pois a distância emocional cria espaço para o crescimento pessoal e o florescimento interior.
A distância mais segura de um inimigo é aquela onde você consegue observar cada um de seus movimentos.
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