Selecção semanal
5 achados que vão mudar sua rotina Descobrir

Mensagens de Mar

Cerca de 10523 mensagens de Mar

⁠Cachos
É um emaranhado de beleza. É quando seu cabelo vira mar. É um convite para carinho. São seus fios fazendo as curvas de um sorriso. É um cabelo volumoso de amor. É autoafirmação. São os anéis que entrelaçam os seus dedos e pedem meu cafuné em casamento.
É quando a raiz do seu cabelo floresce cultura.

⁠Você é como as estrelas, que à distância brilham intensamente,
Você é Como o mar, com suas ondas suaves, que me convidam a mergulhar na corrente.
Você é como a música, que ressoa em cada batida do meu ser,
E como um girassol radiante, que ilumina meu caminho ao amanhecer.

Seus olhos e sorrisos me levam a sonhar,
Você é meu maior orgulho, meu amor a florescer.
Te amo infinitamente, com palavras que dançam no ar,
E se um dia nos separarmos, quero ser uma doce lembrança a te acompanhar.

Mas segura a minha mão, para que nunca a solte em vão,
Meu bem-querer, eu te quero todos os dias, com todo o meu coração.
Que nossos momentos sejam eternos na memória e na essência,
E que o amor que partilhamos seja sempre nossa maior recompensa.



Para o meu amado.

⁠⁠Será que a lua se lembrou do sol,
Ao ver a chuva se atirar no mar,
Enquanto o vento abraçava
Os girassóis,
Sei lá.

Será que o sol gritou pra ela escutar,
Ao ver no horizonte ela partir,
Enquanto ele acordava
Via o luar
Dormir,

Sol e lua, vi vocês daqui.

Dizem que, quando não pescamos nada, o mar não está para peixe. Engana-se quem pensa que apenas arremessamos a isca e o anzol para fisgar algum peixe. Na maioria dos arremessos, a linha lançada ao mar está carregada de reflexões e pensamentos, e, no silêncio das ondas, eles vão se dissipando — não em busca de peixe, mas de paz interior. Reflexões silenciosas que só as ondas do mar 🌊 sabem conduzir.

A serenidade é um mar de ilusões,
reflete calmaria, mas guarda abismos.
O mar é um misto de tempestade e brisa,
um sopro de paz que se desfaz em fúria.
No silêncio repousa a natureza dupla:
ora vaidade, ora modéstia.
É nele que se escondem intenções,
não ditas, mas reveladas em atos.
O abismo entre elas não se mede em palavras,
mas nos frutos que cada gesto deixa.
A vaidade ergue muralhas invisíveis,
a modéstia abre caminhos de encontro.
E assim seguimos, navegantes incertos,
entre ilusões e verdades,
entre tempestades e calmarias,
buscando no silêncio o eco daquilo que somos.

A serenidade é um mar de ilusões
O mar é um misto de tempestade e brisa
A natureza do silêncio habita a vaidade e a modéstia
O abismo entre eles se difere não pelas palavras, mas pelos resultados.

Chamego meu


Calma do teu toque
Horizonte amável dos teus olhos
Mar envolvente
Giro dos ventos
Maresias das sensações
Entrelaçados de sentidos.

"O sentido da vida é: viver o maior número de dias felizes em um mar de dias infelizes."

UM MAR DE POESIA


Abri a minha janela
De longe fiquei admirando
Era o azul mais azul que vi
Ondas indo e voltando
Parecia um lençol estendido
Nas beiradas espumando.


As areias tão branquinhas
A brisa vinha embalar
Pensei, se eu pudesse
Em tuas águas navegar
Desvendaria os mistérios
Guardados no fundo do mar.


Esse teu gosto salgado
Cheirinho de maresia
Sensação de liberdade
Vestida de fantasia
Pelo horizonte sem fim
Era o meu mar de poesia.


Irá Rodrigues

O Elixir do Infinito
Nas águas turvas de um mar sem memória,
O sal que resta não seca o cansaço,
Pois nossa vida é uma eterna vitória,
Traçada em seda no abraço do espaço.
Ó Mãe, que em carta guardei o segredo,
Deste universo que em nós se desfaz,
Venci o tempo, o silêncio e o medo,
Na luz do luar que nos traz a sua paz.

Toda a conexão que a alma reclama,
É verso antigo em papel de poeira,
Onde o destino acende a sua chama,
E a voz do sangue é a única fronteira.
Não chega o oceano para o pranto estancar,
Nesta odisseia de um filho que sente,
Que a arte de amar é saber esperar,
Pelo retorno do sol no oriente.

O cosmo imenso que os olhos invade,
Reflete o rosto que a infância guardou,
Entre a matéria e a espiritualidade,
Onde o poeta o seu norte encontrou.
Na senda heroica de um ser solitário,
Que funde o digital com o barro do chão,
Fica o registro de um breve itinerário,
Escrito com sangue no meu coração.

#Abstracionismo

#PoesiaContemporanea

#Decassilabo

#EpicoArcaico

#FusaoArtistica

#ArteLisboa

Ludicidade Praiana entre a Lua e o Mar

Luar brilhando fortemente com elegância, lá no alto, entre algumas nuvens acinzentadas, refletindo o seu brilho admirável sobre as águas do mar,

O qual exibia as suas ondas baixas, movimentadas pela brisa como se estivesse acariciando gentilmente a areia da praia, marcada por pegadas de idas e vindas.

O resultado foi um cenário apaixonante, cheio de vida, que provou a magia da ludicidade, atraiu a percepção poética e expôs a leveza da simplicidade.

Parte bela da noite, de uma linda memória construída a partir de uma observação sincera da lua — o grande destaque de um lugar praiano, uma paisagem que liberta.

Navegamos o mar das aparências
porque a ilha da verdade exige um sacrifício:
abrir mão da gentileza. E o custo desse adeus é imenso

"A curadoria é o novo DI; no mar de informação, o profissional escolhe o caminho seguro"


(PERRONE FILHO, 2023)

O olhar dela é como o mar em dia de tempestade: profundo, indomável e cheio de segredos que só o coração entende.

O seu olhar é um mar revolto: por cima, a onda da mentira que tenta me enganar; por baixo, o abismo de quem está pedindo socorro e não sabe como dizer.

Sempre fui um náufrago de mim mesmo, boiando em incertezas. Mas no meio de tanto mar, seu abraço foi a primeira vez que senti o chão firme.

Juro que não vou mais chorar,
Embora a dor ainda seja um mar.
Guardo o que foi no peito apertado,
Um amor lindo, hoje, passado.
​Teu nome é um espinho a ferir,
No silêncio que escolhi para seguir.
Mas cada lágrima que agora seco,
É um adeus que à saudade ofereço.
​O palco da vida precisa de sol,
Não desta peça fria, sem farol.
Juro, de novo, que não vou mais ceder,
Vou aprender a ser, sem você.

ó mar,
porque está tão bravo?
vive angustiado
a afundar a naufragar ...


Tão grande e tão forte
tem ondas e correntes que provocam a morte
arde os olhos inocentes das crianças com a sua água salgada,
afunda a nau catrineta se se sente de forma zangada


Para quê isso tudo ?
É um ser mudo e expressivo,
sem membros e interativo
por o ter, dou-me por sortudo.


Para mim é alguém só e deprimido
que por isso vive amedrontado,
sem ninguém para conversar para além duns tantos peixes, sem nenhum amigo,
e por nós a ser maltratado !

Eu gosto do mar porque ele sempre me acalma.
O som que ele faz, o cheiro que tem me lembram o aconchego do lar, não de uma casa de teto, mas do lar materno que me habita e que um dia eu habitei.”
Nildinha Freitas

Mergulhei fundo no mar do amor,
Perdi o ar, quase me afoguei.
Lutei até a superfície
E lá estava você,
No raso,
Com medo de se molhar.