Mensagens de Loucura
Você é...
Meu céu...
Meu léu...
Minha loucura...
Minha aventura....
Minha sedução...
Minha imaginação...
Meus versos de um poema...
Minha tentação
Meu encantamento...
Minha inspiração...
Nossas decisões humanas ainda estão abaixo da loucura de Deus que não assumiria nenhuma delas como a mais certa.
Somente um alucinado religioso traria à tona uma loucura evangélica de se nomear um emissário divino no mundo dos perdidos, onde sempre é aceito os mais retardados espiritualmente.
Há loucura e sabedoria nas casas dos cristãos: a primeira se manifesta nas ações sem o domínio próprio e sem santidade e a segunda se manifesta nos lábios, nas atitudes, nos testemunhos e na humildade.
É conhecida pelas Escrituras a loucura dos votos precipitados e as palavras que não edificam a irmandade quando alguém entra conversando na presença de Deus e são conhecidos por todos que os lábios puros e a verdadeira adoração do povo santo exaltam o nome, a honra e a glória de Seu Filho.
Loucura é aquilo que os homens escolhem para que a vida passe rápida e sem valor algum para a eternidade.
Se os homens afastassem de si a estultícia e a loucura, conheceriam a sabedoria para se aproximar de Deus.
Loucura e poder sempre estão lado a lado do cristão quando ele identifica ao mundo a sua identidade em Cristo.
Não se acorda a loucura, nem se brinca com a saudade. Elas andam de mãos dadas e são parentes íntimas. Quando resolvem bagunçar toda a estrutura sentimental, o desastre é irreparável.
Entre o véu da insensatez e a loucura do tempo, mora o silêncio. É necessário adentrar para desvendar os mistérios ocultos e processar as verdades nele encontradas.
“Para simular a loucura, mesmo que por um instante, é necessário ter coragem para suportar as consequências. Se você se deparar com um louco de verdade, deve prosseguir até o ponto de se manter firme diante da primeira ação e não se deixar intimidar pelas ações de terceiros.”
A loucura são pedaços da alma que soltam a nossa essência e dão cor aos nossos passos. A vulgaridade é a intoxicação robótica de uma realidade fabricada.
