Mensagens de Formatura para os Ausentes
A GRANDE PÉROLA
Todo coração guarda um segredo
qual pérola dentro da concha...
Um amor proibido e um amor
fracassado: Concha vazia!
O mar é a vida que vai.
Vai levando conchas vazias...
Ondas vêm trazendo, talvez, à praia,
a grande pérola.
Mas, o que seria viver sem essa eterna busca,
e por entre tantas conchas fazer o sonho
valer a pena?
"O acúmulo dos anos o convenceu de que, depois de muito andar, há sempre uma graça reservada aos retornos. Não pensou muito. Seguiu o movimento do desejo. A primeira foi encontrada. Uma estrada interior. Só é possível retornar ao lugar de partida depois de tê-lo reencontrado nos albergues de si mesmo. A saudade é o bilhete que antecede a estrada. Depois que o desejo de retorno está aceso, o destino de voltar requer iniciativa menor. Um transporte que nos faça sair, e já estamos nos preparativos da chegada. E assim se deu com ele."
As vezes penso que as respostas virão. As vezes, não. Olha ao longe e o que vejo é o espelho do tempo, convicções implorando por adoção. O mundo mais raso me desagrada. E preciso buscar os recantos onde ainda existe profundidade que favoreça o mergulho. Eu não me adapto às estruturas da superfície. Seria o mesmo que ser mortal além da conta. Mas sou mortal. Não quero ser, mas sou.
Existem acontecimentos que não combinam com as palavras. Foram feitos para o silêncio, porque não podem ser tocados na sua inteireza. Qualquer descrição seria uma forma de empobrecimento.
"Até que a morte nos separe." Antigamente era mais fácil dizer isso. Havia mais disposição para ver o tempo passar, menos pressa, porque as distâncias eram maiores. Quanto menor a distância, maior é a pressa e a ansiedade de chegar.
A experiência normativa do processo: depois da tristeza, a alegria. Não a manifestação eufórica, irreal, mas a serena alegria, aquela que, antes de ser externada, nós construímos no silêncio do coração.
Relato de um sobrevivente:
Parece que o mundo está em obras. Menos eu, que também preciso de reforma, mas não agora. Gostaria de fugir daqui, mas estou sem disposição para sair. Gostaria de chegar a um lugar tranquilo, mas sem ter de ir. Estou sem coragem até mesmo para respirar.
Organizar o luto talvez seja isso: recolher o que da vida restou. E como é belo recolher o amor e suas respectivas saudades. É uma forma de afirmar que a vida não foi em vão. Não foi uma experiência que passou pelos vãos dos dedos, mas registrou-se nas cordas do coração.
Há ser humano!
Porque fizeste isso?!
Porque complicaste o simples!?
Se nada é tão belo, como a beleza da pureza e simplicidade!!!
Há ser humano!!!
Porque ?!!
Sabem porque nós seres humanos nos tornamos tão anciosos e insatisfeitos!
Por que temos a mania do foco no lugar errado ....
Temos o hábito de focar nossos olhos nas coisas que não temos...
E esquecemos de olhar e agradecer a Deus por tudo o que ele já nos deu...
E por causa disso muitos de nós, acabamos por perder o que já conquistamos...
Não permitamos que o espírito de insatisfação tome conta de nosso coração , e nem feche nossos olhos para contemplar tudo de bom que já temos...
Olhai as dádivas que Deus te deu !!!
O sofrimento consegue unir as criaturas que lhe experimentam o impositivo, irmando-as. Dá-lhes uma visão de profundidade em todo da vida e reveste-as de resignação digna, tranquilidade que se converte em vitória pessoal sobre as vicissitudes.
Que neste Natal você se lembre dos que te amam, dos amigos que mesmo na distância não te esquecem e da família que é a base de sua vida... Deus abençoe seus dias!
Os que buscam libertar-se de seus respectivos cabrestos, no mais, apenas desejam trocar de confinamento.
Enquanto os sinos ecoam
As borboletas voam
Em busca do mesmo acaso
Do badalar dos sinos,
Só que silenciosamente,
Um arrulho para si mesmas.
Joana de Oviedo
Dentre tantas inquietudes, o que não convém é alimentar o que de fato não existe. Melhor deixar dar o último suspiro àquilo que não tem mais como viver de forma digna.
Escolha deixar para trás o medo de sair da sua zona de conforto, de mudar de vida, de tirar os sapatos que calejam, da roupa que não cabe, da casa desabitada ou de mudar de cenário. Em suma, saia de situações em que você não cabe no contexto.
Quantas vezes a raiva que emana de um ser
enfurecido, é tão inconsciente a si, que não o deixa perceber que está perdido?
Por vezes, é no reflexo de seus devaneios no espelho dos ressentidos, que ele nota estar corrompido.
Mas mesmo ao perceber, deixa seguir!
Pois vale mais para si o momento, do que todo
o tempo a devir.
Nesta vida, aprendemos com as moiras a festejar as intempestivas glórias, a desapegar-se, a desfrutar dos “golpes de sorte”, a sermos ativos na passividade e passivos no que pretensamente pensamos que temos o controle: aprendemos a morrer, a renascer, em suma, aprendemos a viver.
O assunto quântico há muito tempo não é mais assunto da ciência, este é um assunto já batido. Agora é a vez da engenharia mecânica e outras disciplinas técnicas abraçarem a quântica para a trazer a realidade como tecnologias.
