Mensagens de Amor para Recem Casados
Quem compreende o verdadeiro sentido do amor divino nunca usa palavras para esmagar o espírito de ninguém.
O amor ao próximo e o respeito genuíno são as únicas riquezas que levamos desta vida para a eternidade.
Repetir palavras sem entender o verdadeiro significado do respeito e do amor ao próximo não transforma o coração de ninguém.
O amor-próprio sem amor ao próximo pode se tornar narcisismo.
O amor ao próximo sem amor-próprio pode se tornar anulação.
O amor maduro equilibra ambos.
Quem ama verdadeiramente não precisa escolher entre amar o próximo ou amar a si mesmo. O amor autêntico transborda em ambas as direções.
Quem cria um filho para depender de si não prolonga o amor; prolonga a infância. E toda infância que sobrevive ao tempo acaba se transformando em uma velhice sem autonomia.
Há pais que passam a vida inteira chamando de amor aquilo que, na verdade, é a mais refinada forma de sabotagem. Blindam os filhos contra a dor, contra a disciplina, contra o “não”, contra as consequências… e depois se espantam ao descobrir que criaram adultos incapazes de enfrentar a própria existência. Quem elimina todos os obstáculos do caminho do filho não facilita a caminhada; elimina o caminhante. No lugar de consciência, instala dependência. No lugar de caráter, conveniência. No lugar de responsabilidade, vitimismo. E, quando os pais já não conseguem sustentar o peso que criaram, a vida apresenta uma conta que nem dinheiro, nem patrimônio, nem herança conseguem pagar. Porque a pior pobreza não é faltar recursos; é faltar estrutura para existir sem alguém que continue sustentando aquilo que a educação nunca construiu.
Há pais que não criam filhos; criam dependentes e chamam isso de amor. Alimentam cada capricho, negociam cada limite, compram cada silêncio, removem cada consequência e, no fim, aplaudem uma obediência que nunca foi virtude, mas conveniência. O que chamam de proteção é, muitas vezes, medo de frustrar; o que chamam de cuidado é incapacidade de educar; o que chamam de amor é apenas a recusa em suportar o desconforto de dizer “não”. Cada responsabilidade assumida no lugar do filho é um pedaço de caráter que deixa de ser construído. Cada dificuldade evitada é uma força que deixa de nascer. Pais que fazem da própria vida um escudo permanente não estão preparando os filhos para o mundo; estão preparando o mundo para carregar filhos que eles mesmos decidiram não formar. A tragédia não começa quando os pais morrem. Ela começa no exato instante em que deixam de educar e passam a servir. Porque o pior abandono não é deixar um filho sozinho; é entregá-lo à vida sem consciência, sem disciplina e sem a capacidade de existir sem depender de alguém.
A vida nunca premiou os amaDORES que confundiram amor com superproteção, nem os poupaDORES que sequestraram dos filhos o direito de enfrentar a realidade. A vida sempre pertenceu aos enfrentaDORES. Porque quem poupa um filho da dor não o livra do sofrimento; apenas adia o encontro com ele, tornando-o maior, mais caro e, muitas vezes, irreversível. Pais que retiram cada pedra do caminho acabam retirando dos próprios filhos a capacidade de caminhar. No afã de evitar lágrimas, fabricam fraquezas. No medo de decepcionar, educam para a dependência. No excesso de ajuda, condenam à escassez de caráter. O amor que não disciplina deixa de formar e passa a deformar. E a pior deformidade não é a do corpo, mas a de uma consciência que acredita que viver é encontrar alguém disposto a carregá-la para sempre.
Pais que transformam o amor em superproteção deixam de criar filhos e passam a fabricar dependência. O conforto que oferecem hoje pode ser a incapacidade que condenará o amanhã.
Vamos repensar?
Erich Fromm — “O amor é uma arte.”
“Uma sociedade que ensina a consumir tudo desaprende a cultivar algo. O amor deixou de ser uma construção diária e passou a ser uma expectativa imediata.”
Carlos Eduardo Balcarse
Não é porque o meu amor por uma pessoa é para toda a vida que o meu relacionamento com ela também precisa ser.
Pensei em silenciar, tentei não mais escrever, mas não consegui reter as palavras...
e é o amor, que me move e me inspira a dar voz ao coração transformando silêncio em poesia.
O nosso Amor
Acho que o nosso amor nasceu assim:
Eu te olhei e não liguei.
Sua voz me irritou...
Suas gargalhadas estrondosas e altas,
Fizeram-me te evitar.
Teu jeito de menina descabelada;
Teu jeito de andar moleque;
Tuas traquinagens sem limites;
Tua raiva de maruá...
Era para mim muita regatada.
Mas, porquê não deixei de te observar?
O tempo passou, você cresceu;
Para mim era a mesma:
A mesma que evitei.
Sempre observei.
Reprovei.
A mesma cara,
o mesmo cabelo,
as mesmas gargalhadas,
e as mesmas traquinagens.
Descobrir porque sempre te olhei:
Te amei desde de que a conheci;
Só não dei ouvido ao meu coração.
Você deu o troco, pondo meu coração à provas.
Não te esqueci.
Meu amor não morreu, apenas se escondeu.
Quero você, como na infância, por toda a vida.
Chega, chega de experiências com o nosso amor.
É verdade que este amor nunca vai morrer.
Eu te amo...
ESPERANDO
A espera de um grande amor
Amor perfeito
Petrifica-se...
A espera de um milagre
Numa espera sem fé
Se morre...
A espera de se ser campeão
Sem esforço
Se é caroço no pário...
A esperar de se flutuar
Sem saber nadar
Se afogar...
Na espera de se voar
Sem ter asas
No chão se esborracha.
Na esperar de conquistar
O que se quer,
Espernear
Dar com muros no ar,
Batendo o pé com forças...
Só se atrai chineladas.
Só Jesus Cristo pode dar a salvação.
Somente o amor pode segurar uma união.
Só quem você ama, vai machucar o seu coração.
Porque todo ser humano é falho, não espere perfeição.
É preciso dar perdão e eliminar sempre a dureza do coração.
Ser pessoa vitoriosa, beijar com carinho o perfume da rosa, viver com amor, afastar do meu caminho, o espinho da dor.
