Mensagens de Amizade que Virou Amor

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É somente nas misteriosas equações do amor que qualquer lógica ou razão pode ser encontrada. Você é a razão de eu estar aqui hoje, você é a razão de eu existir, você é todas as minhas razões.

Deve Ser Amor

Sim, sinceramente, amor
Eu não sei o que se passa em mim
É assim como uma dor
Mas que dói sem ser ruim
Sim, é ter no coração
Sempre uma canção
É tão embriagador
Deve ser, sim
Deve ser amor

Samba, samba diferente
Isto é estar contente
Gosto de chorar, de chorar, de chorar
Samba, ritmo envolvente
Como o amor da gente
Samba em chá-chá-chá
Chá-chá-chá
Chá-chá-chá

Seu amor cruzou o céu e passou tão rápido - nada mais amei. Foi intenso demais para que outros pudessem substituir a ti.

Em meio ao caos sublime da explosão sensorial
Surgiu a consciência de um amor impessoal
Celebrando a vida e a infinita dança universal
Ela envolve a todos a envolvem
Encontrando a vida ao deixar fluir o curso natural

Não somos mais aqueles cujo amor
imaginou a juventude eterna.
Hoje, idosos, os corpos sem calor...
O fogo da paixão agora hiberna.

Somente o amor, essa visão interna
consegue ainda ver todo o esplendor
da convivência cada vez mais terna
em saudades diárias a compor

e recompor, história por história,
as imagens dos dias consumidos
a fim de preservar mútua memória.

Mesmo que restem fatos esquecidos,
no turbilhão da vida transitória,
jamais se perderão, porque vividos.

A paixão é passageira, mas o amor é para sempre quando se tem a vontade de amar eternamente.

"Eu a amo porque ela não precisa de mim"

"Por que o amor não é o bastante?"

Eu sei quem você é. Eu te amo. Eu te amo tanto que machuca.

"Não é seguro lá fora...E é seguro aqui?"

"Sempre existe a opção entre resistir e se entregar.Não sei quando, mas você teve este momento."

"O amor é um acidente que espera para acontecer..."

"Desejo é um estranho que você pensa conhecer..."

"Eu amo em você tudo o que dói"

Amor é convite; não coação. É persistência; não insistência. É elogio; não humilhação. É escolha, não encolha. É lucidez; não ilusão.

Celebrar o Natal é crer na força do amor, é isto que transforma o homem e o mundo. Feliz Natal!

Meu amor não tenho palavras pra descrever o que sinto por você. Sorte que Deus inventou o dedo do meio.

Quero fraternidade e amor de verdade não importando a intensidade, respeito e companheirismo, doçura, quero ser valorizado pelo que sou e não pelo que tenho, quero alguém que procura me entender, que sonhe junto comigo, que seja minha amiga pra todas as horas, que me ouça, que me ajude nas horas difíceis, uma pessoa que queira compartilhar momentos e memórias, que queira construir comigo uma história de felicidade, uma mulher que saiba valorizar meus sentimentos, que saiba valorizar cada segundo, quero paz e saúde, quero que me ajude com soluções, que goste de estudar e que deixe a ignorância de lado, que avalie e pense nas palavras que diz, que evita tomar decisões no calor das emoções, que seja consciente do que faz, uma pessoa eminente à mim, quero uma arquiteta para planejar o futuro comigo, que valorize o tempo, que valorize Deus, não importa a forma como o vê,que tenha fé em si própria, que saiba plantar e colher sentimentos,que durma abraçada e aconchegada comigo e que logo pela manhã conte seus sonhos...

Quando não quiser mais abrir os envelopes com minhas cartas saberei que já decorou o meu amor.

Vidas não são tão reais quando não existe o amor. Tantos gritam pela paz, só quando não aguenta a dor.

E seja lá onde for, me olhe por favor
Não posso tocar sua pele, mas eu sinto seu amor

Fantasia em Vôo

Um beijo na tua boca
com muito amor e carinho
é melhor e mais gostoso
que uma taça de vinho

Teus olhos lagos serenos
são a minha perdição
Teu corpo pegando fogo
até parece vulcão

Vou atirando palavras
rumo ao teu coração
como menino brincando
com cinco pedras na mão

Queria ser uma rosa
pregada no teu vestido
para morrer afogado
no teu decote atrevido

No terreiro do teu corpo
quero ser um "passarim"
ciscando meu bom almoço
numa alegria sem fim.

Isso é o que eu chamo de amor platônico: Duas pessoas se comendo com os olhos, com o pensamento. Fazendo nada valer a pena a partir do momento em que decidem nada fazer sobre.

"O amor perguntou ao ódio: Porque me odeia tanto??? E o ódio respondeu por que um dia te amei demais."

Adeus Meu Amor...

Quando eu deixei você entrar em minha vida
não pensei o quanto seria difícil um dia vê-lo dela sair.
Quando o conheci me encantei com você.
Você também se encantou comigo.

Tudo entre nós sempre foi tão fácil.
Nunca precisamos dizer muita coisa um ao outro.

Nossas mãos falavam por nós.
Nossa pele se amava.
Nossos corpos juntos formavam um só ser.
A harmonia fazia de nós o casal ideal.

Vivíamos grudados que é como querem viver os namorados.
O amor não podia morrer... era ele que nos fazia viver.

No dia que ventou forte em nossa vida não me dei conta de que a tempestade estava destruindo um sentimento tão lindo.

Você desviou-se de um caminho que havíamos traçado.
Já queria estar do outro lado.
O encanto havia acabado.

Vi você a procurar outra... pra amar.
Tentei até me enganar.
Porque só em você eu havia colocado todo o meu querer.
Me esqueci que existia o sofrer...

Você está triste, Coelha? Fica contente, amor, fica contente. Eu queria tanto que as pessoas todas fossem mais contentes, é tão bom ficar contente. A gente vê na rua todo mundo tão triste, por que as pessoas estão tristes? Ahn? Queria tanto sair por aí alegrando as pessoas, olha, não fique triste, segura minha mão e vem comigo que te mostro o jardim da alegria com Deus lá dentro, vem...

Lygia Fagundes Telles
As meninas. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.

Escrever é como prostituição. Primeiro você faz por amor, depois para alguns amigos próximos e depois por dinheiro.

Ferenc Molnár
NATHAN, George Jean. The Intimate Notebooks of George Jean Nathan. Nova York: Alfred A. Knopf, 1932.

Nota: A citação costuma ser atribuída a Virginia Woolf e Molière. Porém, acredita-se que a origem da frase tenha se dado durante uma conversa entre o escritor húngaro Ferenc Molnár e o crítico estadunidense George Jean Nathan, tendo sido posteriormente publicada no livro publicado por este último, em 1932.

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