Mensagens curtas de Amor
A noite silenciosa afugenta o sono e os mais belos sonhos dos inconformados, injustiçados e infelizes.
Me perdoem as cariocas, as gauchas, as paulistas e as meninas do povo mineiro mas mulher formosa, mesmo fogosa e com a cor do pecado a qualquer sorte, está no norte, só mesmo as da amazônia.
A pior insegurança, concorrência e dificuldade está dentro de você, todas as vezes que tem muito medo de errar e se machucar.
Deus e milagres diante tantas incertezas e inverdades se tornou em pouquíssimo tempo um dos melhores negócios enriquecedores e muito rentáveis.
Temos a paternidade da vida, de todas as crianças, de todos os filhotes, de todas as sementes e de todas ínfimas aglutinações moleculares de carbono.
Tenho por sanidade a grata felicidade de não saber exatamente o que fui e o que sou, pois me adapto, re-invento me e me transformo todos os dias.
Na contemporaneidade a diferença atrai mas o pensamento e palavra independente, reafirma e convence.
Não contabilizo o bem que eu fiz mas continuo perplexo toda vez que deparo pelo desnecessário rancor diante de quem só lhe deu amor. Por revolta da vida, faz revanche em um monologo estupido e cruel da unica língua áspera que entende, a da dor.
Entre um mundo de sonhos e um mundo de fatos prefiro viver num mundo de suaves e generosas possibilidades.
Sorrio para mim mesmo todas as vezes que me atropelo pelo otimismo diante das palavras mudas egoístas que a vida por suas jornadas difíceis, não vai me dizer.
E a paz veio em forma de luz, e iluminou todos os corações puros e confiantes que habitam todas as culturas entre todas as dimensões visíveis e invisíveis. A divindade maior se personificou em vida e o amor na sua mais tênue energia de esperança.
Hoje a contemporaneidade propõe um viver inesperado, como isto cada vez mais me torna e me sinto como um ser inacabado. Nunca imobilizado pelo novo, diante disto vivencio e experiencio novas ações, pensamentos e reformulações inusitadas bem longe do que sempre acreditei viver mas vida que segue, e não nos atropele pois só ela que oferece a verdadeira direção e movimentação.
Odeio, quase sem perdão, quem me tira da solidão, promete ilusão e fica com joguinhos infantis dizendo não.
Ainda vivo diante do tempo que não para, retornar, reinventar, re-evoluir, reconstruir, recomeçar com as saudades, as lagrimas, os gritos e os amores que mesmo que amontoados, transbordam. Viver tudo outra vez.
Somos tão mais semelhantes uns aos outros que acho de estrema burrice realçarmos por vaidade solitária de ser especial, nossas poucas diferenças.
Uma data feliz, vinte e um de agosto. Uma data muito feliz muito mais que eu sempre quis. Obrigado Vida.
