Mensagens curtas de Amor
Tenho um Full House nas mãos mas não sei a hora certa de jogar. Quais serão as cartas do meu adversário? Entrei nesse jogo para ganhar e não sairei até conseguir. Corações na mesa, aumentem suas apostas!
Irei fazer de tudo!
Mesmo que não aja motivos para lutar,
Irei usar seus defeitos por direito de te amar.
Que me toque teu olhar...
tua vida... tuas mãos...
E me encha de felicidade
o meu triste coração.
Que me venham o teus lábios,
teu sorriso de manhã.
Venha tua malícia... tua sedução...
ardendo em beijos de hortelã.
Só não quero tuas lágrimas,
nem desejos que as tenha.
Quero teu fogo em brasa,
igual o fogo que devora a lenha.
Ainda sinto falta da ponta do teu nariz frio mesmo em dias de verão, e do seu pescoço sempre quente e pronto para esquentar minhas pernas no inverno. As tardes ainda esperam as gargalhadas despreocupadas com sorvetes, e as noites aguardam ansiosas pelo cheiro da pizza de calabresa e a admiração como meninos bobos por céu estrelado
Eu soletro teu nome no escuro. Treino textos sem sentido para me declarar depois. Ouço sua voz ecoar pelos cômodos da casa. Ascendo a luz, mas não há ninguém.
Nunca tinha vivido uma história tão intensa, nem tão bonita, de arrepiar. Nunca havia me doado tanto, acreditado tanto, como essa agora.
Então eu banquei o sincero e te disse que o que me sufocava era essa demora, esse seu medo de iniciar o que já havia começado.
E eu fico lembrando do seu jeito sério e suas palavras cuidadosamente escolhidas no momento em que o silêncio prevalece entre nós. Eu dou risada dessa sua cara porque essa coisa de melhor amigo, no nosso caso, nunca fez sentido dentro da minha cabeça.
Havia um pouco da gente em cada canto. Havia a gente. Era tanto, que eu não sabia distinguir você de mim.
Ainda sinto meus cílios dormentes, porque forço meus olhos, para que eu não adormeça, para não deixar de pensar em você.
E para que não doesse demais, deixei que o tempo resolvesse por si só. Não fazia mais o mínimo esforço para dar certo.
Às vezes passa só um pouquinho. Mas aí volta mais pesada, dolorosa, sem dosagem. Nenhum ser humano é capaz de aguentar. É uma dor desocupada, amargurada, infeliz. Me mata todos os dias.
Daí depois veio com aquele papo que eu apareci na hora errada, que eu era especial demais, que não queria me fazer sofrer. Mal sabia que eu já havia me entregado tanto, e que, a essa altura, não tinha mais volta.
Depois apareceu dizendo que tinha arranjado um namorado novo, que estava cheio de planos, que nunca tinha sido feliz como agora. E eu pedia por dentro pra que esse não sofresse tanto quanto eu.
Às vezes eu penso que você deve ler as coisas que eu escrevo, ao lado de alguém, e deve ficar rindo da minha cara.
Quando criança, gostava de admirar as coisas até os olhos brilharem de encantamento. Mal comia biscoito na hora do lanche do colégio, por exemplo, porque achava impressionante o formato de coração que tinha. Guardava os detalhes, era feliz por isso. Tão inocente, se apaixonava fácil pelas coisas.
Não se lamentar pelo que não deu certo. Não ficar querendo voltar ao passado. Não viver só para o futuro. Enxergar o lado bom do presente, do agora. Não querer consertar o que sempre será errado. Não se perder e se prender aos problemas. Nem sofrer por bobagem. Amém.
Fale de mim pro seu psicólogo. Diga pra ele que eu incomodo, que eu te dou agonia. Não quero ter esse status de enlouquecer sozinho.
