Mensagens com Complemento de um Bombom
Talvez crescer seja exatamente isso: conseguir olhar para uma pessoa que um dia significou o mundo e perceber que ela continua sendo apenas uma parte da paisagem da nossa história.
Não precisamos odiar.
Não precisamos esquecer.
Não precisamos voltar.
Podemos simplesmente reconhecer:
"Eu amei você naquela época. Mas hoje eu também amo a pessoa que me tornei."
Aquilo que aparece diante de nós não precisa necessariamente bloquear nossa visão.
Um medo pode existir sem dominar nossa vida.
Uma lembrança pode existir sem controlar nosso presente.
Uma pessoa pode ter feito parte da nossa história sem continuar sendo dona dela.
Uma dor pode ter existido sem determinar quem seremos daqui para frente.
A curiosidade sobre a eternidade pode ser filosófica e espiritual. Não precisa virar um experimento.
Perceber uma figura numa sombra, enxergar rapidamente um vulto pelo canto dos olhos ou sentir alguma presença não demonstra que exista um espírito ali. O cérebro humano é uma máquina extraordinariamente eficiente em encontrar padrões. Às vezes tão eficiente que encontra um rosto onde existe apenas uma cortina mal iluminada. O cérebro prefere inventar um significado a olhar para uma mancha e declarar: “não faço ideia do que é isso”. Pequeno dramático.
Um Deus criador não precisaria necessariamente ter criado seres humanos eternos. Poderia ter criado organismos temporários, conscientes durante determinado período, destinados simplesmente a existir, experimentar, amar, criar, sofrer, aprender e depois deixar de existir.
E, curiosamente, isso não necessariamente destruiria o significado da vida.
Talvez até o aumentasse.
Se eu soubesse que uma música terminaria depois de cinco minutos, isso não faria os cinco minutos deixarem de ser música.
Se uma flor dura alguns dias, isso não significa que sua existência foi inútil.
Se uma vida dura algumas décadas, talvez seu valor não esteja em durar para sempre, mas em ter acontecido.
Ninguém possui um mapa universalmente verificável do outro lado.
Há pessoas que têm fé.
Há pessoas que têm experiências.
Há pessoas que têm doutrinas.
Há pessoas que têm sonhos.
Há pessoas que têm medo.
Há pessoas que simplesmente dizem:
“Não sei.”
E talvez o “não sei” seja uma das posições mais honestas que podemos ocupar diante da morte.
Você pode continuar acreditando profundamente em Deus e, simultaneamente, reconhecer:
“Eu não sei exatamente como é a eternidade.”
Isso não diminui necessariamente sua fé.
Talvez até a torne mais consciente.
Porque fé não é possuir uma câmera instalada no além. É acreditar em algo que você considera verdadeiro sem possuir todas as respostas.
A ideia de que “cada um acredita no que acha adequado” possui uma parte muito saudável, mas também precisa de uma pequena cautela.
Uma crença não se torna verdadeira simplesmente porque alguém acredita nela.
Uma pessoa pode acreditar sinceramente em algo falso.
Isso vale para religião, política, ciência, relacionamentos, dinheiro e até para aquela certeza maravilhosa que alguém tem de que sabe exatamente onde colocou a chave quando a chave está na geladeira.
Por isso, liberdade de crença e verdade são questões diferentes.
Você tem direito de acreditar.
Outra pessoa tem direito de discordar.
E nenhuma das duas deveria precisar destruir a dignidade da outra para defender sua posição.
Se Deus é realmente Deus, ele não precisa de um ser humano para defendê-lo.
E uma fé que precisa constantemente humilhar outras pessoas para provar que está certa talvez esteja defendendo mais a própria identidade do que o próprio Deus.
No fim, você pode continuar sem religião e ainda assim fazer perguntas profundas sobre Deus, morte, consciência, existência e propósito.
Talvez você nunca encontre uma resposta definitiva.
Às vezes, estabelecer um limite não exige um discurso brilhante. Exige apenas repetir calmamente a mesma fronteira até que a outra pessoa perceba que aquela porta não está aberta para negociação.
Porque fé, no fim das contas, deveria aproximar uma pessoa daquilo que ela considera sagrado.
Não transformar a família numa comissão permanente de fiscalização espiritual.
Sobre a minha sogra e sua falta de limite...
"Entender a origem de um comportamento não significa justificá-lo.
Você pode pensar:
“Ela provavelmente sofreu coisas na vida.”
e simultaneamente:
“Ela não tem direito de reproduzir sofrimento nos outros.”
As duas coisas podem ser verdadeiras.
Trauma pode explicar.
Não absolve.
Religião pode explicar algumas convicções.
Não dá autoridade sobre a vida dos outros.
Ser mãe pode explicar uma preocupação.
Não dá direito de controlar adultos.
Ser dona da casa pode estabelecer algumas regras dentro do espaço dela.
Não dá direito de determinar como você deve existir dentro da sua própria casa.
HOJE, SENTI DE NÃO IR ONDE DEVERIA IR. DEUS, TEM UM PROPÓSITO MAIOR PARA MIM, EU CREIO NO MILAGRE DIVINO!!
NA ÚLTIMA HORA, DEUS DEVOLVE NOVAMENTE A VIDA. PORQUE ELE AMA NOS VER VIVER! AFINAL, É UM PRESENTE DELE PARA NÓS. GRATIDÃO MEU ETERNO CRIADOR DOS CÉUS E DA TERRA!!
AQUI, TUDO É UM EMPRÉSTIMO, COMEÇANDO PELA PRÓPRIA VIDA. SOMOS SERES EM CORPOS DOADOS, POR ISSO, NÃO SE ACHE A ÚLTIMA BOLACHA DO PACOTE, SE O SER QUE TE DOOU UM CORPO, ACHAR QUE VOCÊ ESTÁ PASSANDO DOS LIMITES, VAI TOMAR DE VOLTA BEM RÁPIDO. IMAGINA, TUDO O QUE VOCÊ PEGOU EMPRESTADO DO SISTEMA, CARRO, CASA, FAZENDAS E ETC. A PRIMEIRA OPÇÃO TE DESPRENDE DO CORPO DOADO, E VOCÊ NÃO TERÁ MAIS COMO SENTIR NADA, PORQUE NÃO TERÁ TATO. A SEGUNDA OPÇÃO TE PRENDE FEITO RATO DE LABORATÓRIO. AMBAS, SÃO TERRÍVEIS, MAS AO MENOS A PRIMEIRA NÃO NOS HUMILHA.
"Respira fundo. Um passo de cada vez. Você já chegou até aqui, e isso já prova que é mais forte do que imagina. Não precisa ser perfeito, só precisa não desistir. You can do this! Você consegue!"
"Não olhe para o tamanho do desafio, olhe para o quanto já cresceu. Um pequeno avanço já é vitória. Seja gentil com você mesmo e siga. Você consegue, sim. You can do this!"
Será que o que idealizei ainda existe ou entrei em um mundo fantástico, onde somente eu, sou a única personagem daquela história perdida?
O AMOR OU O QUE EU ACHAVA QUE ERA, UM DIA, ME SALVOU DA MAIOR CILADA QUE EU PODERIA PREGAR NA MINHA PRÓPRIA VIDA...
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